13 de Abril de 2012, 07h32 a.m - National Institute Elite, Sala de aula - Hinet Carolli.
Pus a minha mochila nas costas de novo, e fui em direção a sala ao ver que horas eram.
Entrei na sala, olhei pro Chris e assenti. Vi ele suspirar aliviado.
- Bom dia, gente feia. - Digo ao ver a minha galera.
- Nossa. Falou a linda. - Zoou Candy.
- Sempre, queridinha. - Digo dando um sorrisinho.
...
- Vou guardar esses livros, e aproveito pra observar se ela já viu. - Digo falando com Chris.
- Tá. Tô te esperando lá no pátio. Vai querer o de sempre?
- O de sempre. - Ele estava se referindo ao meu lanche.
- Tudo bem. - Nos selamos e saí.
Peguei os meus três livros, e fui em direção aos armários.
Ao entrar na ala dou de cara com Holli, no seu armário, com o sorriso de orelha a orelha com o envelope azul em mãos.
Casal 1 x 0 Holli
Sorri. E fui em direção ao meu armário e guardei meus livros.
Fui em direção ao pátio.
- E aí? Ela tava lá? - Christian perguntou baixo.
- Sim. Toda feliz. - Digo dando um riso.
- Aqui o seu lanche. - Ele disse, e pôs a bandeja com algumas comidas em meu colo.
- Obrigada.
...
Já era 05h37 p.m., já tinha acabado o treino por hoje. E vi a Holli ir correndo em direção à saída.
Tenho certeza que essa aí chega antes do horário combinado.
Além de eu ter percebido que hoje, tanto na escola, quanto no treino ela não tirava os olhos de Justin.
Eu e Chris fomos pra casa. Nos banhamos, - juntos - jantamos com os meus pais que chegaram mais cedo do que o normal.
Saímos de casa, exatamente às 07h00.
Meu namorado estacionou o carro na vaga que tinha. E saímos do mesmo.
Andamos ate o banco, onde vimos ontem, justamente onde marcamos com Holli.
E ali estava ela. Toda jeitosinha. Cabelo transado, vestido azul solto florido, com a carta na mão.
Fomos em sua direção, e eu disse:
- Que bom que você veio. - Digo cruzando os braços com Chris atrás de mim.
- O que vocês estão fazendo aqui? - Disse ela, virando bruscamente olhando para nós com a expressão assustada, e depois olhou para os lados. Bem a procura de Justin. - Acho melhor vocês irem embora.
- Por quê? - Perguntou Chris cínico.
- Eu estou esperando uma pessoa. - Disse baixo.
- Nós conhecemos?
- Não. - Respondeu rapidamente.
- Hum. Podemos ficar para conhecê-lo?
- Não. - Disse, de novo rapidamente.
- Tudo bem. Chega de palhaçada. O que você quer com o Justin, hein? Garota, ele não é pro seu bico. Sai de jogada, por que já tem dois jogadores em campo, e e nenhum deles é você, e sim Candice Smith e Justin Bieber.
- Do quê você tá falando? - Fez-se de confusa.
- Oh Holli pode parar de graça. - Disse Chris. - Ou você acha que foi Justin que escreveu a porra dessa carta? Aliás, você acha que ele, pelo menos viu a cor da dessa tua cartinha que tu mandou? - Ele disse balançando a carta - que trouxemos - em sua mão direita.
- Mas ele escre ...
- Ai que bobinha DA PORRA. - Comecei a gritar. - ELE NÃO ESCREVEU PORRA NENHUMA, NEM UMA LETRA, NEM UMA VIRGULA, NEM UM PONTO, NADA. ELE NÃO ESCREVEU NADA. ELE NEM FICOU E NEM VAI FICAR SABENDO QUE ELE TEM UMA ADMIRADORAZINHA DE MERDA ATRÁS DELE. ELE TÁ FELIZ, PORRA. JUSTIN TÁ FELIZ COM A CANDY. A CANDY TÁ FELIZ COM O JUSTIN. OS DOIS SÃO FELIZES JUNTOS. BASTA NICOLAU ATAZANANDO A VIDA DELES E AINDA VEM VOCÊ? CARALHO, VOCÊ SE FAZ AMIGA DELA. HOLLI VOCÊ FALA COM A MINHA AMIGA, NA MAIOR CARA DE PAU.
- Como vocês ficaram sabendo disso? - Fungou.
- Ah! Como? Simples. Vou te explicar tudinho: lá estava eu indo encher o meu litro, até que paro ao ouvir vozes. E adivinha? Uma delas era a sua. Eu, como uma pessoa muito, bastante curiosa. Fiquei colada da parede ouvindo a grande conversa. Enfim, ouço a nossa amada Holli dizer que AMA O NAMORADO DA MINHA MELHOR AMIGA. - Exaltei-me novamente. - E também que havia deixado uma carta de amor no armário do Justin. Como eu sabia, eu não iria deixar você acabar com o namoro deles. Consegui pegar a chave do armário do Bieber; consegui pegar a carta; lemos a cartinha; Chris escreveu outra. No outro dia, como eu não sabia o seu armário, esperei chegar; te segui; fingi que estava no meu armário; você saiu e check in marte. Pus a carta do "Justin" no seu armário. - Fiz aspas. - A garotinha caiu.
- Você não podia ter feito isso. - Levantou-se.
- Ah não? Por quê? E se fosse a sua amiga? E se você soubesse que tinha uma menininha tentando roubar a felicidade da sua amiga? Hein? RESPONDE.
- Desculpa. - Desabou. - Desculpa mesmo. Eu não queria ter começando a sentir isso. Quando eu dei por mim já tinha fluido. - Disse chorando. - Por favor, não contem nada pra Candy. Por favor. - Chorou.
Joguei a carta que seria pra Justin e sua direção e dei as costas.
Não disse nada.
Eu não iria contar. Mas também não precisava ficar falando.
- Por favor, não estraga a felicidade do Justin, já que você o ama. Ela é a primeira pessoa que ele sente isso, o amor. E ele mesmo me disse isso. - Parei e falei baixo e saí da praça indo pro carro de Chris.
Enquanto Chris dirigia em direção ao condomínio em que eu morava, me lembrei do dia que Justin disse:
Lembrança ON:
- Para de olhar assim pra ela. Tá parecendo um idiota. - Digo rindo.
- Eu tô um idiota. - Disse se deitando na grama do pátio da escola.
- Você tá amando, garoto. - Digo bagunçando seus cabelos.
- Ela é a primeira e a última. Posso estar dizendo essas coisas precipitadamente, mas sei lá, eu sinto sabe? É algo extraordinário, estranho, bonito. Eu tô adorando isso que eu estou sentindo. Caralho. Estou parecendo um gay.
Lembrança OFF
14 de Abril de 2012, 06h12 p.m - Condomínio The Luxury, Quarto - Candice Smith.
- Eu tô morta de cansada. - Digo me jogando no tapete fofo de meu quarto.
- Amor, você não pode morrer. - Disse, e se jogou ao meu lado no chão. - Temos que nos casar. Ter no mínimo dois filhos.
- Nossa, que você tá pensando na nossa vida sem mim. - Fiz biquinho.
- Sempre. - Selou-me. - Ah! - Subiu em cima de mim. - Já sei pra onde vamos viajar nas nossas férias.
- Loiro, - Digo bagunçando seus fios, propriamente loiros. - ficaremos de férias daqui há três meses.
- Mesmo assim, eu já pensei.
- Então, onde irá ser?
- Canadá, mas precisamente em Strafford. - Disse.
- Ficaremos na casa dos seus avós? - Digo animada. Justin já havia falando deles pra mim.
- Sim. - Sorriu.
- Mas tem um problema. - Deixei de lado a animação.
- O quê?
- É que, eu tinha combinado com Lissa que iria passar as minhas férias lá em Londres. - Digo o olhando com um certo receio.
- Ah sério? - Disse desanimado.
- Sim. - Assenti com a cabeça também.
Ficamos um tempo nos olhando. Até que eu tive uma ideia maravilhosa.
- Melhor. - Digo entusiasmada novamente.
Ele olhou-me estranho e saiu de cima de mim. Me pondo em seu colo.
- Diga a sua ideia.
- Como nós queremos ir para lugares diferentes. Tá, nem tanto. Nós podemos ficar 15 dias em cada lugar, 15 em Strafford e 15 em Londres. Um mês certinho. Os dias que faltarem, nós aproveitamos aqui mesmo, em Atlanta. O que acha?
- Eu acho ótimo. - Deu o largo sorriso.
- Agora eu vou banhar, por que eu tô cansadíssima. - Digo levantando de seu colo.
Indo para o banheiro, tirei a minha camiseta vermelha, encostando meu pé direito no calcanhar so pé esquerdo, tirando o tênis. Fiz o mesmo com o pé direito.
- AI ESSA BUNDA, SENHOR. - Justin gritou.
- Para de me olhar, porra. - Digo rindo.
Sentei no vaso com a tampa fechada, comecei a descer a maldita legging. Depois tirei a calcinha e o sutiã. Pus as roupas sujas no cesto de roupas, debaixo da enorme pia.
Entrei no box, liguei o registro, e dei um passo pra ficar debaixo do chuveiro.
Parecia que todas a gotículas de água que saía no chuveiro me perfurava, literalmente.
Passei as mãos em meus cabelos, peguei o xampu com cheiro de morango, despachei um pouco em minha mão esquerda, deixei o frasco do xampu onde estava e ensaboei as minhas duas mãos, e direcionei aos meus cabelos lisos. Enxaguei bem, tirei todo o produto de meu cabelo com água, e fiz, quase o mesmo processo, com o sabonete passando em meu corpo.
Desliguei o registro, peguei a minha toalha e sai do box, indo em direção, ficando, à frente no espelho. Enxuguei-me. Hidratei a minha pele, e saí do banheiro. Justin já não estava no quarto.
Fui para o closet. Peguei uma calcinha preta apenas. Um short jeans despojado, e uma blusa apertada por conta dos seios sem sutiã.
Fui para o quarto, e Justin estava entrando no mesmo com o seu violão.
- Você foi em casa pegar o violão? - Perguntei confusa indo para a mesa do notebook.
- Não, ele tava no carro, no banco de trás...
- Eu não vi. - Pensei alto.
- É, não viu. Peguei trouxe ele pra cá. Ah! Tomei a liberdade de banhar no quarto de hóspedes.
- Tudo bem. - Digo virando a cadeira giratória para a mesa, ficando com o notebook no meu campo de visão.
O liguei, abri o programa que dava ao Google e pesquisei: "Strafford".
- Você tá pesquisando sobre Strafford? - Riu. - Amor, é uma pequena cidade.
- Tudo bem. Mas o foco não é esse. - Digo teclando.
- Então qual é o foco? - Perguntou se encostando na mesa.
- Ver as paisagens oras.
- Ah bom. - Ele disse, pondo seu pé esquerdo no joelho direito, para apoiar o violão e começou a fazer uns acordes.
Eu achava lindo pessoas que sabiam tocar violão. Eu achava delicado, e lindo de novo.
Eu queria aprender a tocar violão, mas não tenho vocação, e nem um conhecido - com quem eu falo - não tocava violão, porém Justin toca, mas o violão dele é especial, é apropriado, é pra gente canhota e eu não sou canhota.
- Eu queria aprender a tocar violão.
- Eu te ensino oras. - Disse ainda tocando, porém me olhando.
- Mas eu não sou canhota, Bieber. - Digo me levantando da cadeira e me sentando na cama.
- Hum ... Verdade. - Falou vindo se sentar ao meu lado também.
- Amor, eu tô casadona. - Jogo meu próprio corpo na cama.
- Cochila. Eu vou ficar acordado. Te chamo pra nós jantarmos.
- Tudo bem. - O selei e fui um pouco pra cima, me acomodando.
14 de Abril de 2012, 06h57 p.m - Condomínio The Lexury, Quarto - Justin Bieber.
Enquanto ela dormia ou chochilava eu a olhava. Tão serena, calma, até parece que era inocente. Peguei o papel em cima da mesa do notebook e uma caneta, voltei pra cama e comecei a rabiscar algumas letras. A cada frase que eu escrevia a eu a olhava.
Eu estava compondo uma música, e ela, a nossa história de amor eram a mimha inspiração.
Não era a minha primeira composição, mas era a mais verdadeira até então. Era a composição falando do meu primeiro amor.
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