domingo, 26 de janeiro de 2014

Revenge : Capitulo 6 - Carga



POV André Fronckowiak


Estava na porra daquele maldito galpão, esperando um desses inúteis me dar uma notícia da minha filha.

Se aquele filho da puta, triscar pelo menos em um fio de cabelo da Melanie, eu acabo com ele com as minhas próprias mãos.

Passava pela minha cabeça que ele queria se vingar. Por quê? Eu apenas desviei a entrada de suas cargas de quadro no país, que iriam para o seu território irem para o meu. E o que o arrombado fez: Entrou na minha casa, pegou seus quadros novamente, e ainda pegou minha filha.

Estava ali sentado naquela cadeira - confortável - daquele escritório do galpão: estressado, puto da vida, com vontade louca de matar qualquer um que vier em minha frente.

Cansado de ficar aqui, peguei o meu carro que parecia ser um comum, mas apenas por fora, por que voava na mesma potência que uma Ferrari ou Lamborghini.

Ia em alta velocidade naquela estrada de oura terra. Porra. Galpão mais longe do caralho.

O caminho inteiro, eu pensava. E decidi. Eu mesmo vou salvar a minha filha.

Desci do carro. Digitei a senha para a porta abrir.

- Mel?


POV Justin Bieber


Vagabunda, cadela, filha da puta, desgraçada, vadia, gostosa. Esses eram todos os adjetivos que eu a xingava.

Aquela vadia, me paga. Machucou o meu filho, mano. Isso dói pra caralho.

-LOGAN? LOGAN? LOGAN, SEU FILHO DA PUTA?!

- Precisa grit...O que aconteceu, mano?

- Me ajuda, caralho. Larga de fazer tanta pergunta. - Ajudou-me

- Mas o que aconteceu?

- Cadê aquela vadia?

- Quem?

- A filha do filho da puta. - irônico, não?!

- A Mel? - Perguntou confuso

- Mel? A chama até por apelido, Viado? O que vocês têm? - Perguntei intrigado

- Eu. Eu. Eu lá vou ter alguma coisa com a menina que tava aqui trancafiada por você? Claro que não. - Gaguejou nervoso.

- Acho bom. - Saí do quarto porão, com a mão no saco. Isso dói pra caralho.

Já me encontrava na cozinha, procurando um saco-gel para ver se a dor passava. A gostosa tem muita força. E ainda me deixando exitado.

- Many, manda a melhor puta que você estiver aí.

- AGORA, PORRA. - Desliguei a ligação

- Vai pra onde?

- Oh Logan, eu não sou as suas neguinhas pra te dar satisfações não. - Disse e saí da casa dele.

Peguei minha Ferrari, e fui pra minha casa. Logo cheguei.

Entrei rapidamente, subi correndo as secadas e ligeiramente, cheguei ao meu quarto. Deparei-me com uma vadia com as pernas aberta, que logo abriu um sorriso ai me ver, na minha cama.

- Filha da Puta. Levanta da minha cama. Sai da aqui. Vai pro quarto onde tem o nomePuteiro.

- Mas...

- Vai logo, Caralho.

Ela saiu com o rabinho entre as pernas.

Nunca que eu vou foder com uma Vadia na minha cama. Onde eu durmo, onde meus irmãos dormem. Nunca.

Caralho. Queria extravasar a minha raiva daquela Vadia.

Abri a porta do Puteiro, bruscamente. E lá estava a dá o cu, se deliciando de uma champanhe que ali estava.

- Bora, larga essa porra e cai de boca no meu pau. - A peguei bruscamente pelo braço, e a deixando de joelho.

- Poxa, Amor. Vamos beber um pouco. Vamos nos animar. - Disse com um voz fina. E isso me irrita pra caralho.

-Beber? Sim, alguém aqui vai beber e vai ser você. Vai beber a minha goza. Bora porra. - Dizia tirando o cinto de minha calça e descendo a calça.

- Bora, Caralho. Abaixa a porra da cueca. - Nem acabei de falar direito e ela logo fez o que mandei. Boa garota.

A Cadela caiu de boca. Beijava toda a extensão da minha virilha. Batia uma, com a sua mão direita, no resto onde sua boca não ia mais, e com a esquerda ela massageava os testículos.

- Isso. Chupa. Assim. Awn - Grunhi. A Vadia era boa de um boquete.

- Mais rápido, Caralho. - Peguei sua cabeça e pressionei ao meu pênis.

- Porra. Vou gozar. - Dito e feito. Gozei na boca da vagabunda.

-Levanta, Porra.

- Calma

- Eu não fodo com calma, Porra. Nunca fodi, e não vai ser agora. Tira esses trapos que você chama de roupa.

A pau mandada fez. Tirou a "roupa" ficando a penas com a calcinha, a Vadia nem sutiã ela usava.

Sem paciência nenhuma, a empurrei pra cama. E subi em cima dela. Abocanhei seu pescoço, e, caralho mano. Ela usou seu frasco barato de perfume todo ali, em seu pescoço.

Passeava com as minhas mãos por todo o seu corpo siliconado. Porra, essa vadia deve ter algo industrializado até na virilha.

Com uma força bruta, peguei o fio, alça daquela calcinha e a puxei forte. Logo arranquei o trapo que ela vestia. A Vadia não perdeu tempo e trocou de posição, ficando por cima.

Em um pequeno instante, ela ficou na posição que queria se sentar. E porra. Eu não vou meter meu pau nisso. Essa puta é melhor que eu tenho na minha boate? Imagine as de baixo nível.

- CARALHO. O QUE É ISSO? - Disse a empurrando de cima de mim e levantando-me.

- O que?

- Eu não vou meter meu pau, nessa tua Mata Atlântica, que você chama de buceta. - Disse botando minha cueca box novamente.

-Mas...

- Oh Vadia, você não conhece Clínicas de estética? Eu acho que não. Você não raspa isso desde dos 12 anos? Existe depilação, sabia?

- Vai embora, vaza daqui. Vai. Vai. - Disse abrindo a porta daquele cômodo.

A prostituta, nada mais disse e saiu dali com suas roupas na mão.

É isso que fica na minha boate? Quem é os otários que comem isso?

Liguei pra Many:

- Demite a cadela. - Falei após perceber que a Vadia Chefe dali atendeu.

- Por que, Bieber?

- Assim que as putas estão? Com uma floresta na xana?

- Como assim?

- Como assim? Pedi pra vadia ficar nua na tua frente.


Desliguei.

Quer saber, vou nessa porra agora.

Fui para o meu quarto e despi-me e me banhei. Botei uma calça caída, uma camisa que deixava à mostra meus bíceps e um colete de couro.

Peguei minha Lamborghini e saí disparado indo para a minha e melhor boate de Atlanta.

Cheguei, dei as chaves para o manobrista que havia ali. E entrei com a maior cara de fodão, olhando para a fila indiana que queria adentrar na minha boate.

A casa já estava lotada, mas as vadias ainda não estava dando e nem recebendo.

Ótimo.

Entrei em um corredor que dava direto para o camarim onde as putas ficavam.

Entrei, e as cadelas nem notaram a minha presença. Avistei a Vadia Chefe e logo fui ao seu encontro. Peguei pelo seu braço, a fazendo olhar para mim e se assustar.

- O que foi? Se assustou? - Ri sarcasticamente - manda as putas ficaram em fila. Agora. - Mandei

- Ei, Caralho. Fila agora. - Gritou e todas ouviram. Ao me verem, todas se botaram em posição. Estava silêncio, apenas com uma música de fundo na pista.

- Estão todas aqui? - Perguntei

- Estão sim.

- Beleza. TIREM TODAS ESSES TRAPOS. FIQUEM NUA. - Gritei.

Sem recitar. Todas ali ficaram nuas.

Dei uns passos à frente, pus minhas mãos e braços para trás.

A cada uma que passava, olhava diretamente para a virilha.

Passei por uma, e a puxei pra frente, passei por outra e a puxei também. Fiz isso em mais cinco vadias.

- Todas as quais puxei. Vocês estão na rua. - Falei. Logo o sorrisinho que existiam nas sete sumiram. Acho que pensavam que haveria uma sururuba ali. Engano.

- Sabe o porquê elas estão demitidas? - Não esperei respostas - Pelo simples fato, delas terem uma Mata Atlântica na xana. - Apenas falei isso e saí.

Iria embora. Não estava com o maior saco pra ficar aqui.

Peguei a chave das mãos do manobrista e arranquei com o carro.

No meio do caminho meio celular toca.

- Caralho.

- Que é porra. - Falei ao atender.

- Calma, Bro. - Reconheci a voz de Ryan.

- Fala, Caralho. Ou queria só ouvir a minha voz.

- Claro que não. Vem aqui pra fronteira.

- Fazer o que na fronteira? - Perguntei confuso.

- Tem uma carga de drogas aqui. Temos que pegar. Mas antes passa ni galpão, nós estamos aqui.

- Agora? Por que vocês não me falaram isso?

- Por que você estava muito ocupado com a sua prisioneira. - Debochou

- Vai tomar no cu. - Desliguei.


Estava indo para o galpão.


COMENTEM. DESCULPEM A DEMORA.

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