25 de Dezembro de 2014, 11h03 p.m - Condomínio The Luxury, Mansão dos Smith - Candice Smith
Com todo esse alvoroço de desfile, acabamos esquecendo do Natal.
Ah! O Grande natal, a data comemorativa do nascimento de Jesus, pelo menos para algumas religiões, esse sim é o significado do natal, não o velhinho de barbas e bigode brancos, gordo,de vermelho com suas renas, não muito menos os presentinhos. Mas,não vamos ser hipócritas, ganhar presente é tudo de bom.
Mas, como eu disse, havíamos esquecido completamente desta data, porém, ontem, dia 24, resolvemos tudo: a ceia, presentes, um pouco da decoração. e os convidados que seriam: a minha família, e a família de Justin - os avós dele, tinham vindo para comemorar o Natal com Pattie e Jeremy, minha mãe os convidou para, hum, reunimos as festas, na nossa casa. Eles iriam trazer alguns tipos de pratos -, ou seja, no nosso natal teria: eu, meus pais, minha avó, Justin, seus pais e seus avós. Apenas a família.
Enquanto, os adultos, conversavam dentro de casa, eu e Justin conversávamos no jardim, andando de mãos dadas, pra lá e pra cá.
- Nessa loucura, nós nem vimos a repercussão do desfile. - Falou Bieber, tocando, com a outra mão, o colar que me dera meses atrás.
- Não, eu vi sim. Está bombando na internet, é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais, e, ontem a minha mãe me falou que lojas de nomes, querem autorização para vender algumas peças, minha mãe tá pensando, por que tem a loja oficial, no site; shoppings; e em avenidas que contém essas lojas de porte. - Olhei para ele. - O investimento valeu a pena.
- Com certeza. - Selou-me.
- E também, uma das notícias sou eu, por conta, do lenço.
- Eles sabem?
- Por alto, minha mãe disse.
- Hum. Sabe o que eu tava pensando? - Falou encostando suas costas no tronco de uma árvore que existia ali, me levando com ele por sua mãos entrelaçada em minha cintura.
- Não. - Balancei a cabeça, depois a pondo na curvatura de seu pescoço.
- Daqui a dois meses completamos um ano. - Disse abraçando-me forte.
Franzi o cenho, e voltei a minha postura.
- Não seria daqui a quatro meses? - Digo pensativa. - Começamos a namorar em Abril, não em Fevereiro.
- Seria se eu contasse desde Abril, mas não. - Sorriu faceiro.
- E como você conta? - Encostei nossas testas, fazendo nossos narizes roçarem, e fui descendo busto, dando a encostar nos cabelinhos de seu bigode por fazer, esfreguei, abaixei mais, esfreguei meu nariz em seus lábios, podendo sentir a maciez, o formato e cheiro do vinho que tivera tomada minutos antes.
Suspirou e disse:
- Conto desde o dia que nos conhecemos, - Mexia a cabeça. - na casa da Hinet, - Abaixou um pouco a cabeça, depois tirou as mãos de minha cintura, e pôs em meu rosto o erguendo cuidadosamente. - no dia 27 de Fevereiro. - Selou-me e suspirou em meus lábios. - Um ano. - Sussurrou, e selou meus lábios com carinho.
Suspiramos ao mesmo tempo, dando a sentir nossos hálitos misturados, olhamos um para o outro.
Ali, eu podia ver, o quanto eu o amava, o quanto que ele me transmitia paz, aconchego, segurança e o amor. Muito amor. O amor dele me fazia ser uma pessoa melhor, me fazia superar minhas dificuldades, por exemplo, o câncer. Eu faria tudo por ele, mas...
Fazendo o que eu chegasse a conclusão de que: Eu não suportaria perdê-lo.
Eu perderia meu mundo, meu chão, meu amor.
Encostei nossos lábios, por um bom tempo. Tomei a iniciativa, pus o começo de minha língua em direção a sua boca, e o mesmo cedeu. Senti suas mãos de volta a minha cintura, e eu, as minhas em sua nuca. Seu beijo era quente, demorado, envolvente. Estava parecendo que, o mundo havia parado ao nosso redor, parecia que existia apenas eu, ele e aquele momento.
- Está quase dando meia-noite. - Sussurrou. - Acho melhor irmos lá pra dentro.- Puxou meu lábio inferior.
Assenti e fomos para dentro da casa. Lá já estavam todos reunidos, em volta da mesa, na qual estava farta de comida.
...
Hum, como a minha família, e nem eu, somos chegados nessa coisa de árvore de natal, onde normalmente ficam os presentes. Todo ano, nessa data, no lugar da árvore, botávamos os presentes em cada degrau da escada, com o nome da pessoa pra quem era destinado tal presente. Sendo assim, cada pessoa, tinha que ficar em pé, do lado do presente onde tinha seu nome. Cada presente seria aberto, começando da primeira pessoa que se encontraria no primeiro degrau e assim iria indo. Todos nós, íamos vendo onde era onde tinha nossos nomes.
- Candy, querida, o seu está aqui. - Disse Bruce.
- Ah obrigada. - Sorri abertamente, e fui para trás de Bruce, ou seja, no sexto degrau.
- Vamos começar. - Disse minha mãe animada batendo palminhas.
- Eu sou o primeiro. - Disse Jonas, meu pai sorrindo, como ele estava no primeiro degrau, pegou um dos presentes que tinha ali, naquele paralelipípedo , abriu e vi que ali era o presente da minha mãe, que era uma gravata e um relógio. - Obrigado, amor. - Piscou para minha mãe, que estava um degrau acima de Pattie.
- Pra você sempre que for ao trabalho, lembrar-se de mim. - Sorriu sapeca.
Logo meu pai pegou o meu presente, era um desejo profissional de nós dois.
- Caralho, que massa. - Disse olhando cada traço do desenho. - Muito obrigado, filha. - Sorriu pra mim.
E assim foi, cada um vendo cada seu presente recebido recebi uma pulseirinha de ouro de meu namorado, com o símbolo do infinito, no qual eu já estava usando, e eu dei uma guitarra preta com vermelha para ele.
Ficamos ali, conversando em família, todos animados, até umas 03:00 da madrugada.
- Gente, eu e Justin vamos dormir. Estou muito cansada e com sono. - Disse indo abraçar casa um dali.
- Feliz Natal à todos. - Joguei um beijo. - Até amanhã. - Ouvi Justin se despedir de todos, e subir. - Quero capotar nessa cama. - Bocejei.
- Somos dois. - Disse tirando sua camisa. - Se eu pudesse dormia sem banhar.
- Nada disso, você vai dormir. - Falo tirando o último salto, logo a saia longa. Ficando apenas de um shortinho que usava debaixo da saia, e por cima o top cropped de croché vermelho.
Fui em direção ao banheiro, peguei a necessaire, a abri e peguei o demaquilante e comecei a tirar minha maquiagem, vendo Justin começar a escovar os dentes, só de cueca. Tirei toda a maquiagem, escovei os dentes. Tirei os acessórios que eu usava, e quando ia tirar a pulseira, Justin pega o meu pulso e tira.
- O nosso amor é infinito. Alguns infinitos são maiores que os outros, lembra? - Disse tirando a pulseira em mim, e a beijando em meu pulso. Sorriu.
- Lembro. - Sorri verdadeiramente.
- Nosso primeiro natal juntos.
- De muitos. - Selei o canto de sua boca.
Depois dali, fomos banhar. Vesti minha camisola, e Justin, outra cueca. Fomos pra cama, nos juntamo. Bieber nos cobriu até a cabeça, e começamos a namorar. Contando algumas histórinhas, fazendo carinho um no outro, risadinhas, beijos.
31 de Janeiro de 2015, 07h14 p.m - Restaurante - Candice Smith
No ano novo, eu e Justin, apenas nós dois, comemoramos juntinhos em uma viagem. Passamos a virada do ano em um resort, que ficava no Caribe, em território britânico. Foi ótimo, passar o ano novo com a pessoa amada.
Durante esse mês, fiz várias coisas, dentre delas: o tratamento para o cabelo crescer mais rápido, e cresceu. Meu cabelo, liso, já estava na altura da orelha. Ele estava bonito, já cheio, jogava o cabelo para os lados, aí mesmo que ficava lindo. Mas, como a pessoa aqui estava ansiosa, uma semana atrás, pus aplique, não muito grande, ele ia até o meu ombro. Estava adorando sentir o cabelo tocar em meus ombros.
Agora, estávamos: eu, Justin, Pattie, meus pais e minha avó em um restaurante - Jeremy, não pode vim. - rústico, comida boa, e um palco pequeno, onde agora tocava um música baixa, mas ali tinha um violão ao lado de um banco alto, e na frente desse banco tinha um pedestal de microfone. - Tínhamos acabado de chegar ali.
Justin parecia nervoso ao meu lado, e Pattie tentando o acalmar com o olhar.
- Você está bem? - Sussurrei ao seu lado.
- Oh, estou sim. Só estou com fome. - Tentou disfarçar e bebeu o líquido que continha em seu copo.
- Tudo bem. - Tentei deixar pra lá.
Minutos depois, fizemos o pedido, enquanto isso, Justin avisou que iria no banheiro, e Pattie pediu algo ao garçom silenciosamente.
Enquanto Justin ou a comida não chegavam, e os adultos da mesa conversavam, eu mexei um pouco no celular.
- Hrum. - Ouvi essa "tosse" invadir por todo o espaço daquele restaurante. Olhei para os lados, virei um pouco me deparando com o palco, e com Justin ali.
- O que ele está fazendo ali? - Abri mais os olhos, e ouvir Pattie dar uma risadinha.
- Você verá, querida. - Disse, e eu a olhei confusa.
- Hum, boa noite, pessoal. Espero que eu não esteja incomodando ninguém, eu só sou um mero bobo apaixonado. - Sorriu abafado. - Quero uma resposta viu, Sogrão? E a sua, Candy, é a principal. - Piscou pra mim. Suspirou, ajeitou o violão em seu colo e começou:
- Sábado de manhã, pulei da cama
E coloquei o meu melhor terno
Entrei no meu carro e corri como um jato, todo o caminho até você
Bati em sua porta com o coração na mão
Para lhe fazer uma pergunta
Porque eu sei que você é um homem à moda antiga
Sim, sim
Posso ficar com sua filha para o resto da minha vida?
Diga sim, diga sim, pois eu preciso saber
Você diz: "Eu nunca vou dar sua sua bênção até o dia que eu morrer
Que azar, meu amigo, mas a resposta é não!"
Por que você tem que ser tão rude?
Você não sabe que eu sou humano, também?
Por que você tem que ser tão rude?
Me casarei com ela de qualquer maneira
Casar com aquela garota
Casar com ela de qualquer maneira
Casar com aquela garota
Não importa o que você diga
Casar com aquela garota
E nós seremos uma família
Por que você tem que ser tão rude?
Eu odeio fazer isso, você não deixa escolha, não consigo viver sem ela
Me ame ou me odeie, seremos garotos aguardando naquele altar
Ou iremos fugir para outra galáxia, você sabe
Você sabe que ela está apaixonada por mim, ela irá para qualquer lugar que eu vá
Posso ficar com sua filha para o resto da minha vida?
Diga sim, diga sim, pois eu preciso saber
Você diz: "Eu nunca vou dar sua sua bênção até o dia que eu morrer
Que azar, meu amigo, porquê a resposta ainda é não!"
Por que você tem que ser tão rude?
Você não sabe que eu sou humano, também?
Por que você tem que ser tão rude?
Me casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Não importa o que você diga
Casarei com aquela garota
E nós seremos uma família
Por que você tem que ser tão rude ?
Posso ficar com sua filha para o resto da minha vida?
Diga sim, diga sim, pois eu preciso saber
Você diz: "Eu nunca vou dar sua sua bênção até o dia que eu morrer
Que azar, meu amigo, mas 'Não' ainda significa 'Não'!"
Por que você tem que ser tão rude?
Você não sabe que eu sou humano, também?
Por que você tem que ser tão rude?
Me casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Não importa o que você diga
Casarei com aquela garota
E nós seremos uma família
Por que você tem que ser tão rude?
Por que você tem que ser tão rude?
Por que você tem que ser tão rude?
Entrei no meu carro e corri como um jato, todo o caminho até você
Bati em sua porta com o coração na mão
Para lhe fazer uma pergunta
Porque eu sei que você é um homem à moda antiga
Sim, sim
Posso ficar com sua filha para o resto da minha vida?
Diga sim, diga sim, pois eu preciso saber
Você diz: "Eu nunca vou dar sua sua bênção até o dia que eu morrer
Que azar, meu amigo, mas a resposta é não!"
Por que você tem que ser tão rude?
Você não sabe que eu sou humano, também?
Por que você tem que ser tão rude?
Me casarei com ela de qualquer maneira
Casar com aquela garota
Casar com ela de qualquer maneira
Casar com aquela garota
Não importa o que você diga
Casar com aquela garota
E nós seremos uma família
Por que você tem que ser tão rude?
Eu odeio fazer isso, você não deixa escolha, não consigo viver sem ela
Me ame ou me odeie, seremos garotos aguardando naquele altar
Ou iremos fugir para outra galáxia, você sabe
Você sabe que ela está apaixonada por mim, ela irá para qualquer lugar que eu vá
Posso ficar com sua filha para o resto da minha vida?
Diga sim, diga sim, pois eu preciso saber
Você diz: "Eu nunca vou dar sua sua bênção até o dia que eu morrer
Que azar, meu amigo, porquê a resposta ainda é não!"
Por que você tem que ser tão rude?
Você não sabe que eu sou humano, também?
Por que você tem que ser tão rude?
Me casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Não importa o que você diga
Casarei com aquela garota
E nós seremos uma família
Por que você tem que ser tão rude ?
Posso ficar com sua filha para o resto da minha vida?
Diga sim, diga sim, pois eu preciso saber
Você diz: "Eu nunca vou dar sua sua bênção até o dia que eu morrer
Que azar, meu amigo, mas 'Não' ainda significa 'Não'!"
Por que você tem que ser tão rude?
Você não sabe que eu sou humano, também?
Por que você tem que ser tão rude?
Me casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Casarei com ela de qualquer maneira
Casarei com aquela garota
Não importa o que você diga
Casarei com aquela garota
E nós seremos uma família
Por que você tem que ser tão rude?
Por que você tem que ser tão rude?
Por que você tem que ser tão rude?
Não, não pode ser.
Sorri em sua direção, sentindo as lágrimas salgadas atingirem meus lábios.
- E aí, Jonas? - Olhou para meu pai.
- Vai em frente, rapaz. - Mesmo de costas, podia sentir o sorriso de meu pai de orelha a orelha. - Cuida da minha filha. - Acrescentou, e vi Justin assentindo, mexendo em seus bolsos.
Pus minhas mãos em meu rosto, chorando mais ainda, sorrindo.
- Olha pra mim, babe. - Ouvi sua voz. Limpei abaixo de meus olhos e olhei. - Casa comigo?- Disse com a voz embargada.
Pus minha mão em minha boca, e chorei mais.
Assenti.
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Quem quiser entrar no grupo é só deixar o seu número com o DDD da sua cidade. Meu whats: 098 9130-2340
Eu mudei o ano em que se passa a fic, agora é em 2014
Fiz um Ask a pouco tempo, para as meninas que não têm whats ou até mesmo não quer falar por ele, no ask tá pra dizer, perguntar com conta ou sem, ou seja, anonimamente. Aqui o meu Ask:http://ask.fm/retardado_biba

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