domingo, 19 de outubro de 2014

By Your Side: Capitulo 40 - Stimuli


16 de Setembro de 2014, 01h19 p.m – Clinica – Justin Bieber.
Rapidamente, depois que aula acabou - e mais uma vez, sem a companhia de Candy -, fui para casa com tudo já acertado do quê faria depois que banhasse e almoçasse.
Eu iria falar com uma especialista em Psico-oncologista.
Você deve estar se perguntado: “o que faz uma Psico-oncologista?
Bem, eu não sei explicar muito bem, mas essa profissão surgiu com o intuito de compreender as vivências de uma pessoa com câncer e de sua família. No caso, a família, nos ensinado a lidar com as dificuldades e até mesmo as angustias que trás a doença.
Sem delongas, terminei de comer, subi para o meu quarto escovei meus dentes e peguei o cacho de chaves, onde também estava a chave de meu carro, e desci as escadas e fui em direção à garagem.
Minutos depois, cheguei a clinica que eu tanto desejava para tirar algumas dúvidas que, desde o dia que eu descobri que minha namorada estava com uma das doenças mais temidas pelos seres humanos. Eu iria tirar todas as duvidas que estavam me atordoando.
- Boa noite. – Digo chegando à recepção da clinica.
- Boa noite, senhor. – Disse sorridente a recepcionista. – O que desejas?
- Hã, eu gostaria de saber de a doutora Maria Carolina já chegou?
- Só um minuto. – Disse, e começou a mexer seus dedos ao teclado. – Sim, ela acabou de chegar. Você tem alguma consulta marcada?
- Sim.
- Qual é o seu nome?
- Justin Drew Bieber.
- Hum, seu nome está aqui. – Claro, filha. Eu mesmo marquei a consulta. Pensei.
A recepcionista, na qual não me interessei em saber o nome, entregou-me um panfleto e disse:
 - Siga em frente, dobre a segunda esquerda. É o consultório 04. – Falou gesticulando.
- Obrigado. – Agradeci balançando a mão – com o panfleto – e sai dali.
- 04...04...04...04...consultório 04! – Digo ao encontrar.
Respirei fundo, bati na porta com três batidas leves e ouvi um: “Pode entrar”
E assim fiz, pus minha mão esquerda na maçaneta redonda, a rodei e abri a porta de madeira vernizada.
- Com licença. – Digo entrando na sala.
- Pode entrar, senhor Bieber. – Disse a doutora, suponho.
- Sem senhor, por favor. – Digo ao adentrar totalmente na sala.
- Ow, ok. – Riu. – Pode se sentar. – Disse apontando para uma cadeira à frente, ou ao lado, tanto faz.
Sentei-me, suspirei fundo e a olhei.
- Bem, o que lhe trouxe aqui?
- Hã, hum, eu queria apenas tirar algumas dúvidas, ter alguns conselhos de uma profissional no assunto, digo, o câncer.
- Muito bem. Quem é o grau de parentesco que está com o câncer?
- Minha namorada. – Digo baixo.
- Oh meu Deus. - Disse chocada. – Eu estou aqui para lhe ajudar. – Olhou-me com piedade.
Bem, ela também é psicóloga.
- Obrigada.
- Qual é o tipo de câncer dela?
- Câncer de mama.
- EU, costumo falar que esse é o Câncer da Mulher. – Riu baixo. – É ela já começou com o tratamento? Ou já foi direto para cirurgia?
- Foi para o tratamento, por conta do diagnóstico tardio, você sabe, se fosse direto para cirurgia, ela corria risco de vida.
- Sei. Ela ta sofrendo com os tratamentos?
- Bastante. A quimioterapia acabou com ela, ainda mais a Hormonioterapia.
- Bem, já que estamos falando do tratamento, como sabemos que eles são extremamente fortes, já está acontecendo modificações em seu corpo, digo, em geral?
- Isso, é isso que eu quero saber. Essas modificações na aparência física...que consequências pode trazer para o dia-a-dia da pessoa?
- Olha, as pacientes começam a se isolar, elas não querem encontrar seus amigos da sua roda, da sua rotina. Umas comentam, que não ficam sem perucas, sem os lenços na frente de seus companheiros.
“A dor que o diagnóstico de câncer provoca é agravada pela mudança da imagem - o inchaço do rosto, a queda dos cabelos e até das sobrancelhas abalam a autoestima da mulher.” – Continuou
- Vem, chegue mais perto. Deixe eu lhe mostrar alguns depoimentos de algumas de minhas pacientes guerreiras. – Disse novamente, pegando seu notebook, pondo à frente de uma mesa, e deu play:
O momento em que os cabelos começaram a cair foi muito ruim.” – Adriana Melo, pelo que li na legenda.
Tive medo
Eu me senti muito mal, eu chorava direto...” – Dilma Nascimento.
Perder o cabelo, é perder a perca da identidade também” - Regina Alexandra.
- As transformações da aparência fazem parte do tratamento, do processo de cura. E o mais importante: são temporárias. – Disse a doutora, dando pause. - Como a quimioterapia ataca as células que se multiplicam mais depressa, destrói também as que estão na raiz do cabelo, responsáveis pelo crescimento dos fios. Assim que o tratamento termina, elas voltam a se multiplicar, e o cabelo renasce; até mais forte do que antes.
Deu play novamente:
Se eu falar que é fácil, não é fácil. Mas, a gente consegue sim.” – Luciana Gonçalves, uma moça que usava lenço em sua cabeça, denunciando que havia descoberto o câncer menos de um ano.
O cabelo cresce, e eu estou no meio do tratamento, e olha só...”– Disse Adriana Aparecida, tirando o lenço de sua cabeça mostrando que o seu cabelo estava a crescer novamente.
Olha só, o meu caiu, nasceu, to aqui, bonitinha.” – Celina Rosa rindo.
Eu já saí muitas vezes de casa sem o lenço, por conta que muitas vezes que eu esqueci.” – Lucia de Jesus.
Com cabelos, sem cabelos somos lindas, nós nos amamos!” - Célia Silva.
Eu senti que ele começou a cair muito e eu passei a máquina zero. Aí fiquei carequinha, carequinha”, disse Wanessa Quadrado.
- Wanessa descobriu o tumor com apenas 19 anos. Fez todo o tratamento, começou a trabalhar, conheceu o Bruno, seu marido, e imaginou que, depois do câncer, jamais engravidaria. Mas teve uma surpresa. – Disse Dr. Maria.
Falei: ‘Bruno, a minha menstruação está atrasada’. Daí: ‘ah, você está grávida! ’, ‘não estou grávida, Bruno. Não tem lógica estar grávida’”. - relembrou Wanessa.
- Mulheres tratadas de câncer de mama podem, sim, engravidar. E também amamentar. Mas junto com a gravidez de Wanessa, outra surpresa. Na primeira consulta de pré-natal, ela mostrou ao médico uma ferida extensa no mesmo seio afetado 11 anos antes. A doença tinha voltado, de forma agressiva. A vida da mãe corria perigo. – Disse Maria.
Ele pegou e falou assim: ‘a gente vai ter que interromper a sua gestação porque a quimioterapia e a gestação não vão dar certo’ ”- Wanessa.
Daí eu falei pra ele: ‘tem certeza que eu preciso mesmo fazer isso? ’ Ele falou assim: ‘a gente precisa salvar a tua vida’. Uma doença tão ruim. E ao mesmo tempo uma alegria tão grande. Tipo estar num estado de graça e lidar com a vida e a morte” Continuou.
- Ela chegou a se internar para fazer o aborto. Mas pouco antes da cirurgia, o ultrassom mostrou que a gravidez já tinha oito semanas. Se aguardasse mais um mês, haveria esperança. – Maria falou me olhando.
- Ela conseguiu ter o bebê? – Pergunto curioso.
- Sim. – Sorriu abertamente. – Felizmente, uma garotinha cheia de saúde.
- É uma garota?
- Sim, a Laura. – Disse, e eu dei um belo sorriso sincero.
Wanessa foi uma grande guerreira: teve duas vezes câncer de mama, e conseguiu, se alguma forma, salvar sua filha.
Candice também será uma guerreira!
...
- Muito obrigado. – Digo apertando a mão da doutora.
- É apenas o meu trabalho, Bieber. – Sorriu. – Espero ter ajudado.
- Sim, ajudou muito. Então, por isso, muito obrigado novamente.
- Sendo assim, não a de quê. – Levou-me até a porta. – Qualquer dúvida, você já sabe em qual clinica me encontrar.
- Oh, sei sim. – Ri. – Tchau, doutora.
Sai da clinica, com um belo sorriso no rosto, determinado a ajudar – mais – no que for preciso com Candice, até mesmo fazê-la sofrer menos.
Liguei para minha mãe, avisando que estava indo direto para casa de Candy para ver como a mesma estava, e Pattie disse que queria noticias – principalmente as boas – sobre Candice.
Cheguei ao condomínio onde a família Smith morava, deixei meu carro estacionado na garagem da família. Peguei eu celular que estava jogado dentro do suporte de pôr café/liquido sai do carro e liguei o alarme.
Apertei forte o botão redondo do celular, querendo saber que horas são, e me surpreendi com duas ligações perdidas e uma mensagem, todas era de Candy.
Será que algo tinha acontecido com ela?
Não, não, não e não.
Eu não admitiria isso.
Andei em passos rápidos em direção a enorme porta, quando iria abrir a mesma, alguém abriu apressadamente.
Era Candy.
Sim, era Candy, mas era uma Candice de outra forma.
Uma Candice que estava usando um lenço em sua cabeça, com os olhos vermelhos, e com um mero sorriso, posso dizer, feliz.
- Você fez isso? – Digo com a voz falhada.
Apenas assentiu, pressionando seus lábios um contra o outro formando uma linha.
- Eu te liguei, mas você não atendeu. – Disse baixo olhando em meus olhos.
- Meu celular estava no silencioso. – A olhei em seus olhos depois para seu cabelo. – Eu não acredito que fez isso. – Sorri feliz.
Você pode estar me achando um babaca por estar sorrindo nessa circunstância. Mas eu estava feliz, era um sofrimento a menos. Pra mim, pra ela, pra nós.
- Sim, eu fiz. – Riu feliz entre lágrimas. – Agora sou uma carequinha sexy. – Sorriu, abertamente.
- Sim, muito. – Cheguei perto dela, a puxei pela cintura e aproximei nossos lábios e sussurrei: -  Você continua linda. – Selei-a. – Eu vou te ajudarem tudo. – A beijei.
Terminamos com leves selinhos, massageei sua bochecha lisa e macia e beijei ali.
- Vem, entra. – Candy falou, pegando minha mão direita me puxando para dentro da casa.
Entrei com tudo, podendo ver Jonas, Márjoree, Morganna e nossos amigos – que já sabiam da doença – todos ali na sala.
- Boa tarde, gente. – Digo.
- Boa, Bieber. – Responderam em coro.
...
Eu e Candy fomos pra área da piscina, e começamos a conversar:
- Ta estranho me olhar assim, com esse cabelo. – Riu. – Eu já estava ciente disso, que o cabelo realmente iria cair, por isso eu cortei. Mas eu pensava que ia demorar um pouco mais pra cair assim do jeito que está caindo. – Olhou-me – Eu não precisava fazer esforço nenhum, por que caia naturalmente. E não é uma sensação agradável não.
Sei lá, mas tudo que ela falava, me fazia lembrar dos depoimentos que a doutora Maria mostrou-me.
Tirou seu lenço liso, deixando-me ver toda sua cabeça lisa.
Ela continuava linda.
- Parece que estar faltando alguma coisa aqui. – Disse passando a mão em sua cabeça. – Cara, que coisa de louco. – E continuou a poupar. – É estranho, por que eu não vou ter cabelo atrás de meu pescoço. Agora como você vai cheirar meu cabelo? – Fez bico e eu ri.
- Dramática. – Rimos. – O cheiro do seu cabelo é inesquecível. – Sorriu de lado.
- O que você achou?
Você ta uma carequinha sexy. - Pisquei.
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Eu mudei o ano em que se passa a fic, agora é em 2014

domingo, 12 de outubro de 2014

By Your Side: Capitulo 39 - Is You


09 de Setembro de 2014, 10h49 a.m – Santa Isabel, Hospital – Candice Smith.
- Pronto terminamos. – Falou Justin.
- Ficou boa, né?
- Ficou ótima! – Afirmou.
- Quando chegarmos em casa, nós podemos finalizá-la, digo, o ritmo e tal. – Falo.
- Uhum. – Olhou-me. – Ta quase acabando. – Disse olhando para as duas bolsas de líquido penduradas no ‘porte’.
- Graças a Deus! – Exclamei. – Isso é muito cansativo. Meu bumbum dói. – Fiz careta.
- Você é um idiota. – Digo rindo.
Fazia exatamente vinte e um dias da sessão passada, e cá estou eu, novamente em uma sala igual à outra, sentada em uma das poltronas do meio, com Justin ao meu lado.
Há vinte e um dias atrás, eu sofri bastante com os efeitos colaterais, eles eram bastante cansativos e dolorosos. Durante todos os dias passados, eu tentava ao máximo descansar, pois qualquer movimento brusco me causava fadiga. Meus pais – até mesmo Justin – me alertavam de todos os jeitos para lavar bem as mãos, me afastar de pessoas, hum, doentes – tem como eu me afastar de mim? - para não causar nem um tipo de infecção, se caso acontecesse, iria piorar bastante o meu estado. Até mesmo com a minha escovão de dente, tive que começar usar uma pasta de dente que contia bicarbonato de sódio e peróxido, por conta que a quimio poderia acarretar feridas na boca e na garganta. Regras básicas como eu disse no mês passado. Sem falar nas minhas grandes e pontudas unhas, que estavam até hoje doloridas e frágeis. E um dos fatores no qual me causava mais medo começou a aconteceu uma semana depois da quimio, alopecia, a queda de pêlos. Se você deve ta pensando que o meu cabelo caiu: não, ainda não.Sim, seus fios estão mais finos que o normal, mas ainda não havia começando cair. Os pêlos que começaram a cair foi os das sobrancelhas, estava com uma falha enorme na sobrancelha direita, na esquerda estava em toda parte daquelas, as falhas. Meus cílios, meus grandes cílios, estavam todos pela metade, sem deixar de citar também que, os pêlos de minha axila não cresciam mais, igualmente com os pêlos de minha vagina. Pelo menos uma coisa boa, não perder tempo depilando.
Suspirei.
Hoje, eu não recebia os fortes medicamentos da quimio – e seus malditos efeitos colaterais acima -, e sim os fortes medicamentos da Hormonioterapia. A hormonioterapia, é semelhante quimioterapia, pode ser indicada na neoadjuvância – permite diminuir o tumor.
Justin havia faltado hoje à aula para ir comigo á sessão. Já eu, não pisava meus pés na escola, desde a quimio. Meus pais insistiram bastante, eles estavam com medo, pois todos os dias eu passava mal, mal mesmo.
Nós havíamos acabado de terminar a letra da música, que eu tanto queria, em uma sala de hospital.
- Cadê a enfermeira, hein? – Pergunto impaciente.
- Calma, nervosinha. – Justin passou suas mãos em meus cabelos presos.
- Eu quero ir embora. – Olhei para baixo. – Para me preparar, para mais efeitos colaterais desse tratamento. Eu, eu apenas espero que possa valer a pena, todo o meu esforço, por que eu estou sofrendo, sofrendo muito. – Falo baixo.
- Claro que vai valer a pena, eu vejo que você está se esforçando ao máximo para se curar. Eu sei, nós sabemos que você vai se curar. Vai se ver livre esse maldito tumor.
- Você, hum, você ainda vai sentir atração por mim, quando, é, eu perder meu cabelo? Meus seios? – Falei baixo olhando em seus olhos.
- Hey, claro que vou. Eu não me apaixonei por suas qualidades físicas, e sim, pelas qualidades, daqui, do seu coração. – Pôs duas mãos em meu peito.
- Olá, Candy. – Chegou a enfermeira.
Finalmente.
- Você tem alguma dúvida sobre a hormonioterapia? – Perguntou, tirando os fios interligados em uma agulha.
- Não, quando eu vim me consultar durante a pós quimio, eu perguntei tudinho pro médico. - Digo em um tom bom para a moça de branco ouvir.
- Oh! Tudo bem. – Sorriu de lado. – Sente algo?
- Não, ainda. – Ri.
- Então, sendo assim, você já pode ir. – Disse anotando algo em sua média prancheta.
- Tudo bem. Uma dica: se você começar a sentir algo, por favor, se deite, esse é o melhor remédio, o repouso.
- Okay. Eu tenho que fazer isso, senão eu sofro.
...
- Como foi lá? – Perguntou minha avó.
- Normal, né? Sentada, recebendo medicamentos nem um pouco fracos. – Sentei-me no sofá.
- Você vai melhorar, querida. – Sentou-se ao meu lado.
- Claro que vou, nada que eu estou fazendo é em vão. Nada.
Acho tão lindo a sua força de vontade. – Olhou-me nos olhos. – Ah! Hoje, eu mesma fiz questão de cozinhar.
- Opa. A senhora quem cozinhou hoje? – Justin disse, entrando na sala com dois copos nas mãos. – Pega amor, um é pra você. – Ergueu o copo em minha direção, e sentou ao meu lado.
- O que é? – Pergunto olhando pra o copo.
- Água de coco. – Disse e tomou o seu.
- De novo? Eca. – Fiz careta. – Não sei como, que eu ainda não virei um coqueiro. – Bebi.
- Nossa, morena. O posto de piadista sem graça é meu.
- Em qual momento eu fiz uma piada? Fiz vó?
- Sei de nada. – Levantou as mãos rindo.
- Enfim, o que dona Márjoree preparou pra sua neta mais linda? – Falo.
- Até por que você é a minha única neta, né? – Passou as mãos em seu cabelo curto grisalho.
- Toma. – Disse Justin rindo.
- Vai tomar no...
- Olha a boca, amorzinho. – Selou-me.
- Vai te catar.
- Sopa.
- Sopa o quê?
- O almoço é sopa.
- Ah não, vó. – Deslize no sofá.
- Adoro sopa, Márjoree. A da senhora deve ser coisa de louco. – Mordeu os lábios.
- Justin, para de ficar adulando a minha avó, e vamos fazer as notas da música. – Digo, pegando a maleta do meu violão de duas cores, perto da escada.
- Ela, como sempre mandona.
- Sempre, querido. – Levantou minha avó. – Vou ver como tá a sopa. – E se foi.
- Vem, vamos começar. – Chamou-me.
- E o seu violão?
- Ta no carro.
- Então vai pegar? – Mexi a cabeça.
- Okay. – Se levantou, calçou suas chinelas, que estava na cozinha, e foi para garagem. Poucos minutos depois, ele logo apareceu. – Pronto.
- Agora podemos começar.
Sentamo-nos um enfrente ao outro, e começamos a melodia da música.
...
- Ta maravilhoso. – Falou Justin, pondo mais sopa em seu prato de louça fundo.
- Justin Puxa Saco.
- Candice Sai fora.
- Justin Candice Seus Crianças.
Rimos.
- O pai e a mãe não vão vim almoçar? – Perguntei afastando a louça pro meio da mesa.
- Não, eles foram trabalhar hoje por que já faltaram muito.
- Por minha causa. – Falei baixo, aliás, baixíssimo.
- Hã?
- Nada. Ah, e a sua mãe ta acertando tudo pro primeiro desfile de lingerie na empresa dela.
- Sério?
- Muito sério.
- Terminei. – Justin se pronunciou.
- Tava mais que na hora. – Digo me levantando, levando comigo meu prato pondo na pia.
- Cale-se.
Virei e dei língua para ele, e peguei seu prato e levei para o meu destino do meu.
- Vem vó, vem Justin, vou cantar a minha nova música pra vocês. – Digo pegando as mãos dos dois, ajudando-os levantar, e os levar para sala.
- Juro que nem a ajudei, nem nada. – Disse Justin.
- Justin, cala a boca. Sentem aí. – Apontei para o sofá e os dois sentaram-se, e eu sentei na poltrona muitíssima confortável.
Respirei fundo, toquei a primeira nota e comecei:
Já não queria mais saber
Mas foi só eu te conhecer
Meu mundo virou e tudo mudou
E é você
Foi tudo meio sem querer
E eu não sabia o que fazer
Meu mundo virou e tudo mudou
E é você
Ah, ah, ah, não dá pra enganar
Ah, ah, ah, sem você não dá!
Ah, ah, ah, ah, ah, ah
Eu fico louca e perco o meu ar
Sem querer, sem querer
E só agora eu posso gritar, é você, é você!
É só me beijar e te tocar eu quero mais!
Eu quero mais, eu quero mais!
Já não queria mais saber
Mas foi só eu te conhecer
Meu mundo virou e tudo mudou
E é você
Foi tudo meio sem querer
E eu não sabia o que fazer
Meu mundo virou e tudo mudou
E é você
Ah, ah, ah, não dá pra enganar
Sem você não dá!
Ah, ah, ah, ah, ah, ah
Eu fico louca e perco o meu ar
Sem querer, sem querer
E só agora eu posso gritar, é você, é você!
É só me beijar e te tocar eu quero mais!
Eu quero mais, eu quero mais!
Ah, ah, ah, ah, ah, ah
Eu fico louca e perco o meu ar
Sem querer, sem querer
E só agora eu posso gritar, é você, é você!
É só me beijar e te tocar eu quero mais!
Finalizei.
Olhei para eles dois, e começaram a aplaudir.
- A sua voz é linda, querida.
- Obrigada, vó. – Sorri para ela.
- Qual é o nome?
É você. – Disse – O que achou, amor? – Perguntei a Justin.
Ele apenas me olhava um belo sorriso no rosto.
- Eu te amo. – Disse me olhando.
- Okay, hora de sair. – Ouvi minha avó falar.
Eu te amo tanto. – Repetiu.
- Eu também te amo muito. – Deixei meu violão ao lado da poltrona, e me sentei ao lado de Justin.
- Eu não quero te perder. Nunca. – Olhou para suas mãos.
- Hey, você não vai me perder. – Levantei sua cabeça.
– Você não sabe como é difícil ver você nessa situação.
- Não, não pensa assim, eu vou me cuidar, eu lutarei contra o câncer por nós dois. – O olhei. – Eu quero ver esse rostinho lindo todos os dias, eu quero poder encarar esses olhos castanhos todas as manhãs, eu quero poder beijar essa boca a todos os momentos. – O selei.
Eu não quero viver nesse mundo sem você. – Sussurrou entre nossos lábios.
- Você não vai viver. – O beijei.
Pus minha direita em sua nuca, e esquerda e sua bochecha, e ele pôs usas mãos em minha cintura fina. Sentei-me em seu colo, logo Justin me abraçou.
Nossas línguas, em momento algum paravam quietas, sentíamos o gosto de nossas bocas a todo instante, o que era bom. Chupei sua língua, terminamos o beijo com leves selinhos.
- Eu quero só você. – Sussurrou.
Peguei sua mão, subimos as escadas, entramos no meu quarto, ao fechar a porta, empurrei o Justin pra mesma, colei a sua boca a minha, pedi passagem com minha língua, que logo foi concedida. Eu adorava seus beijos, eles eram doces, na hora do sexo, era selvagem. Ele tinha beijo para cada momento.
Aos poucos, Justin foi me levando em direção a minha enorme cama, deitou-me e subiu em cima de mim. Pela maldita falta de ar, Justin começou a beijar minha mandíbula, até chegar ao meu pescoço desnudo, enquanto beijava aquela região, suas mãos pareciam um motor, não paravam de trabalha em momento algum, logo elas entraram em contato com a minha barriga, fazendo que meu corpo, por inteiro entrasse em combustão.
Separei um pouco meu corpo contra o seu, tirei minha blusa, fazendo com quê tirasse a dele, nos final das contas tiramos todas as nossas roupas, sentei em seu colo, pus cada perna em sua cintura, o beijei novamente. Senti Justin por suas mãos em meu traseiro, fazendo com quê eu começasse é rebolar em cima de seu membro, que essa altura do campeonato tava mais que duro.
Levantei um pouco, peguei seu membro em minhas mãos, pus na entrada de minha buceta, deslizei lentamente e comecei a me movimentar. O abracei pelo pescoço e ele fez o mesmo com minha cintura.
Aquele sexo lento tava muito bom.
- Vai ... ar ... mais rápido. – Gemeu.
Comecei a cavalgar em seu pau, enquanto meus seios pulavam para cima e para baixo em seu rosto.
- Eu adoro como eles estão assim. – Sussurrou.
- Ar. – Arfei. – Mete, Justin. – Logo ele começou a se movimentar. – Ahh, isso.
Puxei seus cabelos, mordi sua orelha, e senti-o da um tapa em meu bumbum.
Logo Justin começou a se movimentar mais rápido. Ele estava perto de chegar ao seu ápice. O ajudei, e comecei a quicar.
- Isso. – Abraçou-me – Arrr.
Com os rápidos movimentos, senti meu gozo prestes a chegar.
Senti Justin dar sua ultima entocada profunda, logo senti seu gozo espalhado por toda a minha vagina.
Quiquei mais alguns instantes e logo gozei.
Com as nossas respirações descompensadas, continuamos juntinhos ali, na mesma posição inicial, abraçados.
- Eu sei que, Ele mandou você para minha vida. É você. – Finalizou.
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