sábado, 22 de fevereiro de 2014

Revenge : Capitulo 8 - Party


Não conseguia abrir meus olhos por conta da claridade que ali pairava, e sem contar que o meu corpo estava todo dolorido e minha cabeça doía pra caralho.
Comecei a abrir meus olhos devagar, até notar que estava em um lugar desconhecido por mim. 
Sentei-me na cama, deixando minhas costas apoiadas no espelho da cama box. Comecei a observar o quarto. Bom, o quarto era tanto como luxuoso. Só queria saber onde eu estava.
- Até que fim, né Bela Adormecida?! 
- Onde eu estou?
- Boa noite pra você também.  - Disse Justin
- Vai pra puta que te pariu.  Onde. Eu. Estou?
- Você.  Está.  Na. Minha. Casa. Satisfeita?
-Não.  Vou pra minha casa.
- Nada disso, Melzinha.
- Não me chame assim.
- Chamo do jeito que eu quiser, Caralho.
- Sabia que era só um teatrinho seu.
- Não posso mais xingar?
- O Justin bonzinho de umas horas atrás que estava me pedindo "Desculpas" não xingaria. - fiz aspas com os dedos
- O Justin bonzinho não existe, minha querida.
- Percebe-se. Agora deixe-me ir embora.
- Ah, claro que não.  Por que eu deixaria você ir se eu acabei de te pegar.  De novo, né!?
- Hã? Como assim?
- Dessa vez eu não vou deixar a Princesa Melanie fugir. 
- Você armou tudo isso?
- Sim, seria mais fácil se você aceitasse o meu pedido de "desculpas", mas não. Você deu uma de durona e tive que partir pro Plano B: Um leve  e breve "acidente".
- Por que você fez isso?
- Não é da sua conta.
- O que você vai fazer comigo?
- O que eu quiser.
Eu não acreditava que eu estava nas mãos dele novamente. 
Ali eu não ficaria. 
Comecei a correr. Corria que nem uma doida, olhando para todos os lados, apenas vendo várias corredores enormes. Até que me deparei com a cozinha. Fui o mais rápido possível até a porta. Olhei para a porta e vi o portão principal, bem longe dali.
- NÃO A DEIXE SAIR. - Justin grito, vindo andando tranquilamente ao portão principal como sorriso em seus lábios sarcástico. 
Eu me debatia com dois grandalhões me segurando.
-O QUE VOCÊ QUER COMIGO, CARALHO? DEIXE-ME IR EMBORA.
- Para de gritar, bebê. Podem soltá-la. 
Na mesma  hora que os dois armários me soltaram e eu corri pra frente de Justin e comecei a esmurrar o seu peitoral. Mas parecia que ele não sentia absolutamente nada.  Por que ele apenas ria. No momento eu já chorava. 
- O QUE EU TE FIZ? EU NEM TI ACONHECIA AO MENOS.  O QUE O MEU PAI TE FEZ? VOCÊ DEVERIA RESOLVER COM ELE. - Continuava a bater em seu busto.
- Calma, Princesa. - Ele segurou meus pulsos fazendo-me parar. 
- Me larga.
- Cala a porra da boca. 
Ele pegou bruscamente meu braço e me puxou.  Saiu andando de volta pra dentro da casa.
Subimos cada degrau daquela escada. Até chegar em um quarto sem ser no de antes. 
Ao adentrar no quarto no mesmo instante ele me jogou na cama. 
- Você vai ficar quietinha nesse quarto. Eu não quero te fazer nenhum mal. Seria um desperdício. Você deveria saber um quanto eu fico excitado com você irritadinha. Então fique quietinha.
Não quero te estuprar. 
Ao terminar de falar ele saiu daquele quarto. Trancou-o.
Corri até a porra.  Comecei a bater na mesma.
- EU TE ODEIO.
(...)
- Dona Melanie? - Dona Ingrid, a empregada, deu duas batidas na porta.
- Pode entrar. 
- Licença. O Sr. Justin, pediu para que eu trouxesse isso para você.  - Entregou-me uma caixa enorme.
- O que é isso? - Perguntei.
- Eu não sei, Dona Mel. Ele apenas pediu pra mim lhe avisar que às 9:00 p.m ele quer ver você pronta. 
- Mas pra que?
- Não sei. Agora deixe-me ir para a minha cozinha tenho que fazer o almoço. 
- Tudo bem.
Estava dias aqui. Já tentei fugir, mas não dava em nada. 
Minha relação com o Justin está suportável.  Sim. Suportável. Nos falamos, mas nada demais. 
Decidi ir perguntar pra que servia aquela caixa.
Sim. Estava permitida a habitar naquela casa. 
Bati duas vezes na porta daquele escritório. 
- Entra. – Ouvi-o autorizar a entrada
- Com licença. - Fechei a porta enorme do seu escritório
- Então, é, pra que aquela caixa que você mandou a Ingrid me entregar?
- Você a abriu? - Disse olhando uns papéis que estava em cima da mesa.
- Não. O que é? 
- Você vai sair comigo hoje!
- Eu não quero sair com você.  Eu quero ir embora. 
- Você não tem querer.  - Agora ele olhos em minha direção. - Você sabe que não vai embora daqui.
- Pra onde?
- Você vai me acompanhar em uma festa.
- Festa de que?
- De traficantes, Porra.
- Mas eu não quero ir.
- Mas você vai. - Ele disse vindo em minha direção
- Você faz o que eu quiser, Bonitinha.  - Pegou meu queixo com uma de suas mãos. -Sua boca é linda sabia?
Não respondi.
- Não vai responder, Melzinha? Poxa, meu amor. 
Os olhos dele eram lindos.  Sua boca era linda. Seu rosto era perfeito.  Pena que era só isso.
- O vestido vai ficar lindo em você. Seu corpo vai ficar perfeito nele. - Ele sussurrava por conta da aproximação. 
- Aqueles traficantes de merda daquela festa vão ficar com inveja de mim, mais que eles já tem. Ter uma mulher como você do lado não é pra qualquer um.  E sim para Justin Bieber.
Ele não disse mais nada. E selou-me.
O beijo era molhado.  Selvagem. E com um certa urgência. 
Ele me conduzia para um local que eu ao menos não sabia. Até sentir algo sólido.  E ouvir coisas cair. Constatei que estávamos na mesa do seu escritório. 
Em poucos instante estava apenas de lingerie. E ele apenas de cueca.
Ele parecia desesperado. Enquanto beijava meu pescoço ele procurava o feixe o sutiã.
- É na frente. - sussurrei
Na mesma hora ele abriu o sutiã.  
No mesmo instante que o sutiã foi parar em um lugar que eu pouco me importava no momento.  Ele devorou um seio, e massageava outro.
- Arr - arfei
Ao parar de fazer o seu "trabalho" nos seios, Justin arrancou minha calcinha, jogando eu qualquer lugar. 
Justin começou a descer os beijos por toda a região da minha cintura até chegar na minha virilha.
Primeiro ele a selou, estimulou com seus dedos meu clitóris, - arqueei minhas costas - começou a lamber
Minha virilha. Ele, literalmente, metia sua língua. 
- Mais rápido.  - agarrei seu cabelo...
- ar. Eu. Eu. Vou gozar. - Ao dizer isso ele pós um,  dois dedos na minha vagina.
- Goza pra mim. Goza.
Caralho. Aquilo estava bom demais. Mesmo com os dedos na minha vagina, ele continuava a lamber.
- CARALHO. - Gritei.  
Sim. Tinha gozado em sua boca.
Ele deu o sorrisinho safado e subiu em cima de mim - de novo -. E sussurrou em meu ouvido:
- Você tem um gosto maravilhoso, Melzinha. 
- Tenho?
- Sim. Tem.
Justin se afastou um pouco e tirou a cueca. 
- Bora brincar um pouco? - Ele disse segurando a base se seu pênis - duro -.
Apenas assenti, mordendo meus próprios lábios.
Ele chegou mais perto. Ele bota apenas a cabecinha e tirava. Aquilo tava tão bom.
- Mete logo, Porra. - Justin deu um sorriso de lado. E meteu. Com força. 
Ele metia rápido.  A cada entocada. Era um gemido meu e seu. 
- Mais rápido. - Gemi em seu ouvido.  
Senti as paredes da minha vagina mastigar seu pênis.  
Eu a via gozado.
Ele entocou mais umas vezes e gozou.
Justin, "saiu" de dentro de mim. Pegou minha mão e levou-me em direção ao sofá que ali tinha. Sentou-se.
- Senta aqui, senta. - Disse batendo em seu colo com uma mão e se masturbando com a outra.
Abri minhas pernas, deixei uma de cada lado de sua cintura.  Peguei a seu pênis sentei-me, delicadamente, deslizei até tá com seu pau totalmente dentro de mim.
Comecei fazer movimentos lentos. Rebolei mais rápido. Justin pós suas mãos em minha bunda, ajudando-me movimentar mais rápido, e deixar na velocidade que queria. 
Minutos depois já estava cavalgando em seu colo.
-Vai mais rápido.  - gemeu Justin.
No mesmo instante comecei a ir mais rápido. 
Drew, me abraçou na cintura e começou a entocar rápido.
- ARR.
Gemi na curvatura de seu pescoço e o arranhei. 
Senti algo descer em minhas pernas e as mesmas ficarem bambas. Chegamos ao ápice juntos.
Fiquei um bom tempo em cima de Justin - com seu pênis ainda dentro de minha vagina-. E ele ainda abraçado comigo - da mesma forma em que chegamos ao ápice. 
- Que horas são? - Perguntei
- Eu não sei. Mas já tá de noite.
Ele disse. E me virei pra olhar a janela, e sim já estava de noite.  Transamos horas. 
Comecei a sair - devagar - de seu colo. 
Peguei minhas roupas que estavam espalhadas ali. Vesti-me. Notava que ele apenas me observava.
Fui em direção à porta daquele escritório, ao girar a maçaneta, o ouvir me chamar. 
- Às 09:00 p.m. - Disse e piscou - 
- Às nove. - Disse e saí. 
(...)
Já estava quase pronta. Faltava apenas botar os brincos. E. Pronto.  Estava pronta. 
Meus cabelos estavam soltos, mas para o lado direito e com certas ondulações.
ROUPA:

Olhei para o relógio que tinha ali, no quarto de hóspede.  E lá marcava, exatamente, 09:05. Estava atrasada.
Andei rápido e ao mesmo tempo devagar por causa dos saltos que no chão fazia o som de: “toc, toc”. 
Logo avistei a grande escada que naquela casa tinha, e comecei a descei-la .
Já no meio da escada dava pra ver quem estava na sala, estavam: Justin, Logan – que já sabia que eu estava ali novamente -, Ryan, Chaz, Chris, Twist e Za. Todos olhavam-me descer da escada. Já estava com medo de tropeçar em meus próprios pés e cair escada baixo.
E adivinha quem veio me receber no fim da escada? Logan! Ele estava com um sorriso de orelha a orelha, e sem contar que ele fica tão lindo de roupa social.
- Você está linda, Mel! – Logan disse pegando minha mão, e a beijando. Retribui o beijo em sua bochecha. Cheiroso.
- Ela está linda. Mas vai comigo. –Disse Justin, pegando minha mão. Distanciando-me de Logan. – Vamos. Estamos atrasados.
Fomos cada um em seu carro, eu fui com Justin - claro - .
- Você está linda! -  Disse enquanto estava dirigindo feito um louco.
- Obrigada.
- Você é boa. – Deu um largo sorriso.
- Hã?
- Você é ótima na cama. OPS. Na mesa, no sofá! – Riu da sua própria “piada’.
- Era pra rir? Por que não teve graça alguma!
- Ria se quiser! – Disse ainda sorrateiro.
- -Ri em pensamentos – Você também é ótimo.
- Eu sei que sou ótimo. Eu sou maravilhoso. Eu sou o Justin Bieber.
- Você é convencido. Isso sim.
- Sempre minha filha. – Disse estacionando o carro.
- Não saia perto de mim. Ouviu?
- Tudo bem!
Saímos do carro -  não esperaria a gentileza de Justin abrir a porta do automóvel para mim - . Ao adentrar no local onde seria a festa, ali estava lotando de gente de merda, de prostitutas, se esfregando em traficantes qualificados e “bonitos”. No portão principal, senti a atenção de todos ali estar em nós, - especificamente para Justin -, Justin sorria superior, e ao perceber que atenção os traficantes em mim, abraçou-me pela cintura e conduziu-me a entrar na aquela multidão. As putas dali não paravam de me olhar, com certos olhares de deboche, cochichando uma com a outra, certamente falando de minha roupa e sapatos, que com certeza eram caríssimos. 

POV Justin Bieber

Todos olhavam para mim e para Melanie, isso era bom. 
Nunca tinha trago nenhuma companhia feminina para festas assim, sem festa que rolava tráficos. 
Vadias ali era o que não faltavam. Todas com inveja da Melanie. Claro. Quem não sentiria inveja dessa Deusa de mulher? Melanie era muito gostosa, tanto fisicamente, tanto na cama.
Avistei um de meus maiores negociadores, Ronnie Saltk, vindo em nossa direção.
- Muito Paz, Mr. Bieber. – Cumprimentou-me
- Muito Paz, Mr. Saltk. – Cumprimentei de volta
- Como estão os negócios?
- Estão indo de vento em polpa. E o seu?
- Tudo tranquilo! – Disse e olhou pra Melanie! No mesmo instante apertei sua cintura à minha.
- Gostou Ronnie? – Perguntei
- E como! Em qual prostíbulo arranjou essa? Preciso ir urgentemente! – No prostíbulo que a tua mãe frequenta porra.
- Nenhum prostíbulo. Não te interessa onde eu a encontrei, Porra. – Exaltei-me 
- Calma, Bro. 
- O nome dela é Melanie.
- Doce como o nome! – Disse  mordendo seus próprios lábios.
Tirei Melanie dali na mesma hora. 
Ah! Vai tomar no cu. Vai ficar falando dela assim, como se  Melanie fosse qualquer uma – ela nunca vai ser -  na puta que pariu!
A levei pra  perto do bar. E pedi um Jack Daniel’s;
- Você quer alguma coisa?
- Sim. Tem tequila?
- Tem tequila? – Perguntei
- Tem sim. – O garçom respondeu
- Me dê uma. – Pedi e virei-me para a multidão, ficando apoiado no balcão do bar. Melanie falava animadamente com Logan – que sorria -.
- Aqui estar Senhor. – O garçom tirou-me atenção.
- Pega Melanie. – A chamei, e dei sua bebida – Fica aí com Logan, que eu vou dar uma volta.
Ela assentiu.
Comecei a andar, até que encontrei outros negociadores .
(...)
Negociamos, marcamos reuniões, falamos sobre as cargas que vão entrar no país. Essas coisas.
Estava indo em direção ao bar, pra ver se encontrava a Melanie, e o resto do povo. Mas nada.
Só vi o Twist e o Za, com prostitutas em seus colos.
Passei meus olhos por todas multidão e vi ela. Ela dançava com Logan.
Melanie fazia movimentos sexy, de acordo com a música que tocava no momento. Logan segurava sua cintura, e ela com os braços ao redor de seu pescoço.
Ela é linda. Gostosa. E filha de André Fronckowiak.
Fui aproximando-me deles. Cheguei, Melanie estava de costa para mim, apenas Logan, que me viu. Fiz um movimento com a cabeça,  ele assentiu – triste – e saiu. Peguei a cintura de Mel, e a virei pra mim. Ela deu um sorriso de lado, e pós seus braços ao redor de meu pescoço. Comecei a dançar, com ela, conforme a música que tocava. 
Curvei minha cabeça indo até seu pescoço e cheirando-o. Melanie tinha um cheiro bom.  
A virei, deixando Melanie, de costas para mim. Mel começou a dançar, fazia movimentos que roçava sua bunda com o meu pênis. Aquilo era a melhor sensação do mundo.
Abracei Melanie por trás. Conduzindo-a para dentro da mansão. Entrelacei nossas mãos, e subimos a escada. Entrei na primeira porta que vi naquele corredor enorme.
Fechei a porta com a chave – que estava na porta na parte de dentro – e comecei beijar o pescoço de Melanie com volúpia. Ergui o vestido de Melanie, e puxei para baixo sua calcinha. Em todo esse processo que eu fazia com ela, Melanie fazia comigo: Tirou, meu cinto, desabotoou minha calça, a abaixou, e por ultimo, a minha cueca.
Segurei em sua cintura, em um movimento rápido, a subir na pia de mármore. Abri suas pernas. Peguei a base do meu pênis, encostei-o na entrada de sua vagina. Na mesma hora ela arfou. Entoquei. 
Metia com força. Melanie arranhava meu pescoço. 
- Vadia gostosa. – Gemi em seu ouvido.
- Ar. Vai mais rápido.
Sorri de canto. E já estava sentido a coisa maravilhosa vindo. Meu ápice estava chegando. E o dela também. Senti sua vagina mastigar meu pau.
Gozamos.
Sai de dentro dela. E a beijei.
- Rapidinha gostosa. – Sussurrei em seu ouvido.
- Muito.
- Se ajeita. Vamos terminar isso em casa.
- Tudo bem. 
GENTE! DESCULPEM PELA DEMORA. FOI POR QUE O ANO LETIVO MAL COMEÇOU, E NA MINHA ESCOLA JÁ TEVE PROVA. DESCULPEM! 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Revenge : Capitulo 8 - Sorry


Olhei fixamente nos olhos da criatura que ainda segurava meu braço, eu estava assustada o que ele estava fazendo aqui? Como ele descobriu onde faço faculdade? Eram tantas perguntas que rondavam em minha mente e absolutamente nenhuma resposta

Olhei para o meu braço no qual sua mão ainda estava apertando e depois olhei pro seu rosto era estranho olha pro seu rosto mesmo depois de tudo. Eu tinha e ainda tenho medo dele.

- Será que da pra você me soltar? - disse assim quando criei. Coragem o suficiente


- Foi mal, desculpa- ele tirou as mãos dele do meu braço e eu finalmente pude passar a mão, e meu Deus como estava doendo

O olhei ainda com medo, eu temia que ele me levasse a força de novo pra aquele lugar horrível ou pior me estrupa-se só que dessa vez pra valer

- Não vou machucar você - ele disse 

- Ah não? Então que papo é esse de senti falta do seu cheiro? Que tipo de pessoa fala isso pra outra?

- Eu tava brincando, como eu ia sentir falta do seu cheiro? Que tipo de pessoa tem a pele com cheiro de baunilha?

- Hey eu gosto de baunilha- me senti ofendida e então por impulso apontei o dedo bem no meio daquilo que ele chamava de cara ops, rosto

- Desteto baunilha, metade das pessoas desse mundo detestam baunilha

- Deve ser por isso que metade das pessoas são detestáveis - eu disse

- Errado, é por isso que você é detestável

- Me ofendeu. Você veio aqui só pra isso?

- Não, não, não, não, eu vim aqui pra pedir desculpas

- Ta esperando o quê? Anda desembucha logo que eu to atrasa pra aula

- Ta legal foi mal ai pelas coisas que eu fiz com você

- Logan mandou você aqui?

- Ta achando que eu obedeço ordens daquele mané lá? Querida não recebo ordens nem da minha mãe que dirá do otário do Logan

- Eu quero saber a verdade - cruzei os braços e bati o pé freneticamente

- É foi ele mandou eu vim aqui e só disse que eu vou poder fazer parte dos negócios quando você me desculpasse, mas não conta pra ninguém

- Ah então se é assim, ta esperando o quê?

- an pra quê?

- Eu quero ouvir as desculpas

- Ah, foi mal aé é sério não devia fazer aquilo. sinto muito

- Só isso?

- É

- Pode ir embora

- Ah qual é eu pedi desculpas

- E eu não aceitei

- Ah! Vai tomar no cu- ele falou baixinho, mas eu escutei

- O que disse?

- Eu disse ah, desculpe

- Não vou desculpar você, você cometeu crimes horríveis sabia?

- To sabendo, mais e aí?! Vai desculpar ou não?

- Vou pensar

- Não se faça de difícil, aceita logo as desculpas

- O que eu ganho com isso?

- Você ainda quer ganhar? Olha você ganha a minha gratidão e pra muita gente minha gratidão vale mais que ouro

- Então fica ai com a sua gratidão e me deixa em paz se não eu grito

- Vai em frente, mas fica sabendo que eu to arrependido -deixei ele falando sozinho e andei pelos corredores vazios sem nem olhar pra trás


POV Justin Bieber


A vadia entrou dentro daquele treco e me deixou lá com cara de bocó

Harvard pra muitos sonho de consumo e pra mim só mais um prédio feito pra babaca metidos a fodões, olhei mais uma vez pro prédio em minha frente e disquei o número no celular chamou uma duas vezes até que no terceiro toque atendeu:

- Preciso dos seus serviços

 

POV Mel Fronckowiak


Depois de passar praticamente o dia inteiro assistindo aulas e mais aulas finalmente a hora de ir embora tinha chegado. Antes de ir pegar o carro no estacionamento e ir pra casa decidi ir até a lanchonete que ficava bem na esquina um quarteirão antes da faculdade, onde todo o pessoal tinha marcado de se encontrar lá, como a rua não era movimentada nem olhei para os lados antes de atravessar a rua e esse foi o meu maior erro.

Um carro em alta velocidade vinha em minha direção eu não sabia o que fazer apenas fechei meu olhos com medo, eu apenas senti o impacto do meu sendo jogado contra o chão.

- Você ta bem? - uma voz aveludada perguntou bem próxima a mim, abri os olhos e dei de cara com o tal de Justin

A imagem dele foi a última que eu vi antes de tudo ficar preto e eu perder os sentidos.

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