segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

By Your Side: Capitulo 48 - Tightly


28 de Novembro de 2014, 10h36 p.m - Condomínio The Luxury, Quarto - Candice Smith
- Quero conversar com você! - Adentrou no quarto de cabeça baixa.
- Mas eu não quero! - Afirmei firme.
- Nós precisamos conversar, Candice. - Olhou-me.
- Nós? - Frisei. - Tem certeza? Ou você que precisa conversar? - Apertei mais o nó do roupão.
- Nós precisamos.
- Não! - Respondi. - Não precisamos. Você precisa conversar, e é consigo mesmo. Pensar o quanto foi horrenda àquela sua posição machista, diante de apenas um fato que eu iria, aliás, vou desfilar.
- Candy tenta entender o meu lado.
- Eu não tenho que entender lado nenhum! O que você fez não há explicação, Justin.
- Tem sim. Lembre-se Candy: pra tudo há uma explicação. - Deu alguns passos. - E se fosse com você? E se fosse você sabendo que o seu namorado ia desfilar semi nu? Você ia ter a mesma reação. - Olhou perdido.
Sorri seco mordendo meu lábio inferior.
- Se me conhece bem, saberia que eu não ia ter essa reação. - Olhei profundamente em seus olhos.
- Mas...
- Engraçado que eu te conheço, né? Sabia qual seria a sua reação desde um princípio, por isso que estava polpando te contar. E agora, eu posso ver que você não me conhece o bastante como eu te conheço. - Falei com os olhos lacrimejados. - Nos conhecemos no mesmo dia, Justin. - Funguei. - Impossível você não me conhecer, como eu te conheço. Quem ama conhece.
- Eu te amo. - Falou desesperado.
- Não. - Chorei.
- Não duvide do meu amor. - Pegou minhas mãos. - Quem ama protege.
- Isso não é proteção. - Desabei.
- Eu só quero te proteger, meu amor. - Ergueu minha cabeça.
- De quê, Justin?
- De tudo.
Apenas cocei meus olhos, balançando minha cabeça pra os lados em forma de resposta.
- Quem ama não proíbe. - Chorando, sentei no chão. - Você não me ama. - Encolhi-me soluçando.
- Quê? - Disse nervoso, sentando-se em minha frente. - Olha pra mim. - Puxou meu queixo em sua direção. - Ficou louca? - Perguntou desacreditado. - Você quer maior prova de amor do quê a que eu te dei? - Solucei. - Eu te amo, sua idiota. - Selou-me desesperadamente.
- Para. - Chorei e falei baixo, tentando o tirar de perto de mim.
- Não duvide do meu amor nunca. - Sussurrou colando nossas testas. - Eu só tenho medo de te perder.
- Isso não vai acontecer. - Mordi meus lábios, passando minhas mãos no seu rosto acariciando. - Você me ama? - Eu precisava ouvir.
- Mais que tudo. - "Tomou" meus lábios.
Nosso beijo era voraz, cheio de sede e desejo. Puxei Justin mais pra perto, sentei em seu colo, e pus meus braços ao redor de seu pescoço, e ele os seus e minha cintura a apertando fortemente.
Com uma mão em sua nuca, me ajudando a ter firmeza com sua cabeça, minha língua corria em sua boca, como se ali existisse uma maratona. Senti o céu de sua boca, senti sua língua se embolando na minha, seu lábios nos meus. Nossas bocas encachadas perfeitamente.
Em um beijo rápido, com nossas cabeças indo pra todos os lados possíveis. Inclinei-me para frente, fazendo que Justin fosse se deitando no chão coberto por um tapete fofinho. Ajeite-me em seu colo, e ele pôs suas mãos em minhas nádegas descobertas, por conta que o roupão, na qual eu estava vestida, subiu.
Logo, senti um tapa sendo dado do lado da minha bunda esquerda.
- ARG. - Urgi.
Após o tapa, senti a mesma mão agressora fazer carinho onde havia batido e dando, novamente, outro tapa.
- Ar. - Subitamente, levantei meu tronco, e sentei com força em seu membro.
- Awn. - Gemeu, fechando os olhos e pondo suas mãos de cada lado de meu quadril, e começou a impulsionar para me rebolar e assim fiz. - Isso. - Levei meu quadril pra frente e pra trás lentamente, podendo sentir o pano da bermuda fina de Justin, e eu membro colocado para o lado.  Enquanto, eu estava apenas de roupão, vendo que meus lábios maiores indo pra frente e pra trás por conta do pano fino da roupa de Justin.
Justin tirou suas mãos de onde estava antes, e pôs na frente do meu roupão branco, começando a desfazer o nó que tinha ali. Ao terminar, abriu o roupão lentamente, levando para os meus ombros e o deixando cair. Tendo a visão perfeita de meu corpo.
- Maravilha. - Contemplou.
Ri mordendo meus lábios, e começando a rebolar mais forte e mais rápido. Logo senti algo mexendo meu clitóris, era Justin o massageando com seus dedos.
- Vem aqui, vem. - Disse. Sua voz transbordava desejo e luxúria.
Pôs duas mãos debaixo de minhas coxas, indo pra o meu bumbum, e me puxando para perto de seu rosto.
- Linda. - Disse sorrindo safado para minha buceta. Ajeitei-me em seu peito, e Bieber lambeu os próprios lábios e começou a lamber minha vagina.
- Arg. - Arqueei minhas costas pondo minha mãos na cabeça de Justin.
- Shi. - Senti sua respiração ralar contra meus lábios maiores.
Sua língua fazia o trabalho perfeitamente bem, vibrava loucamente em minha entrada, fazendo-me ter aquela sensação gostosa de formigação dentro de si. Tendo essa sensação maravilhosa, meu subconsciente fez-me ir mais um pouco pra frente, fazendo que eu me senta-se na cabeça de Justin, e prendesse a mesma com minhas coxas.
Olhei para meu namorado, e lá estava ele, com os olhos fechados, fazendo aquilo como se fosse a coisa mais normal do mundo - pode até ser - . Parecia um bebê mamando tranquilamente, saboreando o leite se sua mãe.
- Ar. - Puxei seus cabelos.- Assim. - Rebolei. Segundos após, senti meu corpo começar a reagir, a vibrar, tremer e comecei a me mexer compulsivamente. Aquela sensação era maravilhosa.
Senti as mãos de Justin passeando em minhas costas, parando em minhas axilas, as segurando e me puxando para trás. Em um movimento rápido, estava sentada mais uma vez no colo de Justin e ele, também sentado com o rosto totalmente vermelho.
- Não, não agora. - Mordeu meu lábio inferior.
Deitou-me no tapete, levantou-se e começou a se despir, ficando apenas com sua cueca box branca.
Veio andando em minha direção, rodeou suas pernas pra casa lado de meu corpo, continuando ainda em pé, andou até ficar na direção de meu rosto.
Sorri pervertida.
Sabendo exatamente o que ele estava prestes a fazer.
Sorriu em resposta, pôs as mãos no cós de sua cueca, enquanto a abaixa, põe o seu membro pra fora. Tirou sua cueca, enquanto isso, masturbava-se próprio. Agachou-se  em minha direção, e direcionou seu pênis para baixou, até a minha boca.
Eu iria lhe chupar.
Passe a língua por toda a extensão da cabeça de seu membro, e Justin, com o auxílio de sua mão esquerda, ele abaixou mais seu pênis, fazendo-me senti-lo em minha garganta. Passei a língua por volta de todo o seu membro ereto. Justin aliviou um pouco, deixando-me chupar como eu quisesse seu pau e assim fiz.
Ao sentir que ele estava quase lá, já que Justin apertou fortemente minhas maçãs faciais. Tirei seu membro de minha boca, e ele me olhou irado, e eu apenas ri, com a boca fechada, recebendo um tapa fraco em meu rosto.
Ele saiu de cima de meu busto, se posicionou entre minhas pernas e perguntou, algo que eu posso dizer com toda sinceridade: me enlouqueceu, fazendo uma chama se acender -  mais que já estava acesa - entre minha pernas.
- Você quer fazer amor ou foder? - Sussurrou em meu ouvido.
- Foder ... com força! - Supliquei com a voz cortada.
Riu abafado e entrou com tudo em minha buceta.
- ARRR CARALHO. - Revirei os olhos.
Sentia Justin bombeava com força dentro de mim, que dava pra ouvir as batidas que nossos corpos davam ao de colidirem.  Meu corpo, juntamente com o dele, ia pra baixo e pra cima, e aquilo cooperava e muito pro prazer que eu estava sentindo.
Uma vez ou outra, Justin metia com força e voltava com uma lentidão do caralho. E isso devia ser muito prazeroso pra ele, pelo simples fato que ele fazia sua melhor cara de safado e satisfeito com o seu trabalho.
- Buceta gostosa. - Sussurrou conta minha boca. Ri de lado e disse:
- Pau Gostoso. - Mordi os lábios.
- Arrr. - Gemi. - Vou gozar.
Senti Justin meter rapidamente segundos depois que que falei. Ele também estava gozando.
...
- Quando vai ser o desfile?
- Daqui algumas semanas.
- Vou estar na primeira fila!
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Eu mudei o ano em que se passa a fic, agora é em 2014
Pronto! Estão atualizados.
Fiz um Ask a pouco tempo, para as meninas que não têm whats ou até mesmo não quer falar por ele, no ask tá pra dizer, perguntar com conta ou sem, ou seja, anonimamente. Aqui o meu Ask:http://ask.fm/retardado_biba 

By Your Side: Capitulo 47 - Jealousy


28 de Novembro de 2014, 08h14 p.m - Condomínio Puerto Rico - Justin Bieber
- Você vai desfilar? É isso mesmo? - Levantei-me.
- É. - Candice levantou-se também com a testa franzida. - Só não tô entendendo o porquê dessa sua reação. Era mais que óbvio...
- Era mais que óbvio nada. - Balancei minha cabeça. - Você não vai desfilar!
- Oi? - Disse devagar e fechando os olhos lentamente. - É claro que eu vou desfilar. Você não manda em mim. - Chegou perto.
- Mando sim, sou seu namorado. - Senti as veias de meu pescoço engrossarem. 
- Exatamente, você é meu namorado, NÃO MEU DONO. - Gritou nervosa.
Você deveria ter me contato a partir do momento que soube dessa merda.
- Gente, calma.
- Não se meta Brooke.  - Digo sem  a olhar.
- Não fala assim com ela. - Disse Candice com raiva.
Ela que tá com raiva? Quem deveria estar desse jeito - aliás, estou - sou eu, por saber que a minha namorada vai ficar se exbido à toa, em passarela sem necessidade.
- Por que você não contou? - Repeti.
- Por isso. - Disse com a voz falhada.
- Por isso o quê? - Abri meus braços, nervoso.
- Com medo de você brigar comigo e de você ficar assim. - Chorou.
É claro que eu vou brigar, Candice. Você vai ficar praticamente PELADA, SEM NECESSIDADE, namorada minha não vai desfilar em porra nenhuma.
- Você está sendo machista. - Disse levantando o dedo.
- Não aponta pra mim. - Digo entredentes. 
- Por quê? Vai fazer o quê? - Chegou perto. - Hein?
- Candice. - Ri nervoso.
- Eu vou desfilar, e você não vai me impedir. - Disse olhando em meus olhos, e virando-sim.
- VOCÊ NÃO VAI DESFILAR, CARALHO. - Puxei seu braço.
- EU VOU DESFILAR SIM, BABACA. - Gritou com os olhos marejados.
Olhou para o chão e depois pra Hin:
- Eu vou embora. Depois a gente se fala. - Disse e pegou seu casaco e vestiu e pôs sua bolsa em seu ombro. Foi em direção a porta.
- Candice... - Digo.
- Eu te odeio. - Disse chorando e saiu pela porta.
Droga.
- Idiota. - Falou e deu um tapa em minha cabeça  Hinet e saiu, junto com as meninas.
- Você vacilou, Justin.  - Disse Chris.
- Vacilou nada. Isso aí, meu filho, marcação serrada. Tô contigo. - Disse Chaz levantando a mão para fazermos um toque.
- Oh! Calma aí gente, Chaz, para de botar pilha, cara. - Disse Chris.
- Que botar pilha não, cabeça. É ajudar o cara a defender o que é dele.
- Assim que ele vai perder a Candice de vez. Tá louco? 
- Eu vou perder a Candice?
- Talvez. - Disse pela primeira fez Ryan. - Que crise de ciúme idiota.
- Ter ciúme é normal, anormal é não ter ciúme. - Digo.
- Esse ciúme? Essa possessão? Bieber, você quer a impedir de desfilar. - Disse Chris.
- Não quero minha namorada se exibindo de apenas lingerie.
- Você acha que estás certo? - Perguntou Ryan.
- Claro que estou.
- Ela saiu chorando. - Disse. - Ainda acha que está certo? - Complementou.
28 de Novembro de 2014, 09h58p.m - Condomínio The Luxury - Candice Smith
Abri a porta da mansão rapidamente, mas podendo ver que meus pais e minha avó estavam ali, na sala de estar. Subi rapidamente para meu quarto.
Eu apenas queria ficar sozinha.
- Candice? - Ouvi a voz da minha mãe, e barulhos na porta.
- Mãe, me deixa sozinha. - Peço.
- Não, filha. Abre aqui, por favor. - Respirei fundo, enxuguei minhas lágrimas e abri a porta. - O que aconteceu?
- Mãe. - Desabei e a abracei.
- Ei. Ei. Não chora. - Disse acariciando minha costa.
- Ele não podia ter feito isso. Ele não podia ter gritado comigo.
- O que aconteceu? - Minha mão me puxou, para sentarmos na namoradeira do meu quarto.
- O Justin. Eu disse que eu ia desfilar na Luxury Secret e ele simplesmente surtou, e disse que eu não ia desfilar. - Chorei.
- Calma. - Limpou minhas lágrimas.
- Eu disse que eu odiava ele. - Funguei.
- Vocês estavam de cabeça quente, calma. 
- Ele me tratou como se eu fosse uma propriedade, e eu não sou propriedade de ninguém.
- Olha, Candice olha pra mim. - Olhei. - Se acalma.
- Não tem como. - Olhei para baixo.
- Toca, isso, você adora tocar. - Disse alegre.
- Mas o violão, foi ele que ...
- Toca, Candice. - Incentivou-me.
- Okay. - Suspirei.
Fui ao lado da minha cama, peguei o violão e me sentei ao lado da minha mãe.
- O quê? - Pergunto.
- Num sei. - Disse pensativa. - Teve um dia que eu entrei aqui e você tava no banho e estava cantando. Cante essa música.
- Deixa eu lembrar. - Digo tocando algumas cifras e logo me lembrei da música: - Eu tava triste, tristinho
Mais sem graça que a top-model magrela
Na passarela
Eu tava só, sozinho!
Mais solitário que um paulistano
Que um canastrão na hora que cai o pano
Tava mais bobo que banda de rock
Que um palhaço do circo Vostok
Mas ontem eu recebi um telegrama
Era você de Aracaju ou do Alabama
Dizendo: Nêgo, sinta-se feliz
Porque no mundo tem alguém que diz
Que muito te ama!
Que tanto te ama!
Que muito, muito te ama
Que tanto te ama!
Por isso hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papa!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papa!
Eu tava triste, tristinho!
Mais sem graça que a top-model magrela
Na passarela
Eu tava só, sozinho!
Mais solitário que um paulistano
Que um vilão de filme mexicano
Tava mais bobo que banda de rock
Que um palhaço do circo Vostok
Mas ontem eu recebi um telegrama
Era você de Aracaju ou do Alabama
Dizendo: Nego sinta-se feliz
Porque no mundo tem alguém que diz
Que muito te ama!
Que tanto te ama!
Que muito te ama!
Que tanto, tanto te ama!
Por isso hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Me dê a mão, vamos sair
Pra ver o sol!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papa!
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papa!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papa!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papa!
Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papa!
Me dê a mão, vamos sair
Pra ver o sol
- Nunca tinha ouvido essa música. Mas é bonita.
- Sim. Ela é de outro país.
- Como se sente agora?
- Bem. - Sorriu de lado.
- Queria te mostrar uma coisa.
- Mostre.
- Não no momento.
- Por quê?
- Seria estranho te mostrar uma coisa que foi a causa da sua briga com o Justin.
- Não, mãe. Nada a ver. O que é?
- A estilista veio deixar a peça de lingerie que você, hum...
- Que eu vou usar. - Digo determinada.
- Candice?
- Cadê? Eu quero ver.
Suspirou e disse:
- Tudo bem. Vou pegar. - Disse, levantou-se e saiu. Deixei o violão em cima da cama, e fui ao banheiro, urinei, lavei as mãos e meu rosto. Prendi meu cabelo em um coque firme, enxuguei as partes molhadas e sai do recinto e ao mesmo tempo, minha mãe entra pela mesma porta que saiu com uma caixa em mãos.
- Está aí?
- Sim. - Responde, pondo a caixa encima da cama. - A cor vai ficar ótima em você, por conta do tom da sua pele.
- Posso abrir? - Digo "entusiasmada". 
- Pode sim. - Tirei a tampa da caixa, uns papéis que estavam encima, e vi a lingerie.
Podia se dizer que era um bege, puxado para um amarelo. O sutiã, tinha uns brilhos no centro do bojo, e um laço preto no meio e umas rendinhas, já na calcinha, na lateral também era de renda, na parte da frente também tinha brilhos, e no cós, também um lacinho preto.
- Que lindo!
- Não é? Eu me apaixonei na hora que vi. Essa, eu pedi pra fazer duas, essa vai ser pra você, e outra pra vender mesmo. Aliás, todas as peças são limitadas.
- Obrigada. - Abri um sorriso a abraçando. - Vou usar apenas a lingerie?
- Não. Vai usar uns acessórios dourados, um salto também dourado, em espécie de bota ou gladiadora, e para dar um tchan, na passarela, você vai usar uma grande asa dourada, Angel.
- Sério? - Arregalei os olhos.
- Muito sério.
- Ai meu Deus, que máximo. - Digo olhando para as minhas peças. - Como vai ser o nome da coleção? E como se chama a minha peça?
- Luxury Secret Fashion Show 2014, Lingerie Soja, respectivamente.
- Eu amei tudo.
- Okay, mas agora eu tenho que guardar e levar novamente pro ateliê.
- Não? 
- Sim. - Disse arrumando tudo dentro da caixa. -  Agora vai banhar, para jantarmos.
- Não estou com fome. - Mordi os lábios.
- Então vai dormir.
- Vou fazer isso mesmo. Meus olhos estão ardendo. - Cocei os mesmos.
- Tudo bem. Fica bem. - Fez carinho em meu queixo. - Boa noite. Te amo.
- Te amo. - Respondi e ela saiu.
Enquanto andava em direção ao banheiro, eu tirava a minha regata, encostei-me na parede, e tirei meu salto e depois o shorts. Entrei apenas de lingerie no banheiro, a tirei, e fui para ducha. É bom estar ali, relaxando, tirando a tensão de minhas costas, relaxando, podendo ver meus novos seios, relaxando, podendo saber que havia voltado - literalmente - a ser mulher e, relaxando.
Terminei o banho, enxuguei-me com a tolha, e vesti o roupão, e saí dali.
- O que você está fazendo qui?
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Eu mudei o ano em que se passa a fic, agora é em 2014
EU AMO TELEGRAMA DO ZECA BALEIRO, GENTE <3 AMO FORTEMENTE. Aqui o link que a Gabi Luthai faz cover da música: https://www.youtube.com/watch?v=Sy4ne6ATjUo (voz e violão como a Candice estava cantando) 

By Your Side: Capitulo 46 - Dont Go Back - Playtime


28 de Novembro de 2014, 03h47 p.m - Supermercado - Candice Smith.
- Acho bom você pôr mais cerveja. - Indago.
- Por quê? Você nem bebe. - Disse pegando mais cerveja.
Não bebo mesmo, mas só dez latinhas não vai dar certo. Você sabe como é o Chaz.
- É eu sei. - Falou e pegou mais cinco latas.
- E aí? Tem tudo que uma Mini Social deve ter? - Perguntei olhando para o carrinho de coisa.
- Hum, salgado, doces, pizzas, sucos, refrigerantes, bolachas....
- Ahã, já entendi. Então, vamos pagar. - Digo, botando minha mãos em sua costa larga e o empurrando por qualquer corredor do supermercado.
- Não sei por que você já pôs outra pessoa em meu lugar, eu sinto que assim já foi mais fácil de aceitar, e mesmo se você mudar, querer voltar não adianta mais, agora que você quebrou aquilo que não vai voltar... - Cantarolei com a voz suave.
- Que música é essa? - Disse Justin querendo virar.
SWEDISH FISH! - Gritei correndo.
Swedish fish? - Perguntou confuso.
- É, amor, swedish fish. - Digo empolgada pegando alguns pacotinhos.
- Que música tem nome de jujuba? - Perguntou vindo em minha direção franzindo o cenho
- Swedish fish, Justin. - Digo mostrando os pacotes que estavam em minhas mãos.
SWEDISH FISH! - Gritou também arregalando e chegando mais perto, e pegando mais pacotes. - Mas espera, - Fez-se confuso. - o nome da música é:  Swedish fish, mesmo? 
Mais é idiota.
- Óbvio que não, né Justin? - Revirei os olhos. - Se chama: Não vai voltar. - Digo ponto os pacotes dentro do carrinho.
- De quem é? - Disse e pôs também os seus pacotes dentro no carrinho, que já tava atolado.
- Minha. - Digo simples.
- Sua? - Disse entusiasmado.
- Sim. - Mordi os lábios. - Sabe o que eu lembrei? - Pergunto arrumando algumas coisas no carrinho.
Hum?
- Quando nós nos encontramos aqui. - O olhei sorrindo de lado.
- Que você recusou o meu beijo? - Disse sacana.
- Nós tínhamos acabado de se conhecer. - Cruzei os braços indignada
- E daí? Nada disso me impedia de te dar uns pegas. - Piscou.
- JUSTIN! Olha, me respeite. - Apertei os olhos.
- Brincadeira, Morena. - Sorriu de lado, e me abraçou.
Dengoso.
E eu abracei de volta.
- Mas é sério, nada impedia de te dar uns beijinhos. - Sussurrou.
- Sai daqui, sai. - Bate risonha em seus ombros, o afastando. - Vamos pagar que é. - Ri e fui andando em direção ao caixa.
- Que quadril meu Deus. - Ouvi ele falando baixo.
- Larga de ser idiota.
- Nunca. - Gargalhou.
Sim, em pleno o supermercado lotado.
Chegamos no caixa, eu e Justin fomos botando cada comida na pequena esteira do caixa.
- Amor, se eles reclamarem que compramos pouca comida, eu, Justin Drew Bieber, mato cada um. - Disse meu namorado bufando e terminando de pôr as compras na esteira. - Fiz uma bela malhação para meu bíceps. - Disse erguendo seus próprios braços na altura dos ombros e os contraindo.
- Idiota. - Ri, e a balconista também riu.
- 174 dólares. - Disse a mesma.
- Vamos dividir, por favor. - Digo antes de mais nada.
- Okay, mas você vai dar apenas 50 dólares. - Olhou-me.
- Melhor que nada.  - Falo, abro minha bolsa, pego minha cadeira e tiro uma cédula.
Justin pegou a cédula da minha mão, juntou com as suas e deu para balconista.
- Obrigada, e volte sempre. - Disse ela, e eu e disse sorrimos para ela e Justin pegou o carrinhos já com as compras empacotadas nas sacolas e vou em direção a saída do supermercado, chegando no estacionamento.
- Abre o porta-mala. - Falou erguendo a chave do carro pra mim, e assim fiz. Abri o porta-mala e começamos a tirar as compras do carrinho. - Quando você compôs a música? - Perguntou.
- Quando eu estava me recuperando da cirurgia.
- Você pode tocar pra mim? - Disse terminando de pôr as coisas no carro.
- Sim. - Fecho o porta-mala. - Peço o violão da Hin.
...
- Pronto. Quem quiser mais cerveja está freezer. - Disse Hin.
- E mais pizzas, salgados, essas coisas estão na mesa, e é só esquentar no microondas. - Digo. - E, vamos animar. - Sorrio de orelha a orellha.
- E, hã, qual é  motivo da Mini Social? - Perguntou Ryan.
- Já já vocês irão saber o por quê. - Pisco. - Cadê o seu violão? - Pergunto pra Hinet.
- Lá no quarto.
- Vou pegar. - Subo correndo as escadas.
- Okay.
- ADOREI OS PEITINHOS. - Ouvi a voz de Chaz.
- Respeita, Porra. - Ouvi a voz esbravejante de Justin
- OS PEITINHOS DA SUA TIA. - Gritei de volta, já entrando no quarto, olhando para os lados, logo achando o violão. - Achei. - Peguei pelo braço e desci. - Pronto.
- Vai tocar sua composição nova? - Falou Justin
- Sim. - Sentei-me ao seu lado, em uma almofada. Aliás, todos estavam sentados em almofadas. 
- Como é o nome? - Perguntou Brooke.
- Não vai voltar. - Posicionei o violão em meu colo, e toquei uns acordes. - Está desafinado.
- Ui! Nossa, só por que ganhou um já sabe de tudo. - Brincou Ryan.
- Claro, querido. - Falei olhando para o violão, o afinando. -  Pronto.
- Comece. - Disse Cait batendo as duas mãos.
- Nossa que empolgação. - Falou seu irmão, Chris.
- Cala a boca.
Ri e respirei fundo, toquei uns acordes e comecei:
Nananan oh
Nananan oh
Oh
Abro os meus olhos
Hoje percebo que nada foi em vão
O sol que arde
Invade as janelas do coração
E bate no peito
E deixa sem jeito
E te faz lembrar uma bela canção
Porque hoje você faz doce
E nem muda a cara pra pedir perdão
Sei que por dentro
Leva no peito toda desilusão
Chora em segredo
Sofre em silêncio, eu sei
Que a vida vai ser bonita
E com o tempo eu volto a sorrir
E se ontem você fez doce
Sei que amanhã não vai viver sem mim
Não sei por que você já pôs
Outra pessoa em meu lugar
Eu sinto que assim já foi
Mais fácil de aceitar
E mesmo se você mudar
Querer voltar
Não adianta mais
Agora que você quebrou
Aquilo que não vai voltar
Abro os meus olhos
Hoje percebo que nada foi em vão
O sol que arde
Invade as janelas do coração
Eu sei que a vida vai ser bonita
E com o tempo eu volto a sorrir
E se ontem você fez doce
Sei que amanhã não vai viver sem mim
Não sei por que você já pôs
Outra pessoa em meu lugar
Eu sinto que assim já foi
Mais fácil de aceitar
E mesmo se você mudar
Querer voltar
Não adianta mais
Agora que você quebrou
Aquilo que não vai voltar
Não sei por que você já pôs
Outra pessoa em meu lugar
Eu sinto que assim já foi
Mais fácil de aceitar
E mesmo se você mudar
Querer voltar
Não adianta mais
Agora que você quebrou
Aquilo que não vai voltar
Nananan oh
Nananan oh
Oh
Nananan oh. - Toquei o último acorde.
- Caralho, arrasou. - Disse Hinet, vindo me abraçar com um salgado em mãos. 
- Hin, meus seios. - Digo fechando os olhos.
- Ai. Foi mal. - Rangeu os dentes.
- Tudo bem. - Falo pegando um pedaço de pizza.
- Eles estão super naturais. - Falou Chaz.
- O quê? - Perguntou Cait.
- Os seios da Candy. - Disse com a maior naturalidade possível.
- CHARLES. - Em uníssono, falou Justin e Brooke.
- É Chaz. - Disse entredentes.
- Hum.  - Resmungo bebendo um suco. - Quem vai cantar agora? 
- Eu! - Pronunciou-se Justin, pegando o violão de meu colo. - Se chama Diversão.
Acabou a diversão, acabou (fala aí)
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você
Acabou a diversão, acabou
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você (com você)

Chega de brincadeiras, oh
Chega de discutir, de ficar me perguntando o por quê
É uma grande perda de tempo, oh
Não precisa brigar (não precisa brigar)
Eu quero passar esse tempo rindo bem alto
Pois não há tempo para discussões, não

Acabou a diversão, acabou
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você
Acabou a diversão, acabou
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você

É tão difícil seguir em frente
Então não me pressione para chegar em meu coração
Não fique de brincadeira (não brinque comigo)
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você (de brincadeira com você)
Não vou dizer nomes, não vou dizer nomes
Mas você está jogando
Você não está sendo uma santa (oh, não)
Estou dizendo apenas aquilo que penso, espero que entenda minha dor
Bom, garota, acho que isso faz parte do amor
Mas espero que saiba que é você quem está nos meus sonhos

Acabou a diversão, acabou
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você
Acabou a diversão, acabou
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você
É tão difícil seguir em frente
Então não me pressione para chegar em meu coração
Não fique de brincadeira
Acabou a diversão, acabou
Não tenho mais tempo pra ficar de brincadeira com você 
- De brincadeira com você...  - Terminou.
- Você que compôs? - Pergunto.
- Eu.  - Sorriu.
- Ficou ótima. - Dou um selinho nele. - Quem vai cantar agora?
- Espera. - Interrompeu Ryan. - Fala logo o motivo da Mini.
- Nossa que curioso. - Disse Cait.
- Claro, amor. - Piscou. - E aí? - Olhou-me.
- Tá bom curioso. - Mordi os lábios. - É, são dois motivos: o a) primeiro é, podemos dizer que era pra celebrar que eu voltei a ter a minha feminilidade, e por conta disso eu tô muito feliz, eu me sinto bem melhor, e bem confortável agora e b) o segundo é que eu vou desfilar para a Luxury Secret. -  Sorri abertamente.
- Como é que é? - Indagou Justin.
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Quem quiser entrar no grupo é só deixar o seu número com o DDD da sua cidade. Meu whats: 098 9130-2340
Eu mudei o ano em que se passa a fic, agora é em 2014
A música que a Candy cantou, se chama Não Vai Voltar, da Banda Onze:20 <3 , porém o link da música que vou pôr aqui, é um cover da música que a Gabi Luthai fez, com apenas a voz e o violão, para aparecer mais ou menos com a Candy cantando/tocando:https://www.youtube.com/watch?v=n6s5LI-Xg7g 

E a música que o Justin cantou também, e é claro que vocês sabem de quem é, é do Khalil com o Bieber: https://www.youtube.com/watch?v=wCv6OgChL8U