02 de abril de 2012, 01h22 p.m - Casa da avó de Candy - Candice Smith.
- O seu tempero é ótimo, Dona Márjoree. - Disse terminando de mastigar Justin.
- Viu, vó?! Depois não fala que eu exagero. O seu tempero é ótimo.
- Vocês dois são extremamente exagerados.
- Muito "X" em uma frase só. - Disse Justin, fazendo nós rir.
- Você vai quando lá pra casa? - Perguntei, mudando o assunto.
- Não sei, eu tenho que vender a casa. Tenho que achar um comprador. - Respondeu Márjoree olhando para alguns cantos da casa.
- A senhora faz se desfazer da casa? - Perguntei tomando um pouco de água e olhando-a.
- Vou. Vendo a casa, aproveito um pouco do dinheiro da venda com coisas minhas, e ajudo nas despesas da casa. - Disse levantando-se.
- A tá. - Digo levantando, fazendo Justin levantar-se.
- E você senhor Justin. - Começou a minha avó. - Quais são as suas intenções com a minha única neta? - Eu não acredito que ela fez essa pergunta. Logo, a fuzilei com os olhos. Repreendendo-a.
- As melhores que você imaginar. - Disse abraçando-me por trás, dando selinhos em minha bochecha.
- As melhores? - Cerrou o cenho.
- Sim, as melhores. - Respondeu dando um sorriso nela.
- Cuide dela rapaz. Ela é uma menina de ouro. - Disse ela, passando por nós batendo de leve no ombro de Justin.
- Vó menos, nós nem somos namorados.
- Ainda. - Disse os dois uníssono. Apenas revirei os olhos.
- Mereço vocês dois. - Digo pegando a mão de Justin, a entrelaçando com a minha, indo em direção à sala.
- Vó, eu tenho que ir. - Digo, pegando minha mochila. Justin fez o mesmo.
- Já?
- Sim. Tenho que falar com a minha mãe, e Justin tem que ir pra casa dele. - Digo dando um beijo em sua bochecha.
- Tudo bem. Até. Tchau Justin, e estamos conversados. - Disse nos levando até à porta.
- Estamos sim. - Riu. - Tchau, foi um prazer reencontrá-la.
- Tá bem, Justin.
- Tchau. - Acenamos, e fomos em direção ao carro de Justin.
Entramos no carro, e Justin dirigiu em direção à minha casa.
- A comida da sua avó é excelente.
- Eu sei. O tempero dela, é maravilhoso.
- Graças a Deus você é minha, e vou poder ficar podendo comer o tempero da sua avó. - Disse virando uma esquina.
- Sua?
- Minha. - Parou no sinal. - Só minha. - Puxou meu queixo e depositou um selinho em minha boca. - E aí? Você vai se escrever em alguma atividade na escola? - Disse continuando a dirigir.
- Não sei. Eu quero uma que eu fique com você, perto de você. - Digo encostando minha cabeça em seu ombro.
- Hum. - Pensou. - Que tal, você escrever na seleção de líder de torcida? - Disse dando um sorriso.
- Sensacional. - Abrir um sorriso. - Mas peraí, Kamilla não é líder de torcida?
- É, mas ela nunca sai. Não sei se é por que não há gente boa para substituí-la ou se é que ela não quer sair mesmo. - Disse entrando no condomínio onde moro.
- Acho que ela já achou quem vai substituí-la. - Digo ajeitando a alça de minha mochila no meu ombro esquerdo.
- Quem?
- Eu. - Digo virando pra sua direção. O carro já havia parado. - Dizem que eu danço muito bem. - Digo.
- Nunca vi. Mas já sei que você dança bem. - Disse e chegou perto de mim. - Você é boa em tudo em que você faz. - Disse roçando seu nariz no meu. - Ainda mais o seu beijo. - Terminou de dizer e beijou-me.
Pós sua mão em minha cintura, aprofundando o beijo e trazendo-me mais pra sim.
Explorava sua boca. Dava chupões em sua língua. Mordidinhas para finalizar o beijo.
- Seu beijo é maravilhoso. - Disse ele passando sua língua por seus lábios.
- O seu é melhor ainda. - Digo dando um selinho, e alisando seus cabelos com minha mão.
- Por que você não apareceu antes, hein? -Perguntou olhando no meu olho.
- Por que era pra eu aparecer agora. - Olhei em seus olhos.
- Pensava que amar, que apaixonar não era uma coisa maravilhosa. Mas agora, tenho pensamento totalmente diferente. - Disse mexendo em meu cabelo também.
- Você é apaixonado por mim? - Perguntei boba.
- Sou totalmente apaixonado por você. - Deu-me um selinho. - Eu te amo, coisa linda.
- Eu te amo. - O beijei.
Garanto.
Garanto que esse beijo foi diferente. Não sei se é por que acabamos de nos declarar, ou se é por que todos os beijos que demos são totalmente diferentes.
- Eu tenho que ir. - Falei puxando seu lábio inferior.
- Ah não. - Fez bico. - Aqui tá tão bom. - Disse mordendo meu lábio inferior.
- Mas eu tenho que ir. Amanhã nós iremos nos ver. - O olhei.
- Claro que vamos.
- Ahã. Eu já vou. Tchau. - Dei um selinho nele. - Te amo. - Sussurrei.
- Espera. - Ele disse paralisado.
- O que foi?
- Você disse que me ama? - Disse com uma certa alegria nos olhos.
- Foi. - Digo baixo um pouco envergonhada.
- Você, você está me amando? - Perguntou dando um sorriso bobo.
- Muito. - Cheguei um pouco mais perto de Justin.
- Tão bom saber disso, minha princesa. - Selou-me. - É tão bom saber que a pessoa que eu amo, também me ama.
- Amo. Você é amável.
- Sou?
- Muito.
- Foi bom saber disso.
- Disso o que? - Perguntei confusa.
- Que você me ama.
- Por quê? - Falei curiosa.
- Você verá. - Disse dando um lindo sorriso. Cheirando meu pescoço.
- Hum. - Senti um arrepio. - O que você vai aprontar, hein? - Digo com os olhos fechados sentido ele cheirar, beijar meu pescoço, com a minha mão em sua nuca.
- Nada demais. - Disse ainda cheirando meu pescoço. - Você vai gostar. - Disse dando um beijo em minha boca.
- Eu espero. - Retribuí o beijo. - Agora eu tenho que ir mesmo. - Digo dando um selinho.
- Tudo bem. Amanhã, como sempre, aqui às 07h10. - Disse passando o seu dedão em meus lábios.
- Tá bom. Até amanhã. - Finalizei com um selinho, e saí do carro.
Ouvi o barulho da buzina. Olhei para trás, e Justin falou, na verdade, sussurrou:
- Te amo. - Vi seus lábios falarem essas seguintes palavras.
- Te amo. - Fiz o mesmo. E entrei em casa.
- Até que fim, Candice. - Ouvi a voz da minha mãe. - Onde você estava?
- Boa tarde pra você também mãe. - Ironizei. - Da escola eu fui pra casa da vovó. - Falei jogando minha mochila no enorme sofá L da sala.
- Fazer o que?
- Fui perguntar se ela havia pensado na nossa proposta, de vim morar aqui. - Relaxei, deitando-me do sofá.
- E aí? - Disse animada. Aproveitou que minhas pernas estavam para o seu lado do sofá, e tirou minha Vans, e as meias.
- Obrigada mãe. - Agradeci por ela ter tirando meu tênis. - E adivinha?! - A olhei por um instante.
- Fala logo criatura. - Disse ansiosa.
- Ela vem morar com nós. - Digo animada, fazendo minha pôr um lindo sorriso em seu rosto.
- Sério? Ai meu Deus Jonas vai adorar. - Disse batendo palmas.
- Principalmente do tempero da minha avó.
- Ahã. Isso mesmo. Aliás, você já comeu? - Perguntou.
- Já, na casa da vovó.
- A tá.
- Cadê o papai? E por que a senhora não foi trabalhar hoje? - Estranhei o porquê dela está em casa, em pleno meio de semana.
- Ah! Eu estava cansada. E só seu pai foi trabalhar.
- Como estão os negócios aqui? - Perguntei.
- Estão ótimos. Fizemos um ótimo investimento.
- Percebe-se. E a sua companhia de lingerie? Quando sai?
- Já estamos vendo. Tudo mesmo, até os melhores estilistas dessa área.
- A tá. Espero que der tudo certo.
- Eu também.
...
Às 07h05 estava terminando de tomar meu café da manhã, junto com os meus pais.
- Como está na escola? - Perguntou meu pai
- Sei lá. Normal. - Respondi perdida.
- O Justin vem te buscar? - Perguntou minha mãe.
- A senhora mais que ninguém sabe que sim. - Fiz careta.
- Justin? Belo garoto.
- Ele é lindo, né amor? - Perguntou minha mãe para o meu pai.
- Não exagera, né Morganna? Onde já se viu, homem elogiar homem?
- Realmente. - Rir.
- Nada a ver, Jonas. Nada a ver.
Pi-Pi-Pi
- Chegou. - Digo levantando-me da cadeira dando um beijo na bochecha de meus pais. E indo para o lado de fora da casa.
- Bom dia. - Digo entrando em seu carro.
- Bom dia. - Respondeu dando-me um selinho.
- Vai se escrever mesmo? - Ele estava se referindo às atividades escolares, especificamente, para as das Líderes de torcida.
- Vou. Por quê? Não deveria?
- Não. Claro. Espero que você passe. - Torceu.
- Eu também. Quero tirar o trono da madame Bitch.
- Você provoca. - Disse e riu.
- Eu não. - Defendi-me.
Eu estava decidida. Já que abriu as inscrições para às atividades escolares, e já que Kamilla não gostava nem um pouco - muito - de mim. Me inscreveria na atividade de Líder de Torcida, na qual ela é a líder da torcida.
Chegamos na escola. Justin estacionou, saímos do carro. E fomos - de mãos dadas - em direção à entrada da escola.
- Bom dia pessoas. - Digo chegando perto de meus amigos.
- Bom dia. - Respondeu eles.
- Vai participar de alguma atividade escolar? - Perguntou Hin.
- Vou e você?
- Todos nós já estávamos inscritos. - Disse Cait. Claro, eles já Qual estudavam aqui, apenas iriam se inscrever só se quisessem ir para outra atividade. - Em qual você vai se inscrever? - Continuou perguntando.
- Líder de Torcida. - Respondi cínica.
- Ual. Vai disputar com Bitch. - Disse sorrateiro Chaz.
- Cala a boca, coisa mongol.
- Chaz, Ryan, Chris vocês podem vir aqui comigo? - Perguntou Justin. Estranho.
- Claro. - Falaram juntos, sem entender.
- O que ele quer? - Perguntou estranhando Brooke.
- Não sei. - Digo, também querendo saber a resposta. - Mas tudo bem, vocês podem ir comigo na sala de inscrições? - Perguntei.
- Vamos.
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