sábado, 26 de julho de 2014

By Your Side: Capitulo 31 - Heart In My Hand


14 de Abril de 2012, 08h37 p.m - Condomínio The Lexury, Quarto - Justin Bieber.
Oh yeah...
Tinha acabado de pôr as duas últimas palavras, na música inspirada em minha princesa.
Terminei a letra da música, a analisei inteira, não mudei absolutamente nada.
Peguei novamente o violão que estava do lado de Candy, que ainda dormia. Pus ele apoiado na minha coxa esquerda e comecei a criar alguns acordes, melodias para a letra que é acabara de escrever.
A cada acorde que eu tocava, que eu criava no violão eu anotava as notas músicas em outra folha, já com linhas.
Errava? Claro. Acertava? Às vezes.
Até que finalizei tudo.
Já era, exatamente 09h07 p.m. Já havia passado da hora de Candice comer, e eu também.
Pus o violão na poltrona namoradeira, subi mais na cama indo em sua direção.
Fiquei ao seu lado, levantei minha mão indo até a sua bochecha a acariciando, tirando alguns fios de cabelo que tinha ali.
Antes de acordá-la, comecei a admirar a minha Candy, seus olhos estavam fechados de leve, sua boca um pouco, pouquíssimo aberta, a mesma respirava leve, insinuando que estava em um sono profundo. Passei meus dedos pelos seus olhos, pelo seu nariz, sua bochecha e finalmente a sua boca carnuda. Passei mais um pouco meus dedos em seus lábios, me aproximei e a selei. Depositei alguns selinhos ali, em sua bochecha, seu olho esquerdo, seu pescoço. Até que ouço um resmungo, parecendo mais um riso:
- Deixa eu dormir. - Falou baixo. 
- Claro que não. - Beijei seu pescoço novamente. - Era só um cochilo. Lembra?
- Não. - Disse ficando de buço
- Temos que jantar. - Digo ficando de joelhos, sentando onde estava os seus pés.
- Nunca pensei que diria isso, mas estou com preguiça de comer. - Disse ficando de barriga pra cima.
- Claro que não tá. - Digo puxando seus pés, indo pela sua panturrilha grossa, sua coxa e a puxando para se sentar em meu colo, deixando suas belíssimas pernas em cada lado de minha cintura. - Vem vamos. - Digo baixo, me aproximando de seu rosto pondo minhas mãos em sua nuca, puxando de leve e a beijando. Nós abríamos a boca cada vez mais para dar maior transição das nossas línguas, chupei sua língua com força, senti ela bater em meu ombro e rimos durante o beijo. - Vamos lá. - A selei. Segurei firme seu traseiro, a tirando de meu colo.
Descemos, fomos à cozinha, Cecília não estava mais ali, deveria estar em outro compartimento da sala. Pelo o que parecia seus país já haviam jantando.
Eu e Candy pegamos os pratos grandes e brancos que estavam na mesa, botamos o que iríamos comer.
- Será que os meus pais já jantaram? - Perguntou levando um pouco de comida para a sua boca.
- Sim, eles passaram lá no quarto, enquanto você dormia. - Respondi bebendo um pouco de suco.
- Ah tá. - Disse bebendo o meu suco de maracujá. - Você vai dormir aqui, né? Tá tarde.
- Será? - Fiz biquinho. - Acho que não.
- Para de graça, Palhaço. - Disse rindo.
- Só se você quiser, Gatinha. - Pisquei.
- Claro que quero. - Falou sorrindo.
Terminamos de comer. Eu lavei a pequena louça que se formou e Candy as enxugou.
- Graças a Deus hoje é sábado. - Falou Candice indo pra mesa do notebook.
- Ainda bem. Não aguento mais olhar pra cara de Kamilla, e muito menos de Nicolau. - Digo deitando-me pondo seus braços atrás de minha cabeça.
- Nem eu. - Disse Candy mexendo algo em seu notebook algumas vezes. - Merda.
- O que foi? - Pergunto.
- A Vadia da Lissa não atende o Skype. - Disse saindo da cadeira e vindo até a cama.
- Ela deve estar dormindo, amor. - Digo.
- Não, Elizabeth não dorme agora. - Disse vindo para cima de mim.
- Então, ela deve estar ocupada. - Digo.
- Uhum. - Disse se abaixando e selando nossos lábios. Pedi passagem de minha língua em sua boca, e Candy cedeu logo. Nos beijávamos apaixonadamente, mordemos, por coincidência, lábio inferior um do outro. E rimos. Minha morena, pôs sua mão em minha nuca, com pouca dificuldade por conta de meus braços que continuavam atrás de minha cabeça.
Ela tentou tirar algo que tinha debaixo da minha cabeça, que fazia zoada. Separou nossos lábios, ergueu um pouco a minha cabeça, tirei meus braços e ela pegou, revelando um papel. Era a minha composição. 
- O que é isso? - Perguntou confusa.
- Um papel. - Digo óbvio.
- Eu sei, Idiota. - Ela disse dando um tapa de leve em meu rosto.
- Então por que perguntou se já sabia?
- Eu quero saber o que tem escrito nele. - Disse me olhando irritada.
- Leia. - Digo simples e ela me olhou com os olhos semicerrados e começou a ler.
Ela parecia ler cada palavra, cada letra, cada vírgula, cada ponto, vagarosamente. Ela estava captando a mensagem. Ela tinha um lindo sorriso em seu rosto.
- É uma música? - Disse mordendo os lábios.
- É sim. Gostou? - Digo a tirando de meu colo e sentando.
- Eu amei. É sua composição? - Perguntou.
- É. - Digo tímido. - É sobre nós dois. Sobre o nosso amor. Sobre o meu primeiro amor. E o meu único amor. - Digo olhando em seus olhos.
Ela riu com lágrimas nos olhos e disse:
- Canta pra mim? - Falou baixo.
- Claro. - Dou um selinho em Candy, pego meu violão que ainda estava na cama. Ponho do jeito certo em meu colo e começo:
Bem, vamos voltar para o dia
Quando eu vi seu rosto pela primeira vez
Bem, vamos voltar novamente
Quando segurei sua mão e olhei nos seus olhos

Eu sabia que você era única
Com você minha vida acaba de começar
Amor, você pode contar comigo

Porque seu coração
Está em minhas mãos
Por que seu coração
Está em minhas mãos
Oh, yeah

Bem, vamos voltar no tempo
Sempre soube que você seria minha
E eu nunca vou encontrar alguém tão bonito como você menina

Tenho em minhas mãos na sua cintura
Olhar em seus olhos, beijo seus lábios
Toco em seu rosto
Não podemos esquecer a forma como me sinto com seu sorriso

Eu sabia que você era uma
Com você minha vida acaba de começar
Amor, você pode contar comigo

Porque seu coração
Está em minhas mãos
(Seu coração está em minhas mãos)
Porque seu coração
Está em minhas mãos
Oh yeah. - Toda a música, repito: toda música cantei olhando em seus olhos, que agora, mais que antes estavam marejados. parecia àqueles olhos negros tinha uma nuvem preta que estava chovendo, chovendo muito. - Você está chorando de emoção, não é?
- Claro que é. - Disse fungando. - Amor a letra é linda. A música ao todo é linda. Na sua voz então. - Disse me selando. - Você a escreveu quando?
- Hoje, enquanto você dormia. - Digo limpando sua lágrimas que insistiam cair.
- Sério? - Perguntou surpresa.
- Muito sério. De algum jeito, te olhar dormir me inspirou. - A selei. - Linda.
- Como é o nome da música?
- Ah! Isso eu não sei. - Torci os lábios. - Tem alguma ideia?
- Hum... Deixa eu ver ... - Disse pegando a folha e releu novamente. - Que tal Coração na minha mão?
- Gostei. Pode ser.
Ela sorriu tímida, e ouvimos o seu notebook apitar, era uma chamada no Skype. Candy levantou tão rápido, que quando eu vi, ela estava à frente da tela do eletrônico.
- Aí Vadia, por que você não atendeu a chamada mais cedo? - Ouvi a minha namorada perguntando.
- Tava ocupada, amor. - Ouvi.
- Queria saber como você está?
- Estou bem, e você?
- Estou ótima.
- Como tá aí?
- Tá ótimo.
- É certo que você vem pra cá nas suas férias, né? Diz que sim. - Perguntou animada.
- Sim, mas...
- Mas? - Disse desanimada. - Tinha que ter uma porra de "mas".
- Calma, Lissa. Deixe-me terminar. - Disse rindo. - Eu vou para minha maravilhosa Londres, só que vou ficar só 15 dias.
- Só 15 dias? Por quê? Ah não. - Disse balançando a cabeça.
- Por que o Justin quer ir pra Stratford, no Canadá.
- Deixa ele ir sozinho.
- Claro que não. - Digo me levantando da cama indo pra perto de Candy, ficando onde a câmera do notebook dava.
- Ah! Oi Justin Gatão. - Disse sorrindo. - Oh Lindo! Deixe a Candy ficar as férias aqui, por favor.
- Não, claro que não. Ela tem que vir comigo.
- Mas Justin, vocês ficam o tempo todo juntos.
- E daí? Ela tem que conhecer a cidade onde eu vivi até os meus 11 anos. E ela tem que conhecer os meus avós.
- Mas vocês podem ir nas férias do final do ano.
- Não.
- Por favor.
- Não Lissa. - Digo levantando Candice da cadeira, me sentando, puxando-a e a sentando em meu colo. - Vocês vão conviver 15 dias juntas, calma.
- Mas vai ser só 15, Justin. - Disse fazendo bico. Candy ria. Essas duas dão certinho.
- Não, não e não. - Falo e abraço minha namorada, passando, pondo a minha mão debaixo de sua blusa, alisando sua barriga lisa.
- Ruim. O que tem de gato tem de ruim. - Rimos, digo, eu e Candy.
- Vai, me fala onde você estava.
- Ah! - Mexeu em seus cabelos. - Sabe, né? Por aí.
- Fala logo. - Candy insistiu.
- Tá, tá bom. Foi com o Matt. A gente saiu anteontem e hoje. - Disse feliz.
- Matheus? Aquele do colégio? - Lissa assentiu. - Caralho, ele é muito gato, amiga. - Candy falou toda alegrinha. Dei um beliscão em sua barriga. - Ai, amor. - Olhei para ela com as sobrancelhas arqueadas. 
- Fica tranquilo, Gatão. Você supera ele.
- É, eu sei. Eu supero todos. - Digo.
- Nossa que convencido. - Disse e me selou.
- Tá, vamos parar que vocês tem a noite inteira para namorarem, ou vocês não sabem que eu sei, que vocês vão dormir juntinhos? Eh, eu sei.
- Louca. - Candy gargalhou.
- Cara, vocês estão mais apaixonados que ontem. - Nos olhamos - eu e Candy - e rimos um para o outro. - Bora, fala logo o que aprontaram hoje.
- O que o Justin aprontou, né?
- Eu?
- Sim, você. - Mordeu o meu lábio inferior.
- O que ele fez? - Perguntou Lissa.
- Oh menina curiosa.
- Claro, Gato. Fala vai.
- Ele compôs uma música para nós dois.
- Sério? - Fez uma expressão de surpresa.
- Sim.
- Ai eu quero ver.
- Depois eu te mando a foto do papel.
- Tá bom.
- Amor, deixa a Lissa aí e vamos namorar um pouquinho. - Digo dando leves beijos em seu pescoço.
- Deixa não. Pode ficar Candice.
- Lissa, eu posso muito bem abaixar a tela do notebook e acabou. - Digo.
- Você não irá fazer isso. - Desafiou-me.
- Ah não? Tudo bem. - Levantei meu braço, direcionei minha mão pra tela do notebook e abaixei.
- JUSTIN.
- Ela duvidou, amor. - Digo a pondo de lado meu colo, ponho meu braço esquerdo debaixo de suas pernas, e o meu braço direito em suas costas, e a suspendi indoe direção à cama.
- Mas você não podia ter feito isso. - Disse, enquanto seus braços estavam ao redor de meu pescoço.
- Podia sim, tanto que fiz. - A pus na cama com delicadeza. Ela levantou um pouco e pegou o papel da composição e pôs em cima da cômoda que tinha ao lado da cama.
- Ela deve tá com raiva, Gato. - Chamou-me como Lissa costuma me chamar sempre que nos falamos. Ri.
- Depois eu me desculpo. - Digo indo pra cima dela. Sentei em seu colo, controlando o meu peso. Inclinei-me um pouco, e comecei a chupar seu pescoço. Mordi o lóbulo de sua orelha, passando pela sua mandíbula, logo, chegando em sua boca. Selei primeiro, mordi o lábio superior e a beijei. Pus minha mão em seus cabelos, enrolando-os um pouco eles em minha mão.
Candice começou a passar suas mãos debaixo de minha camisa, arranhando a parte de minha coluna. A deixei tirar a camisa, e eu tirei a sua, que era apertada e estava sem sutiã. Ótimo. Voltei a beijá-la, fazendo que seus seios ficassem espremidos em meu peitoral, podendo sentir a rigidez de seus mamilos.
Senti ela me empurrar, fazendo-me deitar de perna pra cabiceira, a deixando sentada em meu colo, tendo a visão privilegiada de seus seios.
Maravilhosos. 
Candice se virou, ficando de costas pra mim - e eu continuando deitado - sentou um pouco entre a minha barriga e minha virilha. Ela desabotoou a bermuda a qual eu estava, arqueei minhas costas para que ela pudesse descer a peça de roupa.
Botei minhas mãos em sua cintura fazendo-a levantar um pouco, a deixando agachada e abaixei seu short. Candy se sentou de novo, e tirou a cueca que eu vestia.
Eu estava excitado pra caralho. Estávamos há um tempinho sem fazer amor.
Ela começou a rebolar em meu membro e aquilo me deixou, totalmente louco.
Eu queria logo foder ela. Sem preliminares, sem nada.
- Vem. - Sussurrei. E a peguei por trás, fazendo que ela se deitasse em cima de mim de costas. Abri sua pernas, afastei um pouco a sua calcinha, estimulei um pouco seu clitóris, percebi que a mesma estava encharcada.
Peguei a base de meu pênis, esfreguei em sua entrada e senti Candy tremer. Entrei nela lentamente. Comecei a estocar devagar, depois rápido bastante rápido. Podendo ouvir os estalos que dava os nossos copos ao se tocarem.
Estava maravilhoso.
- Arrrr. - Gemeu Candy. - Bota o dedo. - Obedeci, pus o dedo primeiro em seu pondo G, depois em entrada, podendo sentir junto o meu pênis, entrando e saindo com rapidez. - Eu vou ... gozar. - Disse e logo, minutos depois sentir seu líquido quente derramar em meu pênis. Logo depois foi a minha vez, dei bombadas fortes logo sentir o meu gozo saindo de meu pênis.
- Arrr. - Gemi de alívio.
Tirei meu pênis de sua buceta, e Candy caiu do meu lado. Deixando eu, ver seu rosto finalmente depois da transa.
- Eu gostei dessa. - Disse
- Eu gosto de todas as nossas transas. - Ela sorriu mordendo seus lábios e disse:
- Caraca, eu tenho que mandar a foto da composição da nossa música pra Vadia da Lissa. - Falou erguendo a mão em direção à cômoda onde havia deixado.
Pôs a folha na colcha da cama, pegou o seu celular mirou a câmera no papel e vi o flashsaindo. Ela iria provavelmente mandar pelo Whatsapp.
- Vem. Mandou, agora vamos dormir. - A puxei.
- Te amo. - Disse e me selou.
- Te amo.
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

By Your Side: Capitulo 30 - Composition


13 de Abril de 2012, 07h32 a.m - National Institute Elite, Sala de aula - Hinet Carolli.
Pus a minha mochila nas costas de novo, e fui em direção a sala ao ver que horas eram.
Entrei na sala, olhei pro Chris e assenti. Vi ele suspirar aliviado.
- Bom dia, gente feia. - Digo ao ver a minha galera.
- Nossa. Falou a linda. - Zoou Candy.
- Sempre, queridinha. - Digo dando um sorrisinho.
...
- Vou guardar esses livros, e aproveito pra observar se ela já viu. - Digo falando com Chris.
- Tá. Tô te esperando lá no pátio. Vai querer o de sempre?
- O de sempre. - Ele estava se referindo ao meu lanche.
- Tudo bem. - Nos selamos e saí.
Peguei os meus três livros, e fui em direção aos armários.
Ao entrar na ala dou de cara com Holli, no seu armário, com o sorriso de orelha a orelha com o envelope azul em mãos.
Casal 1 x 0 Holli
Sorri. E fui em direção ao meu armário e guardei meus livros.
Fui em direção ao pátio.
- E aí? Ela tava lá? - Christian perguntou baixo.
- Sim. Toda feliz. - Digo dando um riso.
- Aqui o seu lanche. - Ele disse, e pôs a bandeja com algumas comidas em meu colo.
- Obrigada.
...
Já era 05h37 p.m., já tinha acabado o treino por hoje. E vi a Holli ir correndo em direção à saída.
Tenho certeza que essa aí chega antes do horário combinado.
Além de eu ter percebido que hoje, tanto na escola, quanto no treino ela não tirava os olhos de Justin.
Eu e Chris fomos pra casa. Nos banhamos, - juntos - jantamos com os meus pais que chegaram mais cedo do que o normal.
Saímos de casa, exatamente às 07h00.
Meu namorado estacionou o carro na vaga que tinha. E saímos do mesmo.
Andamos ate o banco, onde vimos ontem, justamente onde marcamos com Holli.
E ali estava ela. Toda jeitosinha. Cabelo transado, vestido azul solto florido, com a carta na mão.
Fomos em sua direção, e eu disse:
- Que bom que você veio. - Digo cruzando os braços com Chris atrás de mim.
- O que vocês estão fazendo aqui? - Disse ela, virando bruscamente olhando para nós com a expressão assustada, e depois olhou para os lados. Bem a procura de Justin. - Acho melhor vocês irem embora.
- Por quê? - Perguntou Chris cínico.
- Eu estou esperando uma pessoa. - Disse baixo.
- Nós conhecemos?
- Não. - Respondeu rapidamente.
- Hum. Podemos ficar para conhecê-lo?
- Não. - Disse, de novo rapidamente.
- Tudo bem. Chega de palhaçada. O que você quer com o Justin, hein? Garota, ele não é pro seu bico. Sai de jogada, por que já tem dois jogadores em campo, e e nenhum deles é você, e sim Candice Smith e Justin Bieber.
- Do quê você tá falando? - Fez-se de confusa.
- Oh Holli pode parar de graça. - Disse Chris. - Ou você acha que foi Justin que escreveu a porra dessa carta? Aliás, você acha que ele, pelo menos viu a cor da dessa tua cartinha que tu mandou? - Ele disse balançando a carta - que trouxemos - em sua mão direita.
- Mas ele escre ...
- Ai que bobinha DA PORRA. - Comecei a gritar. - ELE NÃO ESCREVEU PORRA NENHUMA, NEM UMA LETRA, NEM UMA VIRGULA, NEM UM PONTO, NADA. ELE NÃO ESCREVEU NADA. ELE NEM FICOU E NEM VAI FICAR SABENDO QUE ELE TEM UMA ADMIRADORAZINHA DE MERDA ATRÁS DELE. ELE TÁ FELIZ, PORRA. JUSTIN TÁ FELIZ COM A CANDY. A CANDY TÁ FELIZ COM O JUSTIN. OS DOIS SÃO FELIZES JUNTOS. BASTA NICOLAU ATAZANANDO A VIDA DELES E AINDA VEM VOCÊ? CARALHO, VOCÊ SE FAZ AMIGA DELA. HOLLI VOCÊ FALA COM A MINHA AMIGA, NA MAIOR CARA DE PAU.
- Como vocês ficaram sabendo disso? - Fungou.
- Ah! Como? Simples. Vou te explicar tudinho: lá estava eu indo encher o meu litro, até que paro ao ouvir vozes. E adivinha? Uma delas era a sua. Eu, como uma pessoa muito, bastante curiosa. Fiquei colada da parede ouvindo a grande conversa. Enfim, ouço a nossa amada Holli dizer que AMA O NAMORADO DA MINHA MELHOR AMIGA. - Exaltei-me novamente. - E também que havia deixado uma carta de amor no armário do Justin. Como eu sabia, eu não iria deixar você acabar com o namoro deles. Consegui pegar a chave do armário do Bieber; consegui pegar a carta; lemos a cartinha; Chris escreveu outra. No outro dia, como eu não sabia o seu armário, esperei chegar; te segui; fingi que estava no meu armário; você saiu e check in marte. Pus a carta do "Justin" no seu armário. - Fiz aspas. - A garotinha caiu.
- Você não podia ter feito isso. - Levantou-se.
- Ah não? Por quê? E se fosse a sua amiga? E se você soubesse que tinha uma menininha tentando roubar a felicidade da sua amiga? Hein? RESPONDE.
- Desculpa. - Desabou. - Desculpa mesmo. Eu não queria ter começando a sentir isso. Quando eu dei por mim já tinha fluido. - Disse chorando. - Por favor, não contem nada pra Candy. Por favor. - Chorou.
Joguei a carta que seria pra Justin e sua direção e dei as costas.
Não disse nada.
Eu não iria contar. Mas também não precisava ficar falando.
- Por favor, não estraga a felicidade do Justin, já que você o ama. Ela é a primeira pessoa que ele sente isso, o amor. E ele mesmo me disse isso. - Parei e falei baixo e saí da praça indo pro carro de Chris.
Enquanto Chris dirigia em direção ao condomínio em que eu morava, me lembrei do dia que Justin disse:
Lembrança ON:
- Para de olhar assim pra ela. Tá parecendo um idiota. - Digo rindo.
- Eu tô um idiota. - Disse se deitando na grama do pátio da escola.
- Você tá amando, garoto. - Digo bagunçando seus cabelos.
- Ela é a primeira e a última. Posso estar dizendo essas coisas precipitadamente, mas sei lá, eu sinto sabe? É algo extraordinário, estranho, bonito. Eu tô adorando isso que eu estou sentindo. Caralho. Estou parecendo um gay.
Lembrança OFF
14 de Abril de 2012, 06h12 p.m - Condomínio The Luxury, Quarto - Candice Smith.
- Eu tô morta de cansada. - Digo me jogando no tapete fofo de meu quarto.
- Amor, você não pode morrer. - Disse, e se jogou ao meu lado no chão. - Temos que nos casar. Ter no mínimo dois filhos.
- Nossa, que você tá pensando na nossa vida sem mim. - Fiz biquinho.
- Sempre. - Selou-me. - Ah! - Subiu em cima de mim. - Já sei pra onde vamos viajar nas nossas férias.
- Loiro, - Digo bagunçando seus fios, propriamente loiros. - ficaremos de férias daqui há três meses.
- Mesmo assim, eu já pensei.
- Então, onde irá ser?
- Canadá, mas precisamente em Strafford. - Disse.
- Ficaremos na casa dos seus avós? - Digo animada. Justin já havia falando deles pra mim.
- Sim. - Sorriu.
- Mas tem um problema. - Deixei de lado a animação.
- O quê?
- É que, eu tinha combinado com Lissa que iria passar as minhas férias lá em Londres. - Digo o olhando com um certo receio.
- Ah sério? - Disse desanimado.
- Sim. - Assenti com a cabeça também.
Ficamos um tempo nos olhando. Até que eu tive uma ideia maravilhosa.
- Melhor. - Digo entusiasmada novamente.
Ele olhou-me estranho e saiu de cima de mim. Me pondo em seu colo.
- Diga a sua ideia.
- Como nós queremos ir para lugares diferentes. Tá, nem tanto. Nós podemos ficar 15 dias em cada lugar, 15 em Strafford e 15 em Londres. Um mês certinho. Os dias que faltarem, nós aproveitamos aqui mesmo, em Atlanta. O que acha?
- Eu acho ótimo. - Deu o largo sorriso.
- Agora eu vou banhar, por que eu tô cansadíssima. - Digo levantando de seu colo.
Indo para o banheiro, tirei a minha camiseta vermelha, encostando meu pé direito no calcanhar so pé esquerdo, tirando o tênis. Fiz o mesmo com o pé direito.
- AI ESSA BUNDA, SENHOR. - Justin gritou.
- Para de me olhar, porra. - Digo rindo.
Sentei no vaso com a tampa fechada, comecei a descer a maldita legging. Depois tirei a calcinha e o sutiã. Pus as roupas sujas no cesto de roupas, debaixo da enorme pia.
Entrei no box, liguei o registro, e dei um passo pra ficar debaixo do chuveiro.
Parecia que todas a gotículas de água que saía no chuveiro me perfurava, literalmente.
Passei as mãos em meus cabelos, peguei o xampu com cheiro de morango, despachei um pouco em minha mão esquerda, deixei o frasco do xampu onde estava e ensaboei as minhas duas mãos, e direcionei aos meus cabelos lisos. Enxaguei bem, tirei todo o produto de meu cabelo com água, e fiz, quase o mesmo processo, com o sabonete passando em meu corpo.
Desliguei o registro, peguei a minha toalha e sai do box, indo em direção, ficando, à frente no espelho. Enxuguei-me. Hidratei a minha pele, e saí do banheiro. Justin já não estava no quarto.
Fui para o closet. Peguei uma calcinha preta apenas. Um short jeans despojado, e uma blusa apertada por conta dos seios sem sutiã.
Fui para o quarto, e Justin estava entrando no mesmo com o seu violão.
- Você foi em casa pegar o violão? - Perguntei confusa indo para a mesa do notebook.
- Não, ele tava no carro, no banco de trás...
- Eu não vi. - Pensei alto.
- É, não viu. Peguei trouxe ele pra cá. Ah! Tomei a liberdade de banhar no quarto de hóspedes.
- Tudo bem. - Digo virando a cadeira giratória para a mesa, ficando com o notebook no meu campo de visão.
O liguei, abri o programa que dava ao Google e pesquisei: "Strafford".
- Você tá pesquisando sobre Strafford? - Riu. - Amor, é uma pequena cidade.
- Tudo bem. Mas o foco não é esse. - Digo teclando.
- Então qual é o foco? - Perguntou se encostando na mesa.
- Ver as paisagens oras.
- Ah bom. - Ele disse, pondo seu pé esquerdo no joelho direito, para apoiar o violão e começou a fazer uns acordes.
Eu achava lindo pessoas que sabiam tocar violão. Eu achava delicado, e lindo de novo.
Eu queria aprender a tocar violão, mas não tenho vocação, e nem um conhecido - com quem eu falo - não tocava violão, porém Justin toca, mas o violão dele é especial, é apropriado, é pra gente canhota e eu não sou canhota.
- Eu queria aprender a tocar violão.
- Eu te ensino oras. - Disse ainda tocando, porém me olhando.
- Mas eu não sou canhota, Bieber. - Digo me levantando da cadeira e me sentando na cama.
- Hum ... Verdade. - Falou vindo se sentar ao meu lado também.
- Amor, eu tô casadona. - Jogo meu próprio corpo na cama.
- Cochila. Eu vou ficar acordado. Te chamo pra nós jantarmos.
- Tudo bem. - O selei e fui um pouco pra cima, me acomodando.
14 de Abril de 2012, 06h57 p.m - Condomínio The Lexury, Quarto - Justin Bieber.
Enquanto ela dormia ou chochilava eu a olhava. Tão serena, calma, até parece que era inocente. Peguei o papel em cima da mesa do notebook e uma caneta, voltei pra cama e comecei a rabiscar algumas letras. A cada frase que eu escrevia a eu a olhava.
Eu estava compondo uma música, e ela, a nossa história de amor eram a mimha inspiração.
Não era a minha primeira composição, mas era a mais verdadeira até então. Era a composição falando do meu primeiro amor.
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quarta-feira, 16 de julho de 2014

By Your Side: Capitulo 29 - Cabinet 234


12 de Abril de 2012, 05h27 p.m - National Institute Elite, Bebedouro - Hinet Carolli.
Estava encostada na parede que dava pro bebedouro, ouvindo tudo que Holli falava pra sua amiguinha.
Eu não estava acreditando no que ouvia. Aquilo chegava a ser absurdo.
Isso não poderia estar acontecendo. Não agora. Candy e Justin estavam felizes juntos, basta Nicolau para atormentá-los.
Mas uma coisa eu estava convicta do que iria acontecer: Justin nunca irá ver a cor dessa carta.
Eu iria, hoje mesmo, dar um jeito de pegar a chave do armário de Justin, pra pegar a maldita carta e dar um fim nela, e Chris vai me ajudar.
Saí correndo em direção ao ginásio, a procura de meu namorado.
- Chris? Amor? - Digo o vendo conversando com os meninos, juntamente com Justin. Perfeito. - Amor, vem aqui. - Ele escutou e veio em minha direção.
- Fala. - Ele disse e cruzou os braços.
- Dá pra você enrolar o Justin por alguns minutos? - Disse e ele me olhou confuso.
- Por quê?
- Faz isso, enrola ele uns 10 minutos, não o deixe ir embora.
- Mas por quê?
- Quando eu estiver com a carta em mãos, eu te explico tudo.
- Carta?
- Chris, faça o que eu te pedi. - Disse e o selei. E ele assentiu com a cabeça, porém confuso.
Fui em direção à arquibancada, procurando a mochila de Justin.
- Mochila vermelha, mochila vermelha, mochila vermelha. Achei a mochila vermelha. - Digo pra mim mesmo.
Subi à terceira arquibancada, olhei pra onde os meninos estavam e todos estavam entretidos com alguma conversa. Olhei pro resto do ginásio, pra ver se havia alguém me olhando, mas nada. Ótimo.
Abri o primeiro bolso, o grande, mas não tinha nada. Abri o bolso pequeno, lá tinha um horror de coisas. Tinha: um chaveiro com chaves, claro; a chave do carro; canetas; chicletes; bandanas; e a chave do armário.
Sorri.
Peguei a cheguei a chave, pus entre a minha legging e a minha cintura. Fechei o bolso e corri em disparada para a ala dos armários dos alunos.
Fui em direção ao paredão extenso de armários de toda a cor, e fui no número indicado da chave: 234.
Fui olhando os números até chegar ao 234. Armário do Bieber.
Olhei para os lados, certificando-me que não havia ninguém ali. E abri o armário. O destranquei, abri a pequena porta de ferro e passo o meu olhar por todo o armário, logo vejo um envelope vermelho, ele estava inclinado entre a parede de ferro e um livro.
Era a carta.
A peguei, tranquei rapidamente o armário, pus a carta no mesmo lugar onde estava a chave anteriormente, já a chave ia em minha mão.
Voltei correndo para o ginásio, olho para onde os meninos estavam e o Justin já estava com a mochila nas costas.
Merda.
Olhei pro Chris e sibilar:
- Eu fiz de tudo.
Bufei e fui na direção deles.
- Cadê a Candy, hein? Eu tô procurando ele há tempo. - Digo puxando conversa.
- Acho que você não procurou direito. - Disse Justin. - Olha ela ali, aquela linda garota rindo. - Disse apontando.
- Apontar é feio, Bieber. - Disse Chaz.
- Cala a boca, senão eu vou apontar outra coisa. - Disse Justin.
Pensei em um jeito rápido e simples pra pôr a chave no bolso da mochila de Justin.
Eu não podia, simplesmente, abrir o zíper do bolso. Ele iria sentir. Nem que se fosse discretamente.
- Justin, o bolso da sua mochila está aberta. - Digo. - Deixa que eu fecho.
- Tá. - Disse dando de ombros.
Fui para trás, abri o bolso, pus a chave dentro e fechei.
- Prontinho.
- Valeu.
- Chris, vamos? - Pergunto. Queria, o mais rápido, ler o que tinha na porra daquela carta.
- Vamos. - Ele disse. E fez os toques com os meninos. - Até mais, Dudes.
Fui me despedir das meninas.
- Vamos pra sua casa ou pra minha? - Perguntou Chris.
- Nenhum e nem outro. Vamos pra aquele lago que tem a praça que sempre nós dois vamos. - Digo.
- Tá bom. Pegou a tal carta? - Disse ele entrando em seu carro.
- Peguei, está aqui. - Digo tirando a carta que estava entre a a malha e a minha cintura. Algumas partes dela estava molhada de suor. Guardei em minha mochila, - que Chris havia pegado - e a guardei ali.
- Agora dá pra mim contar essa história direito? - Disse ele dirigindo pra fora do estacionamento da escola.
- Claro. Quando eu estava indo para o bebedouro, eu ouvi uma conversa entre a Holli e uma amiga dela. Então, eu ouvi, e a Holli gosta do Justin.
- Como é que é? - Perguntou Christian surpreso.
- Isso mesmo. Ela falou que sente atração por ele, que sabe que ele tem namorada, mas ela não tem culpa de gostar do Justin. E ela falou que havia deixado uma carta no armário dele. E eu não podia deixar Justin ver essa carta, ele e a Candy estão tão felizes juntos. Eu não podia deixar isso acontecer, já que eu sabia disso. Aí eu pedi a sua ajuda.
- Entendi. Eu vou te ajudar.
Chegamos na praça, Chris estacionou em uma vaga que tinha ali. Descemos, somente, com a minha mochila. Nos sentamos em um banco todo vernizado à frente do lago.
- Abri a carta. - Falou Chris do meu lado.
Abri minha mochila, peguei o cartão vermelho e nele, na frente, estava escrito:
Para Justin.
Nossa. Essa garota, não tem senso. Não sabe que esse negócio de carta é ultrapassado? Que é brega? Mas parece que a pequena Holli ainda curte essa cafonice.
Virei a carta, mas não tinha o nome dela. Nada.
Adimiradora secreta. Sinceramente.
Rasguei o começo da carta, e peguei o papel branco que havia dentro, o desdobrei, vi que era a letra de Holli e comecei a ler em voz alta, para Chris saber o que estava escrito.
Justin,
Você não pode imaginar que eu sou a garota que fica sempre a sua espera, quando passa sorrindo, me deixa babando. Sonhando com a possibilidade de um dia poder conquistá-lo. É uma admiração enrustida que um dia, espero, vou ter a coragem de confessar. Talvez logo chegue a hora de me declarar, mas por enquanto, quero curtir o prazer de ser apenas aquela garota, aquela que secretamente sente amor por você. Saberá um dia que eu te quero. Que ser sua namorada é o grande sonho de minha vida. Quando as oportunidades de vê-lo ficam mais raras, aí é que eu percebo o quanto gosto de ti. Fico indócil, não tenho parada, a concentração em outra coisa torna-se difícil e só consigo pensar em você. Esse amor escondido quase me sufoca. Espero que não conheça a identidade desta sua apaixonada. Quero ainda continuar desfrutando o prazer do anonimato, até o dia em que finalmente eu resolva me declarar. Te amo e você não faz ideia de quem sou eu. É emocionante!
Sua admiradora...
- Nossa. Que carta...
- Fresca. - Completo. - Alguém pode avisar essa minina que estamos do século XXI. Pelo o amor de Deus. Quem é, que hoje em dia manda cartinha de amor? Fala sério.
- Hinet, o problema agora não é esse. E se você quer saber, isso foi uma gesto bonito, por ninguém mais mandar carta. Todos agora, estamos reféns da Internet. E foco aqui não é isso, e sim, o que vamos fazer agora? - Disse ele. Tem horas que eu quero matar o meu namorado, sinceramente.
- Eu não sei, mas temos que dar um jeito da Holli encontrar a gente. Para nós, darmos um toque nela, diante disso. - Digo balançando a carta.
- Hum ... Concordo. - Disse ele pensativo. - Bom, se ela mandou uma carta para o Justin, que tal, nós mandarmos uma carta pra ela em nome do Justin?
- Mas ela vai desconfiar, amor. Ela não se identificou na carta.
- É só descrever, que o "Justin" descobriu que foi ela através da letra.
- Hum. Gostei. - Digo dando um risinho, mas logo o desfiz. - Mas, quem vai escrever a carta? O Justin não pode saber...
- Eu vou escrever!
- Mas e se ela saber como é a caligrafia do Bieber?
- Amor, para de paranóia. Ela não é da nossa sala, ela não sabe a letra dele.
- E como "ele" vai saber a letra dela, Christian?
- Ela não vai ligar pra isso, Hin.
- Espero. Vamos lá pra casa, escrever a carta? - Digo.
- Agora. Você vai pôr amanhã no armário dela? - Perguntou.
- Sim. Antes de começar as aulas. - Falava enquanto íamos em direção ao carro.
...
Peguei uma folha totalmente branca, sem linhas, e um envelope, e dei para Chris, que estava sentando em um cadeira enfrente à mesa do meu notebook. Peguei outra cadeira, e sentei ao seu lado.
- Tenta fazer, o mais parecido possível com a letra do Justin.
- Tá. Como eu começo?
- Bom não vai ser uma carta como a dela. Vai ser mais uma marcação de encontro.
- Encontro? - Perguntou confuso.
- É, ela tem que nos encontrar lembra?
- Sim, mas onde?
- O lago da praça, é uma boa? - Digo o olhando?
- É.
- Tudo bem. Comece assim:
Querida Holli,
Recebi sua carta, e fico muito grato, e triste ao mesmo tempo, ao saber que não posso corresponder o seu amor. Mas, o que você acha, de nós dois, nos encontrássemos, hoje às 07h00 p.m. na praça do lago, no banco perto da árvore à frente do lago? Poderíamos conversar melhor.
Atenciosamente, Justin.
- Ficou bom? - Pergunto.
- Querida Hinet, tem que ficar, por que eu já escrevi. - Disse ele.
- Palhaço. - O selei. Peguei a carta escrita, pus dentro do envelope azul, mandei Chris escrever na frente: Para Holli. E atrás, em baixo: Justin. Peguei um adesivo e colei a aba. - Pronto. Amanhã eu ponho no armário dela.
- Tudo bem. Eu vou pra casa, que já tá tarde. Amanhã, às 07h00 a.m como sempre? - Perguntou.
- Como sempre. - Digo dando um risinho.
Ele veio em minna direção, pegou a minha nuca, e direcionou a sua boca contra a minha. Pediu passagem com a sua língua e eu a cedi. Sua língua explorava a minha boca, enquanto a minha fazia a mesma coisa.
Paramos o beijo aos poucos, e com selinho.
- Te amo. Até amanhã. - Disse.
- Te amo. - Digo o selei.
...
Depois que Chris foi embora. Eu fui tomar um banho, jantar com os meus pais, que tinham acabado de chegar do trabalho. E cá, estou com a carta de Holli em minha mão.
- Ela nem pensa que eu estou com a sua cartinha apaixonada.
...
Estava no pátio, esperando Holli chegar, para segui-lá. Até porque, eu não sei qual é o armário dela.
- Holli. - Digo baixo, ao ver ela descer do carro do seu pai - eu acho - indo em direção à ala dos armários. - Amor, vou lá por a carta. - Digo dando um selinho em Chris. - Já volto.
Segui Holli até a ala. Não tinha a preocupação de me esconder, até por que, naquela ala havia gente.
Fui em direção ao meu armário, porém, prestando atenção no armário que ela estava.
Depois de uns 5 minutos ela saiu, e eu, fui em direção ao armário dela, olhei um pouco para os lados, para ver se tinha alguém prestando atenção, mas nada.
Pus a minha mochila para a minha frente, abri o bolso do meio, peguei a carta. Dei mais uma conferida no local, e pus a mesma nas pequenas brechas do armário e empurrei.
Pronto. Agora é só ela ver.
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Esse aqui é o ator que "faz" o Nicolau, o nome dele é Alexander Koch: 1.http://www.teenidols4you.com/blink/Actors/alexander-koch/alexander-koch-1376243832.jpg 2.http://k43.kn3.net/C89F2D373.jpg