segunda-feira, 23 de junho de 2014

By Your Side: Capitulo 24 - Health Problems


09 de Abril de 2012, 09h57 a.m - National Institute Elite - Candice Smith.
Estávamos tendo aula de Língua Inglesa, na matéria que eu jugo ser ótima.
Porém, eu comecei a passar mal, bem mal.
Eu tentava respirar fundo e soltar de vagar.
Tentava puxar ar para meus pulmões, mas era em vão.
Eu estava sentindo dor ao respirar, estava com uma puta falta de ar.
- Justin. - Sussurrei tão baixo, que pensei que o garoto que estava do meu lado não tinha me ouvindo, engano meu: -
- Oi? - Ele disse e olhou para mim. E se assustou a notar como eu estava. - Você tá bem, amor?
- Eu tô passando mal, Justin. - Digo e vejo ele pôr sua carteira onde estava sentando pro lado, para dar espaço para passar.
- Ai meu Deus. - Ele disse e a primeira coisa que ele fez foi: amarrar meu cabelo. Graças a Deus. Aqueles fios pareciam que estavam me sufocando. - O que você sente? - Ele perguntou. Seus olhos esbanjavam preocupação. A essa altura, todos da sala de aula nos olhavam.
- Tá doendo, amor. Tá doendo muito. - Digo já chorando.
- Justin, leva ela pra enfermaria. - Ouço o professor falar.
Sinto Justin pegar-me no colo e sair da sala.
- Vai, me fala onde tá doendo? - Pergunta andando rápido comigo em direção à enfermaria.
- Tá doendo ... na hora de respirar. - Digo com dificuldade.
- Calma. Vai ficar tudo bem. - Ele disse. E começou q falar: - Tia, ajuda aqui. - Ele deveria ter chego já na enfermaria.
- O que ela tem, Justin? - Perguntou. Justin, ele havia me pondo na maca que tinha ali.
- Ela ta sentindo dor ao respirar.
- Ai caraca. - Ouvi a enfermeira dizer. - Aqui nós só temos sprays descongestionantes e comprimidos anti-histamínicos. - Disse. A cada vez mais sentia a falta de ar e a dor. - Como eu sei que o spray não vai fazer efeito sozinho, eu vou usar os dois. - Ela disse. E foi para o pequeno armário branco que tem ali. E pegou algo branco e uma cartela de comprimidos. - Levanta um pouco a cabeça dela Justin. - Disse. E o mesmo fez. - Abri a boca, querida. - Assim fiz abri a boca e senti a Dona Vera esborrifar algo em minha boca e pôr um comprimido e dando-me um pouco de água. - Candice, quando os remédios começar a fazer efeito, vai acontecer quê, a sua respiração estiver voltando, vai doer muito, mais muito mesmo. - A ouvi dizer, e senti Justin entrelaçando nossas mãos direita, a minha esquerda, deixei na lateral da maca.
Ele me olhava nos olhos. Ele estava preocupado eu podia perceber isso.
- Vai ficar tudo bem. Eu estou aqui com você. - Sussurrou.
Apenas assenti, sentindo as lágrimas que estavam acumuladas em meus olhos derramarem-se.
Até que senti o primeiro sinal que a minha respiração estava voltando, fazendo que a dor que sentia aumentasse.
- AI. - Digo ao sentir algo quente passar por meus pulmões. - AIIIIII. - Arqueei minhas costas. - AII. - Senti algo dessa vez mais intenso, o ar estava subindo rapidamente. - Aiiiii.
- Agora tenta respirar fundo. - Ouvi Vera falar. Fiz o procedimento que havia mandado.
Senti um grande alívio, ao perceber que a minha respiração havia voltado. Eu não gemia, não gritava mais da dor que sentia quando o meu ar, o meu oxigênio estava à tona.
- De novo. - Pediu.
Respirei fundo mais uma vez, apenas senti uma pequena dor. Nada demais.
- Sentiu alguma coisa? Dor? - Perguntou Vera.
- Só uma dorzinha rápida. - Sussurro.
- Normal. - Disse. - Mesmo você estando bem, eu tenho que te dar autorização pra você ir pra casa para descansar. Você tem que ficar deitada e em um lugar sossegado, e a escola está longe disso. - Disse, se dirigindo para uma pequena mesa, e pegando um papel onde havia o nome da escola e outras coisas necessárias.
Justin me pôs sentada, e pude perceber o quanto era bom respirar sem haver problema algum.
- Assine aqui Candice. - Justin ajudou-me a descer da maca e a ir em direção à mesa. Sentei-me na cadeira à frente da mesa e assinei. - Agora, leve esse papel para a pedagogia, para lhe liberarem.
Justin pegou o papel da autorização, pegou em meu braço, depois passando para a minha cintura e saímos dali.
- Você tá melhor mesmo? - Ele perguntou.
- Estou. Mas eu preciso deitar. - Digo.
- Só eu dar essa autorização na pedagogia e eu te levo pra casa.
- Eles não vão te liberar.
- Eu sou um jeito. - Disse e abriu a porta da sala de pedagogia. - Bom dia. - Disse ao entrar na sala e se sentando e me ajudando a sentar nas cadeiras à frente a pessoa.
- Bom dia.
- Então, é que a minha namorada passou mal, eu a levei pra enfermaria e a Dona Vera, autorizou a saída dela, pra ir pra casa, descansar. - Ele disse entregando o papel.
- Assine aqui, Senhorita Smith. - Disse a Senhora Rouset como eu pude ver o nome em seu crachá. - Está liberada. - Agora eu tenho que me ligar para o seu responsável.
- Não, não precisa. Ela vem comigo, eu levo e a deixo. Então, eu tenho que a levar pra casa, eu tenho que cuidar dela.
- Mas você não tem autorização para sair da escola, Senhor Bieber.
- Os pais dela estão trabalhando. Cara, o que custa vocês me liberarem, quem vai cuidar dela, se eles estão trabalhando? Eu tenho que ir.
- É, você tem razão. Está liberado, assine aqui. - Ela disse, Justin se curvou e assinou. - Melhoras, Senhorita Smith.
- Obrigada. - Digo baixo.
Justin pegou a minha mão, e fomos assim onde era a nossa sala de aula. Ele iria pegar nossas mochilas.
Ele selou-me, pós sua cabeça para dentro da sala, entrando na mesma deixando uma brecha que dava exatamente para onde Kamilla estava sentada.
Justin estava indo em direção onde estávamos sentados.
Volto a olhar para Kamilla, que olhava-me com um sorriso cínico em seus lábios. A vi mexendo os lábios com as seguintes palavras:
Era pra você ter morrido, vadia. - Disse e pois sua caneta na entre seus dentes. E eu que era a vadia.
Também mexi meus lábios, com a seguinte frase:
- Não foi dessa vez, Vadia. - Podia não estar me sentindo bem, mas não deixaria ela sair por cima.
Ouço alguém assobiar, atraindo toda a minha atenção. Era Hinet, perguntando seu eu estava bem. Assenti e dei um sorriso confortante pra a minha amiga.
Justin pegou nossas mochilas e fomos para o estacionamento.
...
Estava deitada em minha cama, enquanto Justin fazia carinho, cafuné em minha cabeça.
Justin insistia em ligar pra minha mãe, para dizer que havia passado mal. Mas eu sempre negava, ele não me ouviu e ligou.
Em menos de meia hora minha mãe e meu pai chegaram e não saíram mais de meu quarto.
- Vocês deviam ter me ligado quando você estava passando mal. - Reclamou minha mãe. - Amanhã você não vai pra escola. Jonas dei-me aqui o seu celular. - Pediu minha mãe.
- Porque não vou pra escola amanhã? - Pergunto confusa. Enquanto ela digita algo em celular do meu pai e logo põe contra a orelha.
- Alô? Boa tarde. Com quem eu falo? - Disse minha mãe falando ao telefone.
- Oi Elisa, você fala com Morganna Smith. Eu gostaria de marcar uma consulta para amanhã.
- Hoje, ela, a minha filha ficou com falta de ar e dor ao respirar.
- O nome dela é Candice Nunes Smith. 
- Dr. Antônio, é isso?!
- Na parte da manhã? Ótimo.
- Obrigada, você. - Desligou.
- Amanhã eu não vou pra escola por que eu vou me consultar? Ah não.
- Consultar e examinar. Por isso que começa pela manhã, pois vai ser longo. - Disse minha mãe.
- Eu odeio hospital mãe. Eu odeio clínica.
- Não quero saber minha, filha. Eu quero o teu bem e você vai amanhã saber o que você tem.
- Tá mãe, tá. - Resmungo.
- Isso é que horas? - Perguntou Justin.
- É às 09h30, vamos sair daqui meia hora antes.
- Eu vou com vocês.
- Não amor, você vai perder aula. Já perdeu hoje. - Digo o olhando.
- Não quero saber. Eu quero estar com você. - Disse dando-me um selinho.
- Mas ...
- Nada de mais. Eu vou com você e ponto.
- Tá desculpe, papai. - Brinquei.
- Como assim? Você tem outro pai? - Perguntou Jonas.
- Não, pai. - Ri.
- Ah sim. Comecei a ficar com dor de cabeça. - Disse ele.
- Olha respeito, Jonas. - Disse minha mãe passando por ele, e "tacando" o celular em seu peitoral, com brincadeira.
...
Justin havia ido embora depois te muito o pedir ele foi.
Estava assistindo TV, meu quarto estava todo fechado. Nada de luzes, apenas da TV.
Do nada, sinto algo quente descer entre minha pernas em abundância.
Olho e vejo algo derramando, pego meu celular, o ligo ponho a luz contra as minhas pernas e era sangue. Muito sangue.
- MÃE? - Começo a ficar apavorada. - MÃE? MÃE?
Não, eu não podia ter menstruado agora, eu só fico no final do mês. Final. Ainda estamos no começo de Abril.
- Oi? Aconteceu alguma coisa? - Entrou minha mãe no quarto ofegante.
Tirei rapidamente os dois edredons que estavam da minha cintura pra baixo e ela olha com os olhos arregalados.
Era muito sangue. Era sangue fora do normal.
- Candy vai pro banheiro agora. - Ela mando. - CECÍLIA? CECÍLIA RÁPIDO. - A ouvi chamar nossa empregada. - Cecília muda a capa da cama, a colcha. Por favor. - Minha mãe chegou no banheiro.
- Tira esse moletom - Ela disse, indo em direção ao armário debaixo da pia e pegado um pacote de absorvente. enquanto em tirava a minha calça. - Senta aqui. - Ela disse me pondo em cima do vaso sanitário - com a tampa fechada - . Tirou minha calcinha - aquilo podia ter sido constrangedor, mas na situação que estávamos, aquilo era o mísero detalhe.
Ela pegou uma toalha que estava enrolada e começou a passar entre minhas pernas, as limpando.
Ora molhava com a mangueirinha que tinha perto do vaso, ora enxugava, tirava o sangue com a toalha.
Minha mãe, limpou-me tonta da cintura para baixo. Pegou outra calcinha pra mim, pôs um absorvente nela e deu-me pra mim vestir.
- Tá certo? A sua menstruação está certa? - Perguntou ela preocupada.
- Não, ela sempre vem no final do mês. - Digo.
- Veio muito, veio muito sangue. Era sangue puro, não tinha odor, isso é menstruação. - Disse ela. - Amanhã nós aproveitamos e perguntamos pro médico, mas você teve menstruação precoce.
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