16 de Setembro de 2014, 01h19 p.m – Condomínio The Luxury, Área da piscina – Candice Smith.
- Eu sou sexy, Bieber. – Digo rindo.
- Claro que é. – Deu-me um selinho. – Você ta engraçada. – Riu. – Você está sem uma parte da sobrancelha, anjo. – Disse rindo passando os dedos naquela região.
- Sério? Droga. Eu pensei que eu havia tirando, mas quando eu for banhar eu raspo. – Suspirei alegre.
Sim, alegre. Eu estou com câncer, não morta.
- Ah! Eu ia esquecendo de ti contar, hoje cedo, ligaram pra mamãe, lá do hospital onde eu faço o tratamento, e disseram para ela, que de acordo com os exames que eu fiz, os nódulos diminuíram e que eu já posso fazer a cirurgia e...
- E te livrar do maldito câncer? – Olhou-me nos olhos.
- Exatamente. – Sorri abertamente.
- Já ta marcada a cirurgia?
- Graças a Deus sim, vai ser daqui a 10 dias, caso não houver nenhum problema.
- O que você quer dizer com “problema”?
- Sei lá, caso eu tenha alguma crise ou tenha algum imprevisto no centro cirúrgico, sei lá.
- Você não vai ter.
- Eu não vou ter.
Falamos com convicção.
...
- Eu não to conseguindo dormir. – Joguei-me na cama, após ter terminado de tomar banho, com ajuda de Justin para finalizar minhas ex-sobrancenha.
- Por quê? – Sentou-se ao meu lado.
- Eu perguntei pro Doutor do por que de eu não estar conseguindo dormir, e ele disse que é por conta de eu não ter mais cílios e tal.
- E o que isso tem haver?
- Que eu durmo com os olhos abertos, né Justin? – Revirei os olhos.
- Sério? – Olhou-me.
- Sim, por conta da falta de cílios eu durmo de olhos abertos.
- Que louco, eu posso dormir aqui com você. - Sorriu de lado.
- Sério?
- Muito sério. – Beijou-me.
- Okay, eu deixo. – Fiz-me de convencida.
- Eu sei que você queria. – Piscou.
- Hum. – Fechei um pouco meus olhos. – Essa casa ta um silêncio. – Olhei para os lados.
- Só ta a Cecília.
- Minha mãe, meu pai nem minha avó estão? – Franzi a testa.
- Não, não me pergunte pra onde foram por que eu não sei. – Ergueu as mãos.
- Okay. – Cantarolei. - Vamos lá ao escritório de meus pais? – Levantei.
- Pra quê?
- Quero ver os modelos de lingeries que minha mãe vai botar no desfile. – O puxei.
- Que vai ser?
- Não sei quando.
Descemos as escadas cantarolando qualquer coisa, e fomos pro escritório.
Sentei na poltrona na qual meu pai ou minha mãe costumam sentar. Levantei a tela do Imac que tem ali, fui a uma página em especifico e abri. Vendo cada modelito: grandes, pequenos, confortáveis, desconfortáveis de lingerie.
- Caralho, só tem coisa linda. – Digo passando as imagens.
- Eu não entendo nada disso.
- Sei. – Ri de lado sem o olhar.
- Ta, entendo. Principalmente em você. – Beijou meu pescoço.
- Sai daqui, seu safado.
– Claro que não, amor.
- Ai cara, eu quero um desses, depois da cirurgia, claro.
- Eu posso escolher uma?
- Não, por que não vai ser você que vai usar.
- Mas vai ser eu que vou tirar.
- Cale-se. – Ri.
Olhei mais algumas fotos, fechei a tela do notebook, levantei-me fui em direção a porta e senti Justin pegar em meu braço.
- Para de mandar eu calar a boca. – Bufou.
- Cala a boca, Justin.
Ele não disse mais nada. E selou-me.
O beijo era molhado. Selvagem. E com certa urgência.
Ele me conduzia para um local que eu ao menos não sabia. Até sentir algo sólido. E ouvir coisas cair. Constatei que estávamos na mesa do seu escritório.
Em poucos instantes estava apenas de lingerie. E ele apenas de cueca.
Ele parecia desesperado. Enquanto beijava meu pescoço ele procurava o feixe o sutiã.
- É na frente. - sussurrei
Na mesma hora ele abriu o sutiã.
No mesmo instante que o sutiã foi parar em um lugar que eu pouco me importava no momento. Ele devorou um seio, e massageava outro.
- Arr - arfei
Ao parar de fazer o seu "trabalho" nos seios, Justin arrancou minha calcinha, jogando eu qualquer lugar.
Justin começou a descer os beijos por toda a região da minha cintura até chegar à minha virilha.
Primeiro ele a selou, estimulou com seus dedos meu clitóris, - arqueei minhas costas - começou a lamber
Minha virilha. Ele, literalmente, metia sua língua.
- Mais rápido. - agarrei seu cabelo...
- Ar. Eu. Eu. Vou gozar. - Ao dizer isso ele pós um, dois dedos na minha vagina.
- Goza pra mim. Goza.
Caralho. Aquilo estava bom demais. Mesmo com os dedos na minha vagina, ele continuava a lamber.
- CARALHO. - Gritei.
Sim. Tinha gozado em sua boca.
Ele deu o sorrisinho safado e subiu em cima de mim - de novo -. E sussurrou em meu ouvido:
- Você tem um gosto maravilhoso, amor.
- Tenho?
- Sim, tem.
Justin se afastou um pouco e tirou a cueca.
- Aqui no escritório dos meus pais? – Falei ofegante.
- Aqui mesmo. – Selou-me. - Bora brincar um pouco? - Ele disse segurando a base se seu pênis - duro -.
Apenas assenti, mordendo meus próprios lábios. Ele chegou mais perto. Ele botava apenas a cabecinha e tirava. Aquilo tava tão bom.
- Mete logo, Porra. - Justin deu um sorriso de lado. E meteu. Com força.
Ele metia rápido. A cada entocada. Era um gemido meu e seu.
- Mais rápido. - Gemi em seu ouvido.
Senti as paredes da minha vagina mastigar seu pênis.
Eu havia gozado.
Ele entocou mais umas vezes e gozou.
Justin, "saiu" de dentro de mim. Pegou minha mão e levou-me em direção ao sofá que ali tinha. Sentou-se.
- Senta aqui, senta. - Disse batendo em seu colo com uma mão e se masturbando com a outra.
Abri minhas pernas, deixei uma de cada lado de sua cintura. Peguei a seu pênis sentei-me, delicadamente, deslizei até ta com seu pau totalmente dentro de mim. Comecei fazer movimentos lentos. Rebolei mais rápido. Justin pós suas mãos em minha bunda, ajudando-me movimentar mais rápido, e deixar na velocidade que queria.
Minutos depois já estava cavalgando em seu colo.
- Vai mais rápido. - Gemeu Justin.
No mesmo instante comecei a ir mais rápido. Drew me abraçou na cintura e começou a entocar rápido.
- ARR.
Gemi na curvatura de seu pescoço e o arranhei. Senti algo descer em minhas pernas e as mesmas ficarem bambas. Chegamos ao ápice juntos.
Fiquei um bom tempo em cima de Justin - com seu pênis ainda dentro de minha vagina -. E ele ainda abraçado comigo - da mesma forma em que chegamos ao ápice.
- Que horas são? - Perguntei
- Eu não sei. Mas já ta de noite.
Ele disse. E me virei pra olhar a janela, e sim já estava de noite. Transamos horas.
Comecei a sair - devagar - de seu colo.
Peguei minhas roupas que estavam espalhadas ali. Vesti-me. Notava que ele apenas me observava. Fui em direção à porta daquele escritório, ao girar a maçaneta, digo:
- Vem, vamos. Eu to morrendo de fome, e vou pedir pra alguém arrumar aqui. – O olhei e o mesmo assentiu e começou a se vestir.
- Vamos. – Disse ao terminar de se vestir. Pegou minha mão e fomos em direção à cozinha.
- Boa noite. – Falamos ao entrar no cômodo.
- Boa noite. – Respondeu a única alma viva dali, Cecília. - Vão querer comer agora?
- Sim, sim. – Falou Justin.
- Cecília, manda alguém arrumar o escritório. Ta meio bagunçado. – Digo e Justin riu.
- Tudo bem. – Falou calmamente.
- Você sabe onde estão o pessoal dessa casa?
- Ah, Dona Morganna foi almoçar com o seu pai e com sua avó.
- Sem mim? – Abri minha boca em forma de “O”.
- Parece que sim, meu amor. – Disse Justin, se envolvendo em meus ombros, em forma de fraternidade.
- Cala a boca.
- Olha. – Olhou-me malicioso.
22 de Setembro de 2014, 11h07 a.m – National Institute Elite– Justin Bieber.
Àquela escola estava um completo tédio.
Estávamos na penúltima aula – Graças a Deus -, eu queria ir pra casa, ou melhor, ir pra casa de Candy. Eu queria vê-la, ainda mais agora, que ela estava, frequentemente, passando mal todos os dias, mas nada que a fizesse ir parar em uma maca de um hospital.
Mas eu queria estar lá, com ela, agora.
Podia ser coisa da minha cabeça, mas todos daquela escola estavam me tratando com uma certa diferença. Eles, eles todos sabiam da doença de Candice, todos sabiam a justificava da ausência dela ali, naquele recinto.
Até mesmo, Nicolau e Kamilla me deixaram em paz. Kamilla, por mais que estranha possa ser, estava vindo falar comigo, não para dar emcima de mim, e sim, para perguntar como Candy estava. Ela sabia o quanto eu estava abalado, por mais que não dava para transparecer, mas estava. Kamilla perdeu uma pessoa muito amada para ela, pelo câncer, mas pelo câncer cerebral.
Senti, em meus bolsos da calça larga, meu celular vibrar e ver que era o pai de Candice que me ligava. Estranho.
- Professor, eu posso atender? – Levantei o celular.
- Claro, Bieber. – Disse e voltou a explicar.
Fui para o lado de fora da sala, e atendi a ligação:
- Alô?
- Justin, vem pro hospital. Rápido. – Falou nervoso Jonas.
- O que aconteceu? – Perguntei.
- Vem o mais rápido possível. – Desligou.
Merda.
Entrei ”voando” dentro da sala, atraindo olhares de outros alunos. Peguei minha mochila, taquei livros, cadernos tudo dentro da bolsa.
- O que aconteceu, Justin? – Perguntou Hinet.
- A Candy, ela ta passando mal. – Corri em direção à porta
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Eu mudei o ano em que se passa a fic, agora é em 2014
