06 de Abril de 2012, 09h23 a.m - National Institute Elite - Justin Bieber.
- Quero que os pares do campeonato fique aqui, quero dar uma conversinha com vocês. - Disse Kamilla no microfone.
- Ela pensa que manda em nós? - Perguntei no ouvido de minha namorada.
- É. Acho que sim. Porém está redondamente enganada. - Disse dando um risinho lindo.
- Claro que está. - Digo. Já se formava uma roda de pessoas que iriam participar do campeonato.
- Então, só quero avisar que os ensaios começarão semana que vem. - Disse.
- Tudo bem. - Digo. Viro para Candy e continuo: - Vamos? Eu já falei com a minha mãe sobre aquilo. E adivinha? - Perguntei e de relance, observei que Kamilla nos olhava, ouvia o que nós estávamos falando. Voltei a prestar atenção em quem me interessava. - Ela quer que eu te apresente hoje, com direito à tudo. - Digo sorrindo pra ela.
- Mas não dá. É muito em cima da hora.
- Eu falei pra ela, mas Dona Patrícia não me ouve. - Digo entortando a boca.
- Fala pra ela se não dá pra gente fazer um jantar amanhã? Aí meu pais podem ir, por que aí vai dar pra mim os avisar.
- Tá. Eu falo pra ela. Mas assim, de amanhã não passa.
- Não, não passa.
...
Fui deixar Candy em sua casa. Em todo o caminho eu estava pensando em algo para fazer com a Candy, para presentear Candice.
- Mãe? - Liguei para Dona Pattie.
- Fala, filho. - Disse.
- A Candy disse que só dá pra fazer o jantar amanhã. E aí? - Perguntei.
- Tudo bem. Mas os pais dela vão vim?
- Eu disse pra ela convidar.
- A tá. Onde você tá?
- Tô chegando em casa. A senhora tá aí?
- Tô.
- O.k. Fica aí, pra gente conversar.
- Sobre?
- Sobre eu e Candy. Candy e eu.
- Tudo bem. Estou te esperando.
Menos de dois minutos eu estava estacionando meu carro na garagem de casa.
- MÃE? - Grito ao passar da porta.
- ESTOU AQUI, NA COZINHA. - Vou até lá.
- Eu vou banhar primeiro e venho pra nós conversamos.
- Tudo bem.
Pego minha mochila que havia deixado no sofá, e subo a escada.
Tomei um banho rápido e fui almoçar.
- Agora diga. -Disse Pattie sentando-se no sofá da sala grande.
- Então, já que a Candy vem aqui amanhã com os pais dela. Eu quero pedi-la em namoro oficialmente.
- Quer pedir pro pai dela. É isso?
- É. Mas eu não sei o que dá pra ela.
- Hum. - Pensou um pouco. - Que tal um anel?
- Ah! Anel não. Anel é muito manjado. Todos os namorados dão isso pra suas namoradas.
- É verdade. - Pensou mais um pouco. - E o colar personalizado?
- Boa. Mas como personalizado?
- Com as iniciais dos nomes de vocês.
- Não, melhor. Caustin.
- Caustin? - Perguntou confusa.
- É mãe. É como nos chamam lá na escola: Casal Caustin. É a junção dos nossos nomes.
- A tá. Boa. Mas como você vai fazer isso? E ainda pra amanhã?
- Eu sei uma joalheria que faz rápido.
- A tá.
- Pois é mãe. Agora tem outra coisa. - Digo envergonhado.
- Fala.
- É estranho falar disso pra você.
- Por quê?
- Por que é.
- Desembucha, Drew.
- Essa semana. É ... eu e Candy nós quase...
- Quase?
- Quase fizemos. - Falo baixo.
- Fizeram o quê? - Se fez de boba. Eu tinha certeza que ela tinha entendido.
- Amor, sexo, mãe.
- Eu sei, eu entendi, seu bobo. - Disse rindo. - Onde iria ser?
- No banheiro da casa dela.
- Hum tá. E você, quer que aconteça amanhã?
- Muito.
- Por quê?
- Não sei. Eu tô louco por ela, eu a desejo muito, a senhora não sabe o como. É carnal, é amor. Eu nunca senti nada igual. Eu quero senti ela, mãe. Eu quero saber se nós, realmente nos encaixamos perfeitamente, como eu tenho certeza que sim. Eu a amo muito.
- É lindo ver você assim. Falando de uma garota desse modo. Ainda mais da Candice que é uma ótima menina. E é maravilhoso ver que você quer dividir esse seu sentimento lindo.
- Eu nunca me senti assim, mãe. E eu quero sentir isso, esse amor apenas com ela. Com a minha Candy.
- Eu vou te ajudar. Você quer onde? Aqui em casa ou em um hotel?
- Aqui. Ela vai ser a única que eu vou levar pra minha cama. Em toda a minha vida.
- Tá. Nós vamos arrumar o seu quarto.
- Eu quero que ele fique romântico, mãe. Ela merece.
- Tá.
- Eu vou lhe ajudar. Mas agora deixe eu ir na joalheria.
- Tá. Quer uma sugestão?
- Claro.
- Escolha um colar prata.
- Por quê?
- Não sei. Só escolha.
- Tá. - Digo um pouco confuso.
Pego a chave do carro, meu celular. E vou em direção ao carro.
No meio do caminho, minha princesa me liga:
- Oi amor? - Digo pondo no viva voz.
- Oi. Como você tá?
- Tô ótimo, amor. E você?
- Tô bem. Onde você tá?
- Eu vim comprar um negocio pra minha mãe. - Menti.
- O quê? - Perguntou curiosa.
- Absorvente. - Pensei rápido.
- Dona Pattie ainda menstrua?
- Claro, a velha ainda da um caldo. - Rimos.
- Para Justin. - Aproveita que você vai comprar pra ela, comprar uns pra mim também. O meu estoque tá acabando. - Porra. Agora eu vou ter que comprar.
- Tá. Com Abas ou Sem Abas? - Isso que dá morar com uma mulher.
- Com, claro.
- Tá. Tem alguma preferência de marca? - Sei que elas tem essas frescuras.
- Não.
- Tudo bem. Amor, tô dirigindo. Depois nós nos falamos tá?
- Tá. Te amo. Cuidado.
- Te amo. - Desligo.
Eu havia acabado de chegar na joalheria.
- Boa tarde. - Disse vindo uma atendente.
- Boa tarde. - Digo dando um riso. - É, vocês fazem encomendas?
- Sim, fazemos.
- Então, eu estou querendo um colar prata com um nome.
- E qual seria o nome? - Ela disse se sentando. Fiz o mesmo.
- É Caustin. - Ela me olhou confusa. - São os nomes da minha namorada e o meu juntos.
- A tá. - E qual é o nome da sua namorada? - Ela ia anotando.
- Candice.
- Você irá querer para quando o colar?
- Amanhã. - Arrisquei.
- Ouw. Vai sair caro.
- Não tem problema.
- Tudo bem. - Anotou. - Irá querer mais alguma coisa?
- Sim, eu quero um anel delicado.
- Temos um lindo aqui. - Ela disse se levantando. - Esse. - Mostrou-me.
- Oh. É lindo. - Eu vou levá-lo.
- Tudo bem. - Ela disse pegando o anel e pondo em sua devida caixinha.
- Eu faço o pagamento agora?
- Não, apenas amanhã quando vir pegar amanhã o colar.
- Tudo bem. Muito obrigado.
- Obrigada você, pela preferência.
Apenas dei um pequeno riso e parti em direção à farmácia próxima.
Parei com o carro na frente. E entrei.
Fui em direção a prateleira que havia os absorventes Com Abas.
Peguei sei-lá-quantos e pus em um cesta e fui em direção ao caixa. Um mulher, de mais ou menos 23 anos estava atendendo.
Ela pegou a cesta e deu um risinho abafado ao ver o que era.
- É, eu sei. É estranho um homem vir comprar absorvente. Mas o que não fazemos quando estamos apaixonados? Ela pediu e eu tô aqui comprando.
- É, tenho que concordar que é estranho. Mas ao mesmo tempo é fofo, até por que isso não é normal.
- É. Ela tem sorte em me ter.
Ela deu um riso e disse o preço:
- Deu 18,45 dólares.
Dei um nota de 20 dólares à ela, e a mesma deu o troco.
Peguei a sacola e fui em direção a minha casa.
...
- Encomendou? - Perguntou a minha mãe ao me ver entrar na sala.
- Sim, e comprei um anel.
- Mas anel não era muito manjado? - Disse com desdém.
- Continua sendo manjado. Comprei por que eu irei dar o anel aqui, para os pais dela verem. E o colar lá no quarto.
- Assim. Tudo planejando. - Disse com os olhos semi cerrados.
- Claro, minha filha.
- Sou sua mãe, moleque.
- É, eu sei.
- E cadê o anel? Deixa eu ver. - Disse se sentando direito no sofá.
- Aqui. - Digo pegando a caixinha com o anel que estava no bolso da minha bermuda.
- Ah! Justin é lindo. Esses diamantes aqui do lado a deixou delicada.
- Delicada que nem ela, mãe. - Digo sorrindo bobo.
- Você fica todo bobo quando fala dela.
- Claro, mãe. Ela é a mulher da minha vida.
- Você já a encontrou?
- Já. - Digo sorrindo.
- O.k, né?! - Riu. - E essa sacola aí de farmácia? É camisinha?
- Não, camisinha eu tenho de sobra. Isso daqui é absorvente pra Candy. - Falo abrindo a sacola e vendo os absorventes.
- Sério? - Disse surpresa.
- Sim, ela me ligou na hora que eu tava indo fazer a encomenda do colar, e como eu não eu podia falar pra onde eu estava indo, eu falei que tava indo comprar absorvente pra senhora, e ela pediu pra mim comprar pra ela.
- A tá.
- Amanhã quando eu for buscá-la pra ir pra escola, eu dou pra ela.
- Ahã.
- Já sabe como vai deixar o meu quarto pra amanhã?
- Sei. Eu tava pensando em fazer uma coisa diferente sabe? Tipo: afastar a cama pro lado. E pôr uns edredons no chão, e o quarto, no chão por umas velas. O que acha?
- Romântico. Assim que vai ser.
- Tudo bem.
- E o jantar? Tô brocado. - Digo passando a mão na barriga.
- Sílvia tá terminando de fazer.
- A tá.
...
O dia seguinte havia chegado. Entreguei os absorventes à Candy, que me encheu meu rosto de beijos. Eu gostei, claro. Fomos pro colégio. Ela confirmou que os pais dela iriam ao jantar.
À tarde, depois que eu havia deixado Candy em seu condomínio. Eu fui direto para o joalheria pegar o colar e fazer o pagamento.
O colar havia ficando lindo. Ele era prata, com o nome Caustin nele.
Paguei.
Cheguei em casa, abrir a caixinha redondo vermelho - onde estava o colar - e mostrei pra minha mãe:
- Justin, ficou lindo.
- Ficou, né?! Mas será que ela vai gostar?
- Claro que vai.
- É, ela vai.
- Tudo bem. Agora, vem me ajudar a arrumar o seu quarto.
- Vamos.
Fomo pro meu quarto. Guardei o colar no mesmo lugar do anel.
Eu e minha mãe, afastamos a cama pro lado - graças a Deus o quarto era grande - , pegamos alguns edredons de tons claros, e possamos no chão, bem esticado. Pus as almofadas de fronha azul bebê em cima dos edredons.
Detalhe: os edredons estavam no centro do quarto.
- Eu ponho as velas, por que é fogo e pode apagar a qualquer momento. - Disse minha mãe.
Dona Pattie foi em direção à janela, a fechou com cortina e tudo. O quarto ficou escuro, ela foi em direção a tomada giratória e rolou apenas um pouco, deixando o quarto um pouco - pouquíssimo - claro.
- Quando você terminar de se vestir deixe a luz nesse tom. Tudo bem?
- Tá. Vou me banhar, tá quase dando a hora. - Digo tirando bermuda beje.
- É, eu também vou.
Tirei minha box azul que usava, joguei ela e a bermuda no cesto que tinha dentro do banheiro.
Entrei dentro do box do banheiro. Liguei o registro do chuveiro. Na hora que a água colidiu em meu corpo, foi como se todos os meus órgãos relaxassem, até a mesmo a minha cabeça. Eu estava pilhado.
Estava com medo de algo dá errado.
Mas não iria.
Espero pelo menos.
Terminei o banho. Enxuguei-me, pus uma box preta. Antes de me vestir, me encharquei de perfume. E me vesti.
Vestia uma calça jeans. Normal, nada de calça caída. Uma camisa branca, lisa, e por cima um blazer preto. Nos pés, um supra, nada exagerado, ou grande. Apenas normal.
Voltei pra o banheiro, e arrumei o meu tapete dourado.
Desci, mamãe já estava pronta, e disse:
- Você tá lindo. - Disse me olhando.
- Obrigado. Você também está.
- Claro, que estou.
- Nossa. Que convencida.
- Sempre agora, deixa eu ir lá, acender as velas.
- Tá. - Ao ver ela na metade da escada, falo:
- Trás o anel, só o anel. Eu me esqueci de pegar.
- Tá bom. - Disse por fim.
Eu estava nervoso, tanto que andava de um lado para o outro naquela sala. Fui até na cozinha:
- E aí, Sílvia? Tá quase pronto? - Digo referindo-me à comida.
- Está sim, em menos de 5 minutos fica pronto. - Disse, na mesma hora olhei pro relógio em meu pulso.
- Ótimo. Daqui à vinte minutos eles chegam. - Digo saindo daquele cômodo.
- Pega filho. - Disse minha mãe dando a caixa que havia o anel.
- Obrigado.
...
Pim-Pom
- Chegaram.
- Ai meu Deus. Chegaram. -Falei nervoso.
- Justin, se acalma. Nada vai da errado.
- Não dá, mãe. Eu estou muito nervoso.
- Te acalma garoto. Vocês já são namorados.
- Mas os pais delas estão com ela.
- Mas você já me disse que já os conheceram. - Disse já com a mão na maçaneta, pronta para abrir-lá.
- Já, mas estamos em outra situação. - Digo ajeitando meu blazer.
- Respira fundo, por que eu vou abrir. - Respirei, e ela abriu.
- Boa noite. - Disse a mãe de Candy.
- Boa noite, família Smith. - Disse minha mãe. - Podem entrar. - Eles entraram.
Minha garota, estava linda, ela usava uma roupa rendada branca, a blusa deixava um pouco de sua barriga para fora, e um saia de cintura alta. Seus cabelos, curtos e um pouco loiro, estava um pouco bagunçado. Sua maquiagem não estava muito forte. Ela estava lindo. Ainda mais com aquele sorriso que só ela sabe dar.
Fui em sua direção, a depositei um selinho em seus lábios, e sussurrei em seu ouvido:
- Você está linda. - Cheirou seu pescoço. Ela estava muito cheirosa.
- Você também. - Sussurrou.
Desfiz o abraço.
-Então, mãe. - Chamei sua atenção, que estava toda entretida conversando com os pais de Candy. - Essa é a Candy. E Candy, essa é a Dona Pattie.
- Prazer, querida. - Disse minha mãe a abraçando.
- Prazer.
Ficamos conversando ali, nós cinco. Até que fomos jantar.
...
- Esta sobremesa está maravilhosa. - Disse o pai de Candy, Jonas.
- Eu mesma me disponibilizei em fazê-la. - Informou minha mãe.
- Está uma maravilha, Pattie. - Disse Morganna.
- Obrigada.
Estava na hora.
Respirei fundo e comecei:
- Então, é ... o real motivo do jantar, foi apresentar as nossas famílias, e pedir, oficialmente a Candice em namoro à vocês. - Digo olhando para seus pais. - É, eu acho que vocês sabem que nós estamos namorando. E não vai ser um "não" de vocês, que irá fazer eu a largar. - Rimos. - Então, eu não preparei nenhum discurso, até por que ela sabe que eu realmente a amo. - Digo a olhando. - Então, eu só quero saber se vocês, aceitam o nosso namoro? - Perguntei.
- Claro que aceitamos, Justin. Você é um ótimo garoto. - Elogiou-me seu Jonas.
- Obrigado. - Digo dando um sorriso. - Levanta, amor. Vem aqui. - Olhei pra Candy, a mesma se levantou. - Eu comprei esse anel pra você. - Digo pegando a caixinha dentro do bolso do blazer.
Abri a caixa, e peguei a aliança. Peguei delicadamente sua mão. Botei a aliança no começo de seu dedo da mão direita, e pedi:
- Você aceita namorar comigo? - Perguntei olhando em seus olhos. Os dela estavam marejados.
- É claro que eu aceito seu bobo. - Disse dando um lindo sorriso.
Pus até o fim a aliança. Puxei sua cintura, e a beijei.
...
Pedi para Candy, pedir para seus pais, para que a deixassem dormir aqui. Seu pai recitou um pouco, mas logo deixou.
Ficamos conversando com a minha mãe. Até que digo:
- Vamos lá pro meu quarto. - Digo levantando e pegando em sua mão.
- E eu vou encontrar algumas de minhas amigas. - Disse minha mãe se levantando, pegando sua bolsa. - Tenham uma boa noite.
- Você também. - Disse Candy, lançando um sorriso sem dentes pra ela.
Logo minha mãe saiu.
- Vem. Vamos. -A puxei pra escada.
Entramos no meu quarto. Ao entrar, meu quarto estava um pouco escuro, mas um pouco claro, os edredons no chão, as velas no chão, e rosas também.
- Tá lindo, Justin. - Disse maravilhada.
- Minha mãe, me ajudou. - Digo a olhando. - Eu quero que a nossa primeira vez juntos seja inesquecível.
- Ah! Para. - Fungou. - Eu vou chorar.
- Vem, senta aqui. - Digo, levando-a até a cama.
Fui até o meu closet, peguei a caixa do colar, e voltei para o quarto.
- Eu comprei outro presente pra você. - Digo me sentando em seu lado.
- Jura?
- É. Juro. - Entreguei a caixa para ela.
- É outra jóia? - Olhou para pequena caixa e depois para mim.
- É ... - Ela me interrompeu:
- Caustin? - Disse com os olhos lacrimejados.
- É.
- Ai Justin... - Disse suave. - que lindo. - Olhou novamente pro colar.
- Você gostou?
- Eu amei. Acho que foi a coisa mais significativa que eu já ganhei.
- Bom sendo assim - Digo me arrumando ficando de lado - acho que eu vou merecer muitos, muitos e muitos beijos. - Digo e ela riu e foi dando beijo em partes da minha face.
- Você fez isso sozinho?
- É, mais ou menos. A partir do momento que eu comprei, foi em quem fiz. Só pra te agradar.
Ela riu, mordendo os lábios, e olhou novamente para o seu mais novo colar.
- Você quer colocar? - Pergunto.
- Agora. - Respondeu dando um sorriso de orelha a orelha.
Ela levantou seu cabelo, e pus o colar.
- Que bom que você gostou.
- Eu adorei. - Disse soltando seu cabelo.
- Deixa eu ver. - Ela se virou pra mim.
- Ficou bom?
- Ficou lindo. - Digo mexendo no nome que tinha no colar.
- Você, é um namorado muito especial. - Ela disse chegando perto. Pondo seus braços ao redor de meu pescoço.
- Sabe o que é isso? É só um pouquinho assim de amor. - Demonstrou com os dedos.
- Só um pouquinho? - Disse.
- Um pouquinho, quase nada.
- E se fosse muito?
- Se fosse muito, ia ser assim. - A beijei.
O beijo começou fraco, lento, gostoso. Puxava forte seu cabelo. Ela fazia o mesmo com o meu. Uma hora dessa o beijo já estava quente, rápido, cheio de luxúria.
Levei ela até o centro do quarto.
07 de Abril de 2012, 11h21 p.m - Condomínio Puerto Rico, Quarto - Escritora
O casal ficou em cima dos edredons. Continuaram a se beijar.
Justin, começou a beijar o pescoço da garota, que a altura do campeonato ficava louca com as preliminares que o namorado fazia.
Bieber achou a borda da blusa de sua namorada, e a ergueu. Deixando apenas de sutiã preto tomara-que-caia. O namorado voltou a beijar pescoço de Candice, que passou para o ombro. A morena, recebia os carinhos de olhos fechados, sentindo o prazer que o seu parceiro a dava.
Candice tirou o blazer e a camisa que seu namorado usava.
Logo, Justin abaixou a saia de sua amada. Candice fez o mesmo, com algumas dificuldades ao tentar tirar a calça jeans de Drew, porém foi ajudada, por ele.
O filho de Pattie abaixou-se, trazendo junto Candy.
Justin deitou Candice, ficando por cima da mesma.
07 de Abril de 2012, 11h54 p.m - Condomínio Puerto Rico, Quarto - Justin Bieber.
Eu a olhava, nem seus olhos. Ela me encarava com paixão, com desejo.
Candy deu um meio riso, passou suas unhas grandes em minha nuca. Nos beijamos de novo.
Candice pegou o lençol fino branco, e pôs encima de nós.
Tirei seu sutiã, juntamente com a sua calcinha.
Minha namorada abriu as pernas, deixando-as de cada lado da minha cintura. Depois comecei a realmente saber o porquê, ela levantou as penas com as coxas, deixando seus pés em minha cintura, pegando entre os dedos de seus pés o cós de minha cueca, e começando a abaixá-la.
Ergui-me um pouco pra cueca sair toda, pois havia parado em meu pênis por conta da ereção.
Queria ir devagar, até por que seria a nossa primeira vez juntos. Queria senti-lá, queria ver, queria saber como é estar dentro da pessoa que você ama. Vai ser a melhor experiência de todas.
- A camisinha, amor. - Ouvi Candy sussurrar. Sorri de lado, e pus a minha mão debaixo do colchão feito de edredom, - havia deixado dois pacotes de camisinha ali - peguei o protetor. Sentei-me em seu colo, rasguei o pacote, peguei o silicone e pus no meu pau ereto. Voltei meu olhar para Candy, que olhava todos o movimentos que eu fazia.
Deitei-me novamente, em cima dela. Em um ato involuntário, Candy abriu as pernas. Segurei a base de meu pau em seu buceta, comecei a esfregar na mesma. Larguei meu pênis, e pus minha mão em sua vagina.
Candice estava totalmente molhada.
Pus dois dedos dentro de sua buceta, e ela, por impulso, foi um pouco pra cima.
- Ar ... - Gemeu. - Mete o dedo todo. - Meti.
- Assim? - Perguntei virando meus dedos dentro dela.
- É ... Assim. - Disse de olhos fechados.
- Você não prefere o meu pau? Dentro de você? - Perguntei safado.
- Claro que eu ar ... eu prefiro. - Entocava mais rápido com os meus dedos. - Justin, me fode.
Tirei meus dedos de sua buceta molhada.
Peguei novamente a base de meu pênis, e rocei ele a vagina dela.
-Você quer como? - Perguntei a beijando.
- Você entrando devagar, pra não doer. - Disse mordendo os lábios.
- Assim? -Comecei a botar.
- É assim.
Entrava devagar dentro dela, para não a machucar.
Após sentir que meu pênis estava todo dentro de sua buceta. Perguntei:
- Tá doendo?
- Nem um pouco.
- Deixa eu sentir. Deixa eu ver como é estar dentro da pessoa que você mais ama nesse mundo.
Ela riu abafado.
- Eu te amo, muito. - Disse me olhando.
- Eu também.
Comecei a me movimentar dentro dela.
Meu pênis entrava e saia com uma certa dificuldade.
- Vai mais rápido. Eu juro que não tá doendo. - Suplicou.
Comecei a entocar mais rápido. Candy gemia cada vez mais em meu ouvido. E eu adorava.
- Fica de lado. - Pedi.
Ela se movimentou e ficou na posição que e queria, ajeitei-me detrás dela, e pus meu pênis novamente em sua buceta. Ergui sua perna, deixando-a mais aberta que já estava. Candice segurava, puxava meu cabelo com força, enquanto meu pau fazia o trabalho e minha mão, meus dedos a estimulava.
- Mete com força, caralho. - Gritou.
Comecei a meter cada vez mais forte, ela já não gemia, gritava de prazer.
Sentei-me sem cima de minhas pernas - mesmo com esse ato, meu pênis continuou enterrado em sua vagina.
Candy, abriu mais sua perna. Continuei a entocar devagar, depois comecei com as mais fortes.
- Ai meu Deus. Eu vou gozar. - Disse - Vai mais rápido.
Não a deixei terminar a sua frase, entoquei com as ultimas forças que havia em mim.
- Arrrrrr. - Gritou.
Senti meu corpo tremer, minha pernas - mesmo debaixo de minha bunda - bambas, meu coração bater mais rápido do que já tava batendo.
- Ar caralho. - Digo.
Dei a última entocada e sentir meu gozo sair feito um jato.
Detei-me por cima da minha namorada, nós tentávamos deixar nossas respirações normais.
Cai em seu lado.
- Isso foi louco.
- Isso foi ótimo. - Digo.
Estávamos cobertos pelo lençol.
- Você é bom, muito bom.
- Eu sei, gatinha.
- Convencido.
- Eu tô com fome. Você tá? - Pergunto.
- Por incrível que pareça não.
- Vamos lá na cozinha. - Digo me levantando, tirando a camisinha de meu pênis e jogando a cesta de lixo do banheiro.
- Ah não, amor! São 02h00 da manhã.
- Não quero saber, vem.
Pus minha cueca, e ela sua calcinha e a minha camisa branca.
- Vem cá, amor. Eu juro ... - Digo a pegando no colo, e descendo o resto da escada.
- Ah. - Reclamou.
- Eu juro que é só um lanchinho. - A selei.
- Mas são duas da manhã, Justin. - Ela disse, entre os nossos beijos no meio da madrugada na sala.
- Eu sei, mas é que eu tava com a minha namorada, minha morena. - A beijo. - Nem vi o tempo passar. - Dou um selinho.
- Ah! Vem pra cá, bem. - Disse me puxando para o sofá. - Só você querer comer essa hora. - Ajoelhou-se no sofá, fiquei na mesma posição.
- Não. A noite é uma criança, Candy. - Disse, e ela pós sua mãos ao redor de meu pescoço.
- Eu sei, e o nome dela é Justin.
- É, e eu vou te embalar a noite inteira. - Nos beijamos. Chupei o seu pescoço e ela deu um riso.
- Justin? - Ouvimos a voz de Pattie. Logo olhamos para a escada. - Vai dormir.
Candy começou a gargalhar, eu ria também, mas pus minha mão em sua boca.
- Shi. Shi. Para, Candice.
Ela riu mais.
__________________________________________________________Site OFICIAL em que eu posto: http://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-by-your-side-1738306
Roupa da Candy: https://scontent-a-atl.xx.fbcdn.net/hphotos-xpa1/t1.0-9/10372289_564986366947579_6656721811471743670_n.jpg
Quem quiser entrar no grupo é só deixar o seu número com o DDD da sua cidade. Meu whats: 098 9223-8052

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