sexta-feira, 27 de junho de 2014

By Your Side: Capitulo 25 - Diagnosis


10 de Abril de 2012, 09h25 a.m - Clínica San Diego - Candice Smith.
Havíamos chegado cinco minutos adiantados pra fazer os exames juntamente com as consultas.
Estava eu, minha mãe e Justin. Meu pai não pôde vir por conta da empresa, mas ele estava torcendo para não ser nada demais.
Minha mãe estava preocupada, porém tentava não deixar transparecer. Já Justin estava preocupado e não tentava esconder em momento algum, e olha que eu nem lhe contem da menstruação precoce.
- Candice Nunes Smith? - Ouvi pronunciarem o meu nome e me levantei. - Consultório 7. - Disse a moça.
- Vamos? - Digo. E meus acompanhantes se levantam e começam a me seguir.
- Será que eu posso entrar com vocês? - Perguntou Justin ao ver que estávamos à porta do consultório 7.
- Eu não sei. - Disse minha mãe. - Eu vou perguntar. Você fica aqui. - Disse ela abrindo a porta.
- Tá bom. - Ele disse e o selei.
- Bom dia. - Eu e minha mãe dissemos juntas.
- Bom dia. - Disse o doutor.
- Pode deixar entrar o meu namorado? Ele quer saber o que eu tenho. Ele quer ouvir de sua boca. - Digo.
- Pode. - Disse dando um riso de lado.
Levantei-me - pós já estava sentada - abri a porta e falei com Justin que ele podia entrar, e entrou. E disse:
- Bom dia.
- Bom dia. - Disse o doutor de novo. - Sentem-se. - Nos estamos um do lado do outro. E ele começou: - Você é a Candice? - Perguntou me olhando.
- Sim, sou eu.
- O que sente, Candice? - Ele perguntou.
- É. Ante ontem eu comecei a sentir dor ao respirar, a minha respiração estava curta. Eu...
- E ontem, à noite, ela teve menstruação precoce. - Interrompeu minha mãe. - Era muito sangue, doutor.
- Tem certeza que era menstruação? - Perguntou ele.
- Sim, não tinha odor, era sangue puro. - Disse ela.
- Tudo bem. Responda-me uma coisa Candice: você sentiu algum tipo de desinflamação na parte torácica?
- Sim, na parte do meu pulmão.
- Tudo bem. Eu tenho um palpite do que seja, mas não vou tirar conclusões precipitadas. Vamos fazer uns exames agora. Eu mesmo vou cuidar disso. Vamos pra sala de radiografia. - Disse ele se levantando.
- Que tipo de radiografia? - Perguntou Justin.
- Vamos fazer a radiografia do tórax.
Fomos pra tal sala. Uma enfermeira deu-me uma vestimenta apropriada - apenas com aquela roupa verde e de calcinha - para fazer o Raio X. Direcionou-me para uma maca/cama e e pediu para quê eu não me mexesse. Assim fiz. E observei a maquina passar da minha cintura para cima, "despejando" um pouco de radioatividade.
Demorou mais ou menos uns cinco minutos. Tirei a roupa que estava usando no momento e pus a que tinha vindo.
O doutor nos esperava do lado de fora da sala e disse:
- Já já sai o resultado. Quando o sair os chamarei. - Disse Dr. Antônio e saiu.
...
- Está aqui o resultado. Vamos ver no que deu. - Ele disse pegando o resultado e pondo em um espécie de máquina branca com luz e pregando o resultado, vendo como está o meu tórax.
Ele continuou analisando e voltou para sua cadeira. E começou:
- Bom, as minhas suspeitas estavam certas. Você está com Pleurisia. - Disse ele.
- Que porra é essa? - Pergunto.
- Candice! Olha a boca. - Disse minha mãe repreendendo-me.
O doutor riu e continuou:
- A Pleurisia é uma inflamação na pleura. A pleura é um tecido fino que recobre toda a superfície dos pulmões. Ela é lisa e permite um melhor deslizamento entre a parede torácica e os pulmões, facilitando a respiração.
- Então, como ela se desenvolveu em mim?
- Quando a pleura, por algum motivo, fica inflamada, ela torna-se mais rugosa e grossa. A esta condição se dá o nome de pleurisia.
- É, me explica o que dar na Raio X. - Disse minha mãe.
- Tudo bem. A radiografia demonstra o derrame pleural, que é característico nas inflamações que acometem a pleura. Este derrame pleural é o líquido que fica entre o pulmão e a parede do tórax, resultado da inflamação da pleura. O derrame pleural pode ocorrer nos dois lados do tórax ou de um lado só. - Explicou.
- E tem tratamento? - Perguntou Justin.
- Sim, tem. O tratamento será decidido de acordo com a causa da pleurisia. Poderá ser necessário o uso de analgésicos e anti-inflamatórios para o alívio da dor torácica.
- E o tal líquido? Tem tratamento? - Pergunto.
- A retirada de líquido da pleura ou, até mesmo, de fragmentos da pleura, poderá ser necessária para se descobrir a causa da pleurisia e, então, definir o tratamento. Mas, não irá precisar você fazer este tratamento.
- Ah! O.k.
- E o porquê da menstruação precoce? - Perguntou minha mãe.
- É normal, ter menstruação precoce na idade dela, pois menstruação dela ainda não se normalizou. - Explicou.
Ficamos ali mais um pouco, pois o médico estava dando as receitas para comprar os analgésicos e anti-inflamatórios para o meu tratamento.
Minha mãe parou logo em uma farmácia e comprou os remédios que precisava.
...
Chegamos em casa, às 04h24 da tarde, e por incrível que pareça, meu pai estava em casa. Ele queria saber o diagnóstico e nós falamos. Todos nós estávamos aliviados.
Eu e Justin fomos para o meu quarto, nos banhamos e começamos a namorar.
- Estou no tédio. - Digo bufando me jogando na cama.
- Mas eu estou aqui, princesa. - Disse ele vindo para cima de mim.
- Você é muito convencido, sabia? - Digo o selando.
- Eu não sou convencido, e sim, realista. - Disse e me beijou.
Minha mão foi em sua nuca, aprofundando o beijo, fazendo que nossa língua transita-se uma na boca da outra.
Terminamos o beijo com selinhos. Ficamos nos olhando.
- Já sei. - Digo animada.
- O que, menina? - Perguntou confuso.
- Vamos jogar Twister? - Digo o tirando de cima de mim, e me levantando.
- Você tem o tapete?
- Tenho. - Digo indo pegar.
- O.k. Vamos jogar. - Disse ele.
Botamos o tapete de plástico no chão, e do lado o spinner - rotela - .
- Quem vencer vai ganhar o quê? 
- Num sei. Não pensei nisso. - Digo entortando a boca.
- Eu já sei. - Disse um sorriso malicioso.
- Justin, isso vai ser como as duas partes ganhasse, por que nós dois vamos praticar. - Digo.
- E daí? Vamos logo. - Disse se posicionando. 
- Pera. Já que quer assim, vamos fazer uma coisa "mais difícil". - Digo tendo uma ideia.
- Como assim?
- Já volto. - Digo indo em direção do quarto dos meus pais, indo, especificamente, para ocloset na parte de seu Jonas.
Procuro uma camisa e uma calça branca, logo acho.
Vou em direção ao escritório, onde minha mãe deixa algumas tintas e pego as seguintes cores: azul, verde, amarelo e vermelho. Pra minha sorte, também acho um pincel.
Subo as escadas, chegando em meu quarto.
- Veste isso. - Digo jogando a roupa em cima dele.
- Pra quê? - Perguntou confuso.
- Veste. E o resto deixe comigo.
- Tá. - Disse confuso. E vestiu a roupa branca.
- Agora deita na cama. - Assim ele fez. Subi na cama, abri a tinta azul, melei o pincel com a tinta e fiz a primeira bola na camisa, perto do peito, duas bolas azuis, uma do lado da outra. Depois a tinta verde, debaixo da azul, uma do lado da outra também. Abri a tinta a amarela e fiz o mesmo processo. Peguei a tinta principal, a vermelha, melei bem o pincel, abaxei-me mais um pouco, ficando na altura do zip da calça, fiz uma única bola ali. Ele riu.
- Agora eu tendi tudo. - Disse malicioso.
- Fica aqui, na frente do umidificador pra secar rápido. Por enquanto eu vou guardar as tintas.
O deixei em frente à maquina com o ar gelado, e fui deixar as tintas em seus devidos lugares.
Voltei para o quarto, e ele disse:
- Olha, eu acho que você, amor, deve fazer um spinner, deixando a maior parte vermelha. - Disse safado.
- Não, claro que não. Até por que essa é a graça. As cores irão ficar iguais, no tamanho igual na roleta, SE você tiver sorte de cair na bola vermelha, - frisei o "se" - você já sabe o que vai ganhar. - Digo rindo maliciosa.
- Sério? - Ele perguntou animado e surpreso.
- Muito sério. - Digo dando um sorriso de lado.
- Amor, vamos jogar logo. - ele disse se deitando na cama.
- O.k apressadinho. - Disse subindo na cama e rolado a pequena roleta. - Hum azul, mão esquerda. - Rolei novamente e deu amarelo, pé direto. - Agora você vai ter que me aguentar em cima de ti. - Rimos.
- Sempre vou te aguentar em cima de mim. - Disse em sentindo de ambiguidade.
- Sempre. - Riu. - Rola loga.
Rolei e deu verde pé esquerdo. Ele riu.
- Não ria. Estou ficando em uma posição nada agradável. - Digo ficando na posição certa. - Agora queridinho, torça pra quê der vermelho, por que uma mão, e os dois pés estão ocupados. - Digo rindo. - Essa é a sua chance.
- O destino estar ao meu favor. Ele está. Tem que estar. - Disse.
- Vou rolar. - Digo usando a única mão disponível, a direita. E rolo.
Meus e os olhos de Justin estavam olhando para o palito que rolava entre as cores. Ele, com certeza torcendo para que caísse na cor vermelha.
A palito foi parando aos poucos. E quase saindo da cor, o palito para.
Parou na cor vermelha.
Merda.
- TOMA, CARALHO. - Disse ele comemorando. Dando-me um selinho.
- É, né?! De certa forma eu prometi. - Digo suspirando fraco.
- É, você prometeu. - Disse dando um sorriso de lado.
- Então vamos lá. Não sou de descumprir promessas.
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segunda-feira, 23 de junho de 2014

By Your Side: Capitulo 24 - Health Problems


09 de Abril de 2012, 09h57 a.m - National Institute Elite - Candice Smith.
Estávamos tendo aula de Língua Inglesa, na matéria que eu jugo ser ótima.
Porém, eu comecei a passar mal, bem mal.
Eu tentava respirar fundo e soltar de vagar.
Tentava puxar ar para meus pulmões, mas era em vão.
Eu estava sentindo dor ao respirar, estava com uma puta falta de ar.
- Justin. - Sussurrei tão baixo, que pensei que o garoto que estava do meu lado não tinha me ouvindo, engano meu: -
- Oi? - Ele disse e olhou para mim. E se assustou a notar como eu estava. - Você tá bem, amor?
- Eu tô passando mal, Justin. - Digo e vejo ele pôr sua carteira onde estava sentando pro lado, para dar espaço para passar.
- Ai meu Deus. - Ele disse e a primeira coisa que ele fez foi: amarrar meu cabelo. Graças a Deus. Aqueles fios pareciam que estavam me sufocando. - O que você sente? - Ele perguntou. Seus olhos esbanjavam preocupação. A essa altura, todos da sala de aula nos olhavam.
- Tá doendo, amor. Tá doendo muito. - Digo já chorando.
- Justin, leva ela pra enfermaria. - Ouço o professor falar.
Sinto Justin pegar-me no colo e sair da sala.
- Vai, me fala onde tá doendo? - Pergunta andando rápido comigo em direção à enfermaria.
- Tá doendo ... na hora de respirar. - Digo com dificuldade.
- Calma. Vai ficar tudo bem. - Ele disse. E começou q falar: - Tia, ajuda aqui. - Ele deveria ter chego já na enfermaria.
- O que ela tem, Justin? - Perguntou. Justin, ele havia me pondo na maca que tinha ali.
- Ela ta sentindo dor ao respirar.
- Ai caraca. - Ouvi a enfermeira dizer. - Aqui nós só temos sprays descongestionantes e comprimidos anti-histamínicos. - Disse. A cada vez mais sentia a falta de ar e a dor. - Como eu sei que o spray não vai fazer efeito sozinho, eu vou usar os dois. - Ela disse. E foi para o pequeno armário branco que tem ali. E pegou algo branco e uma cartela de comprimidos. - Levanta um pouco a cabeça dela Justin. - Disse. E o mesmo fez. - Abri a boca, querida. - Assim fiz abri a boca e senti a Dona Vera esborrifar algo em minha boca e pôr um comprimido e dando-me um pouco de água. - Candice, quando os remédios começar a fazer efeito, vai acontecer quê, a sua respiração estiver voltando, vai doer muito, mais muito mesmo. - A ouvi dizer, e senti Justin entrelaçando nossas mãos direita, a minha esquerda, deixei na lateral da maca.
Ele me olhava nos olhos. Ele estava preocupado eu podia perceber isso.
- Vai ficar tudo bem. Eu estou aqui com você. - Sussurrou.
Apenas assenti, sentindo as lágrimas que estavam acumuladas em meus olhos derramarem-se.
Até que senti o primeiro sinal que a minha respiração estava voltando, fazendo que a dor que sentia aumentasse.
- AI. - Digo ao sentir algo quente passar por meus pulmões. - AIIIIII. - Arqueei minhas costas. - AII. - Senti algo dessa vez mais intenso, o ar estava subindo rapidamente. - Aiiiii.
- Agora tenta respirar fundo. - Ouvi Vera falar. Fiz o procedimento que havia mandado.
Senti um grande alívio, ao perceber que a minha respiração havia voltado. Eu não gemia, não gritava mais da dor que sentia quando o meu ar, o meu oxigênio estava à tona.
- De novo. - Pediu.
Respirei fundo mais uma vez, apenas senti uma pequena dor. Nada demais.
- Sentiu alguma coisa? Dor? - Perguntou Vera.
- Só uma dorzinha rápida. - Sussurro.
- Normal. - Disse. - Mesmo você estando bem, eu tenho que te dar autorização pra você ir pra casa para descansar. Você tem que ficar deitada e em um lugar sossegado, e a escola está longe disso. - Disse, se dirigindo para uma pequena mesa, e pegando um papel onde havia o nome da escola e outras coisas necessárias.
Justin me pôs sentada, e pude perceber o quanto era bom respirar sem haver problema algum.
- Assine aqui Candice. - Justin ajudou-me a descer da maca e a ir em direção à mesa. Sentei-me na cadeira à frente da mesa e assinei. - Agora, leve esse papel para a pedagogia, para lhe liberarem.
Justin pegou o papel da autorização, pegou em meu braço, depois passando para a minha cintura e saímos dali.
- Você tá melhor mesmo? - Ele perguntou.
- Estou. Mas eu preciso deitar. - Digo.
- Só eu dar essa autorização na pedagogia e eu te levo pra casa.
- Eles não vão te liberar.
- Eu sou um jeito. - Disse e abriu a porta da sala de pedagogia. - Bom dia. - Disse ao entrar na sala e se sentando e me ajudando a sentar nas cadeiras à frente a pessoa.
- Bom dia.
- Então, é que a minha namorada passou mal, eu a levei pra enfermaria e a Dona Vera, autorizou a saída dela, pra ir pra casa, descansar. - Ele disse entregando o papel.
- Assine aqui, Senhorita Smith. - Disse a Senhora Rouset como eu pude ver o nome em seu crachá. - Está liberada. - Agora eu tenho que me ligar para o seu responsável.
- Não, não precisa. Ela vem comigo, eu levo e a deixo. Então, eu tenho que a levar pra casa, eu tenho que cuidar dela.
- Mas você não tem autorização para sair da escola, Senhor Bieber.
- Os pais dela estão trabalhando. Cara, o que custa vocês me liberarem, quem vai cuidar dela, se eles estão trabalhando? Eu tenho que ir.
- É, você tem razão. Está liberado, assine aqui. - Ela disse, Justin se curvou e assinou. - Melhoras, Senhorita Smith.
- Obrigada. - Digo baixo.
Justin pegou a minha mão, e fomos assim onde era a nossa sala de aula. Ele iria pegar nossas mochilas.
Ele selou-me, pós sua cabeça para dentro da sala, entrando na mesma deixando uma brecha que dava exatamente para onde Kamilla estava sentada.
Justin estava indo em direção onde estávamos sentados.
Volto a olhar para Kamilla, que olhava-me com um sorriso cínico em seus lábios. A vi mexendo os lábios com as seguintes palavras:
Era pra você ter morrido, vadia. - Disse e pois sua caneta na entre seus dentes. E eu que era a vadia.
Também mexi meus lábios, com a seguinte frase:
- Não foi dessa vez, Vadia. - Podia não estar me sentindo bem, mas não deixaria ela sair por cima.
Ouço alguém assobiar, atraindo toda a minha atenção. Era Hinet, perguntando seu eu estava bem. Assenti e dei um sorriso confortante pra a minha amiga.
Justin pegou nossas mochilas e fomos para o estacionamento.
...
Estava deitada em minha cama, enquanto Justin fazia carinho, cafuné em minha cabeça.
Justin insistia em ligar pra minha mãe, para dizer que havia passado mal. Mas eu sempre negava, ele não me ouviu e ligou.
Em menos de meia hora minha mãe e meu pai chegaram e não saíram mais de meu quarto.
- Vocês deviam ter me ligado quando você estava passando mal. - Reclamou minha mãe. - Amanhã você não vai pra escola. Jonas dei-me aqui o seu celular. - Pediu minha mãe.
- Porque não vou pra escola amanhã? - Pergunto confusa. Enquanto ela digita algo em celular do meu pai e logo põe contra a orelha.
- Alô? Boa tarde. Com quem eu falo? - Disse minha mãe falando ao telefone.
- Oi Elisa, você fala com Morganna Smith. Eu gostaria de marcar uma consulta para amanhã.
- Hoje, ela, a minha filha ficou com falta de ar e dor ao respirar.
- O nome dela é Candice Nunes Smith. 
- Dr. Antônio, é isso?!
- Na parte da manhã? Ótimo.
- Obrigada, você. - Desligou.
- Amanhã eu não vou pra escola por que eu vou me consultar? Ah não.
- Consultar e examinar. Por isso que começa pela manhã, pois vai ser longo. - Disse minha mãe.
- Eu odeio hospital mãe. Eu odeio clínica.
- Não quero saber minha, filha. Eu quero o teu bem e você vai amanhã saber o que você tem.
- Tá mãe, tá. - Resmungo.
- Isso é que horas? - Perguntou Justin.
- É às 09h30, vamos sair daqui meia hora antes.
- Eu vou com vocês.
- Não amor, você vai perder aula. Já perdeu hoje. - Digo o olhando.
- Não quero saber. Eu quero estar com você. - Disse dando-me um selinho.
- Mas ...
- Nada de mais. Eu vou com você e ponto.
- Tá desculpe, papai. - Brinquei.
- Como assim? Você tem outro pai? - Perguntou Jonas.
- Não, pai. - Ri.
- Ah sim. Comecei a ficar com dor de cabeça. - Disse ele.
- Olha respeito, Jonas. - Disse minha mãe passando por ele, e "tacando" o celular em seu peitoral, com brincadeira.
...
Justin havia ido embora depois te muito o pedir ele foi.
Estava assistindo TV, meu quarto estava todo fechado. Nada de luzes, apenas da TV.
Do nada, sinto algo quente descer entre minha pernas em abundância.
Olho e vejo algo derramando, pego meu celular, o ligo ponho a luz contra as minhas pernas e era sangue. Muito sangue.
- MÃE? - Começo a ficar apavorada. - MÃE? MÃE?
Não, eu não podia ter menstruado agora, eu só fico no final do mês. Final. Ainda estamos no começo de Abril.
- Oi? Aconteceu alguma coisa? - Entrou minha mãe no quarto ofegante.
Tirei rapidamente os dois edredons que estavam da minha cintura pra baixo e ela olha com os olhos arregalados.
Era muito sangue. Era sangue fora do normal.
- Candy vai pro banheiro agora. - Ela mando. - CECÍLIA? CECÍLIA RÁPIDO. - A ouvi chamar nossa empregada. - Cecília muda a capa da cama, a colcha. Por favor. - Minha mãe chegou no banheiro.
- Tira esse moletom - Ela disse, indo em direção ao armário debaixo da pia e pegado um pacote de absorvente. enquanto em tirava a minha calça. - Senta aqui. - Ela disse me pondo em cima do vaso sanitário - com a tampa fechada - . Tirou minha calcinha - aquilo podia ter sido constrangedor, mas na situação que estávamos, aquilo era o mísero detalhe.
Ela pegou uma toalha que estava enrolada e começou a passar entre minhas pernas, as limpando.
Ora molhava com a mangueirinha que tinha perto do vaso, ora enxugava, tirava o sangue com a toalha.
Minha mãe, limpou-me tonta da cintura para baixo. Pegou outra calcinha pra mim, pôs um absorvente nela e deu-me pra mim vestir.
- Tá certo? A sua menstruação está certa? - Perguntou ela preocupada.
- Não, ela sempre vem no final do mês. - Digo.
- Veio muito, veio muito sangue. Era sangue puro, não tinha odor, isso é menstruação. - Disse ela. - Amanhã nós aproveitamos e perguntamos pro médico, mas você teve menstruação precoce.
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domingo, 22 de junho de 2014

By Your Side: Capitulo 23 - Romantic Beach


08 de Abril de 2012, 02h32 a.m - Condomínio Puerto Rico, Quarto - Justin Bieber.
- Viu como não demorou? - Digo eu, deitando-me na cama, que ainda não estava em seu lugar de origem.
- Ai que vergonha da sua mãe, amor. - Disse ela deitando- se do meu lado.
- Não precisa, gata. - Digo a abraçando de lado.
- Claro que precisa. Ai meu Deus. Será que ela sabe ou acha que a gente fez? - Perguntou assustada.
- Fez o que?
- Você sabe, nem vem. - Disse envergonhada.
- Claro que sabe. Eu não te falei que foi ela que me ajudou a arrumar aqui, pra nossa noite?! - Disse a selando.
- Disse. Que vergonha.
- Por quê? - Fiquei em cima dela.
- Por que eu conheci a sua mãe hoje, e logo nós fizemos amor. - Beijei o seu pescoço.
- Não precisa ficar assim. - A beijei.
Segurei seus cabelos com as duas mãos, e continuei a beijá-la.
Eu quero fazer amor. - sussurrei em sua boca que estava colada na minha. - Um pouco selvagem. O que acha? - Digo beijando o seu pescoço.
- Eu acho ótimo. - Disse ela e segurou firme em meus cabelos para quê pudesse me beijar.
A beijava com todo o desejo do mundo. Pus minhas mãos em suas maçãs do rosto, subi, parando de cada lado de sua orelha. Fui apenas um pouco para o lado com as minhas mãos, e segurei seu cabelo, puxando-os.
Mordi o seu lábio inferior, ela fez o mesmo com o meu.
Desce meus beijos pelo seu busto. Tirei a camisa que ela estava vestida.
Comecei a beijar e massagear seu seio esquerdo, mordia seu mamilo de leve. Levando-a a loucura.
Beijei o outro, mordi o mamilo o puxando, fazendo que Candy arquear suas costas.
Desci os beijos novamente, chegando no cós de sua calcinha e a tirando.
Abaixei-me mais um pouco ficando na altura de sua buceta.
Passei minha mão por sua superfície fazendo Candy gemer. Pus um dedo dentro de minha namorada e outro acariciando seu clitóris.
- Ar. - A ouvi gemer e senti a mesma puxando o meu cabelo.
Comecei a chupar sua vagina com certa voracidade. Fazia movimentos circulares, ora metia minha língua ora mordia de leve seu ponto de prazer, o clitóris.
Ao perceber que ela estava quase gozando, tiro o único dele que estava dentro de sua xanae vou correndo pegar a camisinha que estava debaixo dos edredons no chão.
Rasguei-o rápido, e pus o silicone em meu pênis.
Voltei correndo para a cama, abrindo suas pernas e penetrando-a sem aviso prévio.
- Isso ... mete rápido. - Gemeu.
Sabe o porquê que eu fiz isso. Por que sei que quando elas estão quase a gozar, elas ficam loucas, com fogo.
Entocava cada vez com mais força possível.
- Mais rápido? - Pergunto continuando a entocá-la.
- Muito mais rápido. - Gemeu cravando suas unhas em minhas costas.
- Geme pra mim. Geme. - Sussurrei em seu ouvido.
- Vai, vai. Mete. - Gemeu.
Dei algumas entocadas. E saí de dentro dela.
- Fica de quatro. - Falo, e a mesma fica na posição sem ao menos pelejar.
Peguei a base de meu pau e pus na entrada de sua vagina, esfreguei um pouco depois deslizei até o fundo de sua buceta.
- Ar. - Grunhi.
Pus minha mão em seu traseiro, incentivando as entocadas. Depositei um tapa em sua nádega direita, e Candy gemeu mais ainda.
Penetrava rápido, como Candice pedia.
Nossos corpos movimentavam-se de formas ritmadas.
Nós nos encaixamos tão bem.
Continuei a entocar em Candy. Ao sentir que nós dois estávamos chegando ao ápice. Curvei-me um pouco, pondo meu braço pra baixo, indo em direção à sua buceta e comecei a estimulá-la.
Balança minha mão, juntamente com os meus dedos em sua buceta freneticamente, fazendo que Candy empina-se cada vez mais sua bunda.
- Aiiiiiiiii. Porra. - Candy gemia enquanto gozava.
- Orrr. Ai meu Deus. - Gemi.
Percebi as pernas de Candy tremerem e ela apenas deitar na cama. E eu fiz o mesmo, cai por cima dela, mas ainda com o meu pau em sua buceta.
- Foda frenética. - Sussurro.
- Sexo frenético. - Corrigiu-me.
- Não, nós dois estamos errados. - Digo. - A frase correta é: Fizemos um amor frenético. - Digo.
- Amor frenético. Gostei. - Disse.
Eu, já por estar com a respiração, podemos dizer assim, normal. Inclinei-me um pouco pra cima, olhei para baixo, deixando que meu pênis saísse devagar de sua buceta. Ao sentir o contato, dei um gemido rouco. Saí inteiramente de Candy.
Podemos não nos encaixar quando não estamos fazendo amor. Mas nos encaixamos perfeitamente até sem ele.
Deitei-me ao seu lado, e a puxei para ficar do meu lado, com sua cabeça em meu ombro/braço, pós o mesmo rodeava seu pescoço.
- Boa noite. Te amo. - Digo, depositando um beijo em sua testa.
- Bom dia. - Riu baixo. - Te amo. - Deu-me um selinho.
É realmente, ela estava certa.
Olhei para o relógio de parede, que marcava exatamente: 05h53 da manhã.
...
Estava em um sonho tão maravilhoso com a minha garota. Porém, fui interrompido ao sentir leves beijos gelados em toda a minha face. Era Candy me acordando aos beijinhos.
- Acorda dorminhoco. - A ouvi dizer.
Antes de tentar abrir meus olhos, levei minhas duas mãos em direção aos meus dois olhos e os esfreguei. Aos poucos fui abrindo minhas pálpebras.
O quarto ainda tava escuro, porém pude ver um belo sorriso em seu rosto.
- Bom dia. - Digo.
- Boa tarde. - Disse rindo.
- Porra, hoje só tô dando bola fora. - Falo com a rouquidão que tenho ao acordar.
Riu e disse:
- São exatamente... - Ela olhou pro relógio e disse: - 02h43 p.m.
- Já?
- Ahã. Eu tô morrendo de fome.
- Vamos banhar, aí a gente como. O.k?
- O.k.
Nos levantamos, e fomos direto para o box, já que estávamos totalmente nus.
O nosso banho demorou, mais ou menos, 30 minutos. Nos enxugamos ali mesmo, no banheiro. E fomos para o quarto nos vestir.
Como Candy não havia trago roupa, procurei um box minha grande, preta. E uma camisa beje. E a mesma vestiu.
Já eu pus: uma bermuda e uma camiseta preta.
Fomos para cozinha de mãos dadas e encontramos minha mãe no cômodo.
- Boa tarde. - Eu e Candy dissemos juntos.
- Boa tarde. - Virou-se. - Dormiram bem? - Perguntou, e olhou para Candy de cabeça a baixo e riu.
- Desculpe os trajes. - Riu. - Mas é que eu não trouxe roupa. - Completou Candice.
- Tudo bem, querida. - Riu minha mãe.
- Ah! E nós dormirmos sim bem. - Candy respondeu lembrando da pergunta de minha mãe.
- Muito bem. - Digo safado.
- JUSTIN. - Repreendeu-me Candy, com o belo tapa em meu peitoral.
- Ue. Mas ela sabe de tudo, amor. - Defendo-me. - Como eu já disse: Dona Pattie sabe de tudo.
- Nada de vergonha, menina. Aqui é jogo aberto. - Disse Pattie.
- Viu? A Velha é gente boa.
- Justin, fala direito com a sua mãe.
- É, fala direito com a sua mãe. - Disse minha própria mãe. - Ah! Eu estou fazendo um bolo. Quando ficar pronto vocês irão querer?
- Eu não. Mas eu quero almoçar. Estou morrendo de fome. - Falou Candy passando a mão na barriga.
- É, eu também. O que é o almoço? - Pergunto.
- Frango assado recheado.
- Ai. Adoro. - Disse Candy.
- Querem que eu bote pra vocês? - Perguntou Sílvia.
- Não, não precisa. - Disse gentil Candy. - Eu ponho pra nós dois.
- Tudo bem, senhorita. - Sorriu Sílvia.
Candy pós nossas comidas, sentamos à mesa. À mesma proporção que comíamos, nós falávamos com a minha mãe, que terminava de fazer a massa do bolo.
Ajudei Candice com as louças e subimos para o meu quarto.
Pegamos os edredons e possamos na cesta de roupa suja. E botamos a cama no lugar.
E fomos para a varanda de meu quarto, onde tinha um sofá. Deitamos e começamos a namorar.
- Vamos tirar uma foto? - Propus.
- Claro.
Nos posicionamos e tiramos a foto, com a seguinte legenda:
justinbieber: " Now I only want you ..."
- Vamos sair essa noite? É domingo, amanhã tem aula. E vai começar os ensaios pro campeonato. - Falo.
- Tudo bem. É pra chamar a galera? - Perguntou.
- Não. Não. - Digo rapidamente. - Só eu e você. É ótimo ficar só eu e você. - Digo a selando.
- Ah! É?! - Perguntou animada. - Pra onde vamos?
- Sei lá. Eu quero ficar em um lugar que tenha pouca gente, sabe?! Que tal uma praia?
- Praia de noite, Justin?
- É, por quê? Não gostou da ideia?
- Claro que eu gostei. - Deu um lindo sorriso. - Mas é que praia à noite é meio estranho.
- Não é estranho, é romântico.
- Awn. Que lindo.
- Eu sei. Mas vamos?
- Vamos. - Olhei para o relógio em meu pulso. - Como já são 06h48 p.m. Eu vou banhar, depois nós passamos na sua casa. O.k?
- Ahã.
Selei ela. E saí do sofá e fui para o banheiro.
Despi-me e fui para o box. Mexi o cabelo, depois ensaboei-me e tirei a espuma de todo o meu corpo.
Saí do box, enxuguei-me. Logo pus o perfume e saí do banheiro com a toalha rolada em minha cintura e fui para o closet, passando para ir para àquele cômodo vi Candy deitada mexendo em seu celular. E procedi para onde estava indo.
Vesti uma bermuda surrada, e uma camisa pólo cinza.
Ajeitei meu cabelo e fui em direção à sacada.
- Vamos? - Perguntei, mas parece que a assustei, pois ela deixou seu celular cair em seu rosto. E ri.
- Para de rir, seu idiota. Isso foi culpa sua. - Disse voltando a se sentar.
- Claro que não. Você sabe que nunca dar certo mexer no celular desse jeito.
- Cale-se. - Disse já de pé. - Vamos.
Descemos e nos despedimos de minha mãe, que disse que sempre que Candy pudesse vim visitá-la ela estaria de braços abertos e blá-blá-blá.
Dirigi-me até a garagem, destravei o carro e entramos. Saímos do condomínio onde eu morava e partimos para o condomínio onde Candy mora.
Fomos o trajeto inteiro conversando.
...
Estacionei o carro na garagem da casa da Família Smith. E saímos.
- Você vai ficar aqui ou vai subir comigo? - Perguntou Candy.
- Boa noite, Justin. - Entrou na sala seu Jonas, seu pai.
- Boa noite, Jonas. Amor, eu vou ficar aqui mesmo com o seu pai.
- Tudo bem. Vou ser rápida. - Deu um selinho em mim e um beijo na testa de seu pai.
- Como está, rapaz? Perguntou Jonas sentando-se em uma poltrona e indicando onde eu poderia sentar.
- Bem, e o senhor?
- Bem e nada de senhor. - Rimos.
...
Estacionei o carro à frente do calçadão que tinha ali na praia.
Saímos, e fomos de mãos dadas pra uma área na praia que era pouco movimentada.
- Eu trouxe uma tanga, para pôr aqui. - Disse Candy pondo uma canga grande na área fina da praia.
Nos deitamos, um de frente pro outro, e ficamos nos olhando.
- Você gostou da nossa primeira vez? - Acabei com o silêncio.
- Adorei. Foi maravilhoso. E você? Gostou?
- Claro. Como não gostar? Eu fiz amor com o amor da minha vida.
Ela riu envergonhada e disse:
- Eu te amo, o.k?
- O.k.
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justinbieber: " Now I only want you ..." TRADUÇÃO: "Agora eu quero só você..." 

Foto que Justin postou no Instagram: https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTeYZT1_tsT9OiX1ifo4tfLtNxWJ4TPIES0tU7ca3Wq9FNM7oaOBw 
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