14 de Abril de 2012, 08h37 p.m - Condomínio The Lexury, Quarto - Justin Bieber.
Oh yeah...
Tinha acabado de pôr as duas últimas palavras, na música inspirada em minha princesa.
Terminei a letra da música, a analisei inteira, não mudei absolutamente nada.
Peguei novamente o violão que estava do lado de Candy, que ainda dormia. Pus ele apoiado na minha coxa esquerda e comecei a criar alguns acordes, melodias para a letra que é acabara de escrever.
A cada acorde que eu tocava, que eu criava no violão eu anotava as notas músicas em outra folha, já com linhas.
Errava? Claro. Acertava? Às vezes.
Até que finalizei tudo.
Já era, exatamente 09h07 p.m. Já havia passado da hora de Candice comer, e eu também.
Pus o violão na poltrona namoradeira, subi mais na cama indo em sua direção.
Fiquei ao seu lado, levantei minha mão indo até a sua bochecha a acariciando, tirando alguns fios de cabelo que tinha ali.
Antes de acordá-la, comecei a admirar a minha Candy, seus olhos estavam fechados de leve, sua boca um pouco, pouquíssimo aberta, a mesma respirava leve, insinuando que estava em um sono profundo. Passei meus dedos pelos seus olhos, pelo seu nariz, sua bochecha e finalmente a sua boca carnuda. Passei mais um pouco meus dedos em seus lábios, me aproximei e a selei. Depositei alguns selinhos ali, em sua bochecha, seu olho esquerdo, seu pescoço. Até que ouço um resmungo, parecendo mais um riso:
- Deixa eu dormir. - Falou baixo.
- Claro que não. - Beijei seu pescoço novamente. - Era só um cochilo. Lembra?
- Não. - Disse ficando de buço
- Temos que jantar. - Digo ficando de joelhos, sentando onde estava os seus pés.
- Nunca pensei que diria isso, mas estou com preguiça de comer. - Disse ficando de barriga pra cima.
- Claro que não tá. - Digo puxando seus pés, indo pela sua panturrilha grossa, sua coxa e a puxando para se sentar em meu colo, deixando suas belíssimas pernas em cada lado de minha cintura. - Vem vamos. - Digo baixo, me aproximando de seu rosto pondo minhas mãos em sua nuca, puxando de leve e a beijando. Nós abríamos a boca cada vez mais para dar maior transição das nossas línguas, chupei sua língua com força, senti ela bater em meu ombro e rimos durante o beijo. - Vamos lá. - A selei. Segurei firme seu traseiro, a tirando de meu colo.
Descemos, fomos à cozinha, Cecília não estava mais ali, deveria estar em outro compartimento da sala. Pelo o que parecia seus país já haviam jantando.
Eu e Candy pegamos os pratos grandes e brancos que estavam na mesa, botamos o que iríamos comer.
- Será que os meus pais já jantaram? - Perguntou levando um pouco de comida para a sua boca.
- Sim, eles passaram lá no quarto, enquanto você dormia. - Respondi bebendo um pouco de suco.
- Ah tá. - Disse bebendo o meu suco de maracujá. - Você vai dormir aqui, né? Tá tarde.
- Será? - Fiz biquinho. - Acho que não.
- Para de graça, Palhaço. - Disse rindo.
- Só se você quiser, Gatinha. - Pisquei.
- Claro que quero. - Falou sorrindo.
Terminamos de comer. Eu lavei a pequena louça que se formou e Candy as enxugou.
- Graças a Deus hoje é sábado. - Falou Candice indo pra mesa do notebook.
- Ainda bem. Não aguento mais olhar pra cara de Kamilla, e muito menos de Nicolau. - Digo deitando-me pondo seus braços atrás de minha cabeça.
- Nem eu. - Disse Candy mexendo algo em seu notebook algumas vezes. - Merda.
- O que foi? - Pergunto.
- A Vadia da Lissa não atende o Skype. - Disse saindo da cadeira e vindo até a cama.
- Ela deve estar dormindo, amor. - Digo.
- Não, Elizabeth não dorme agora. - Disse vindo para cima de mim.
- Então, ela deve estar ocupada. - Digo.
- Uhum. - Disse se abaixando e selando nossos lábios. Pedi passagem de minha língua em sua boca, e Candy cedeu logo. Nos beijávamos apaixonadamente, mordemos, por coincidência, lábio inferior um do outro. E rimos. Minha morena, pôs sua mão em minha nuca, com pouca dificuldade por conta de meus braços que continuavam atrás de minha cabeça.
Ela tentou tirar algo que tinha debaixo da minha cabeça, que fazia zoada. Separou nossos lábios, ergueu um pouco a minha cabeça, tirei meus braços e ela pegou, revelando um papel. Era a minha composição.
- O que é isso? - Perguntou confusa.
- Um papel. - Digo óbvio.
- Eu sei, Idiota. - Ela disse dando um tapa de leve em meu rosto.
- Então por que perguntou se já sabia?
- Eu quero saber o que tem escrito nele. - Disse me olhando irritada.
- Leia. - Digo simples e ela me olhou com os olhos semicerrados e começou a ler.
Ela parecia ler cada palavra, cada letra, cada vírgula, cada ponto, vagarosamente. Ela estava captando a mensagem. Ela tinha um lindo sorriso em seu rosto.
- É uma música? - Disse mordendo os lábios.
- É sim. Gostou? - Digo a tirando de meu colo e sentando.
- Eu amei. É sua composição? - Perguntou.
- É. - Digo tímido. - É sobre nós dois. Sobre o nosso amor. Sobre o meu primeiro amor. E o meu único amor. - Digo olhando em seus olhos.
Ela riu com lágrimas nos olhos e disse:
- Canta pra mim? - Falou baixo.
- Claro. - Dou um selinho em Candy, pego meu violão que ainda estava na cama. Ponho do jeito certo em meu colo e começo:
Bem, vamos voltar para o dia
Quando eu vi seu rosto pela primeira vez
Bem, vamos voltar novamente
Quando segurei sua mão e olhei nos seus olhos
Eu sabia que você era única
Com você minha vida acaba de começar
Amor, você pode contar comigo
Porque seu coração
Está em minhas mãos
Por que seu coração
Está em minhas mãos
Oh, yeah
Bem, vamos voltar no tempo
Sempre soube que você seria minha
E eu nunca vou encontrar alguém tão bonito como você menina
Tenho em minhas mãos na sua cintura
Olhar em seus olhos, beijo seus lábios
Toco em seu rosto
Não podemos esquecer a forma como me sinto com seu sorriso
Eu sabia que você era uma
Com você minha vida acaba de começar
Amor, você pode contar comigo
Porque seu coração
Está em minhas mãos
(Seu coração está em minhas mãos)
Porque seu coração
Está em minhas mãos
Quando eu vi seu rosto pela primeira vez
Bem, vamos voltar novamente
Quando segurei sua mão e olhei nos seus olhos
Eu sabia que você era única
Com você minha vida acaba de começar
Amor, você pode contar comigo
Porque seu coração
Está em minhas mãos
Por que seu coração
Está em minhas mãos
Oh, yeah
Bem, vamos voltar no tempo
Sempre soube que você seria minha
E eu nunca vou encontrar alguém tão bonito como você menina
Tenho em minhas mãos na sua cintura
Olhar em seus olhos, beijo seus lábios
Toco em seu rosto
Não podemos esquecer a forma como me sinto com seu sorriso
Eu sabia que você era uma
Com você minha vida acaba de começar
Amor, você pode contar comigo
Porque seu coração
Está em minhas mãos
(Seu coração está em minhas mãos)
Porque seu coração
Está em minhas mãos
- Oh yeah. - Toda a música, repito: toda música cantei olhando em seus olhos, que agora, mais que antes estavam marejados. parecia àqueles olhos negros tinha uma nuvem preta que estava chovendo, chovendo muito. - Você está chorando de emoção, não é?
- Claro que é. - Disse fungando. - Amor a letra é linda. A música ao todo é linda. Na sua voz então. - Disse me selando. - Você a escreveu quando?
- Hoje, enquanto você dormia. - Digo limpando sua lágrimas que insistiam cair.
- Sério? - Perguntou surpresa.
- Muito sério. De algum jeito, te olhar dormir me inspirou. - A selei. - Linda.
- Como é o nome da música?
- Ah! Isso eu não sei. - Torci os lábios. - Tem alguma ideia?
- Hum... Deixa eu ver ... - Disse pegando a folha e releu novamente. - Que tal Coração na minha mão?
- Gostei. Pode ser.
Ela sorriu tímida, e ouvimos o seu notebook apitar, era uma chamada no Skype. Candy levantou tão rápido, que quando eu vi, ela estava à frente da tela do eletrônico.
- Aí Vadia, por que você não atendeu a chamada mais cedo? - Ouvi a minha namorada perguntando.
- Tava ocupada, amor. - Ouvi.
- Queria saber como você está?
- Estou bem, e você?
- Estou ótima.
- Como tá aí?
- Tá ótimo.
- É certo que você vem pra cá nas suas férias, né? Diz que sim. - Perguntou animada.
- Sim, mas...
- Mas? - Disse desanimada. - Tinha que ter uma porra de "mas".
- Calma, Lissa. Deixe-me terminar. - Disse rindo. - Eu vou para minha maravilhosa Londres, só que vou ficar só 15 dias.
- Só 15 dias? Por quê? Ah não. - Disse balançando a cabeça.
- Por que o Justin quer ir pra Stratford, no Canadá.
- Deixa ele ir sozinho.
- Claro que não. - Digo me levantando da cama indo pra perto de Candy, ficando onde a câmera do notebook dava.
- Ah! Oi Justin Gatão. - Disse sorrindo. - Oh Lindo! Deixe a Candy ficar as férias aqui, por favor.
- Não, claro que não. Ela tem que vir comigo.
- Mas Justin, vocês ficam o tempo todo juntos.
- E daí? Ela tem que conhecer a cidade onde eu vivi até os meus 11 anos. E ela tem que conhecer os meus avós.
- Mas vocês podem ir nas férias do final do ano.
- Não.
- Por favor.
- Não Lissa. - Digo levantando Candice da cadeira, me sentando, puxando-a e a sentando em meu colo. - Vocês vão conviver 15 dias juntas, calma.
- Mas vai ser só 15, Justin. - Disse fazendo bico. Candy ria. Essas duas dão certinho.
- Não, não e não. - Falo e abraço minha namorada, passando, pondo a minha mão debaixo de sua blusa, alisando sua barriga lisa.
- Ruim. O que tem de gato tem de ruim. - Rimos, digo, eu e Candy.
- Vai, me fala onde você estava.
- Ah! - Mexeu em seus cabelos. - Sabe, né? Por aí.
- Fala logo. - Candy insistiu.
- Tá, tá bom. Foi com o Matt. A gente saiu anteontem e hoje. - Disse feliz.
- Matheus? Aquele do colégio? - Lissa assentiu. - Caralho, ele é muito gato, amiga. - Candy falou toda alegrinha. Dei um beliscão em sua barriga. - Ai, amor. - Olhei para ela com as sobrancelhas arqueadas.
- Fica tranquilo, Gatão. Você supera ele.
- É, eu sei. Eu supero todos. - Digo.
- Nossa que convencido. - Disse e me selou.
- Tá, vamos parar que vocês tem a noite inteira para namorarem, ou vocês não sabem que eu sei, que vocês vão dormir juntinhos? Eh, eu sei.
- Louca. - Candy gargalhou.
- Cara, vocês estão mais apaixonados que ontem. - Nos olhamos - eu e Candy - e rimos um para o outro. - Bora, fala logo o que aprontaram hoje.
- O que o Justin aprontou, né?
- Eu?
- Sim, você. - Mordeu o meu lábio inferior.
- O que ele fez? - Perguntou Lissa.
- Oh menina curiosa.
- Claro, Gato. Fala vai.
- Ele compôs uma música para nós dois.
- Sério? - Fez uma expressão de surpresa.
- Sim.
- Ai eu quero ver.
- Depois eu te mando a foto do papel.
- Tá bom.
- Amor, deixa a Lissa aí e vamos namorar um pouquinho. - Digo dando leves beijos em seu pescoço.
- Deixa não. Pode ficar Candice.
- Lissa, eu posso muito bem abaixar a tela do notebook e acabou. - Digo.
- Você não irá fazer isso. - Desafiou-me.
- Ah não? Tudo bem. - Levantei meu braço, direcionei minha mão pra tela do notebook e abaixei.
- JUSTIN.
- Ela duvidou, amor. - Digo a pondo de lado meu colo, ponho meu braço esquerdo debaixo de suas pernas, e o meu braço direito em suas costas, e a suspendi indoe direção à cama.
- Mas você não podia ter feito isso. - Disse, enquanto seus braços estavam ao redor de meu pescoço.
- Podia sim, tanto que fiz. - A pus na cama com delicadeza. Ela levantou um pouco e pegou o papel da composição e pôs em cima da cômoda que tinha ao lado da cama.
- Ela deve tá com raiva, Gato. - Chamou-me como Lissa costuma me chamar sempre que nos falamos. Ri.
- Depois eu me desculpo. - Digo indo pra cima dela. Sentei em seu colo, controlando o meu peso. Inclinei-me um pouco, e comecei a chupar seu pescoço. Mordi o lóbulo de sua orelha, passando pela sua mandíbula, logo, chegando em sua boca. Selei primeiro, mordi o lábio superior e a beijei. Pus minha mão em seus cabelos, enrolando-os um pouco eles em minha mão.
Candice começou a passar suas mãos debaixo de minha camisa, arranhando a parte de minha coluna. A deixei tirar a camisa, e eu tirei a sua, que era apertada e estava sem sutiã. Ótimo. Voltei a beijá-la, fazendo que seus seios ficassem espremidos em meu peitoral, podendo sentir a rigidez de seus mamilos.
Senti ela me empurrar, fazendo-me deitar de perna pra cabiceira, a deixando sentada em meu colo, tendo a visão privilegiada de seus seios.
Maravilhosos.
Candice se virou, ficando de costas pra mim - e eu continuando deitado - sentou um pouco entre a minha barriga e minha virilha. Ela desabotoou a bermuda a qual eu estava, arqueei minhas costas para que ela pudesse descer a peça de roupa.
Botei minhas mãos em sua cintura fazendo-a levantar um pouco, a deixando agachada e abaixei seu short. Candy se sentou de novo, e tirou a cueca que eu vestia.
Eu estava excitado pra caralho. Estávamos há um tempinho sem fazer amor.
Ela começou a rebolar em meu membro e aquilo me deixou, totalmente louco.
Eu queria logo foder ela. Sem preliminares, sem nada.
- Vem. - Sussurrei. E a peguei por trás, fazendo que ela se deitasse em cima de mim de costas. Abri sua pernas, afastei um pouco a sua calcinha, estimulei um pouco seu clitóris, percebi que a mesma estava encharcada.
Peguei a base de meu pênis, esfreguei em sua entrada e senti Candy tremer. Entrei nela lentamente. Comecei a estocar devagar, depois rápido bastante rápido. Podendo ouvir os estalos que dava os nossos copos ao se tocarem.
Estava maravilhoso.
- Arrrr. - Gemeu Candy. - Bota o dedo. - Obedeci, pus o dedo primeiro em seu pondo G, depois em entrada, podendo sentir junto o meu pênis, entrando e saindo com rapidez. - Eu vou ... gozar. - Disse e logo, minutos depois sentir seu líquido quente derramar em meu pênis. Logo depois foi a minha vez, dei bombadas fortes logo sentir o meu gozo saindo de meu pênis.
- Arrr. - Gemi de alívio.
Tirei meu pênis de sua buceta, e Candy caiu do meu lado. Deixando eu, ver seu rosto finalmente depois da transa.
- Eu gostei dessa. - Disse
- Eu gosto de todas as nossas transas. - Ela sorriu mordendo seus lábios e disse:
- Caraca, eu tenho que mandar a foto da composição da nossa música pra Vadia da Lissa. - Falou erguendo a mão em direção à cômoda onde havia deixado.
Pôs a folha na colcha da cama, pegou o seu celular mirou a câmera no papel e vi o flashsaindo. Ela iria provavelmente mandar pelo Whatsapp.
- Vem. Mandou, agora vamos dormir. - A puxei.
- Te amo. - Disse e me selou.
- Te amo.
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