quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Revenge : Capitulo 7 - Estava sentindo falta do seu cheiro.




A cada dia essa estrada está ficando pior. Porra, mano. Isso vai acabar com a minha belezinha.

Cheguei ao galpão. Estacionei ao lado do carro, que pelo meu ver era de Chaz.

- Vocês só avisam as coisas em cima da hora. - Disse com raiva ao adentrar no local

- Ok! Quando foi que te avisamos em cima da hora? - Chris disse, debochado.

Não disse nada. O filho da puta tava certo.

- Vamos, Bieber. - Incentivou Chaz

- Nunca, Caralho.

- Pois bem. Sabe qual foi o motivo de você ter sido avisado agora? - Zombou

- Nem vem com essa história de novo. - Afirmei, por já saber do que Ryan estava falando

- Por quê?

- Por que isso é mentira, Porra.

- Não é não. Você nem saía mais da casa de Logan. Vivia lá. Virou sua segunda casa...OPS...a primeira, que diga? - Foi a vez de Chaz

- Cala a porra da boca, Viado. - Disse me exaltando

- Mas eles estão falando a verdade.

-Oh Logan! CALA A BOCA ANTES QUE EU METER BALA NELA. - Gritei

- Ah! Vocês comiam a Vadia Ruiva, lá da boate principal? - Perguntei, já calmo. E referindo-me a Vadia da floresta na buceta

- A gostosa? Que tem um boquete maravilhoso? -Chris interrogou

- Ela mesma. - Afirmei

- Só o boquete mesmo! - O mesmo disse

- A puta nem depila a xana. Da até nojo de meter naquilo. - A verdade veio de Logan

- Exatamente. - Dissemos em uníssono

- A demiti. - Disse sem importância alguma - E mais sete. Fiscalizei agora a pouco as putas de lá. - Finalizei.

- Boa. - Elogiou Chris

- Mas que porra eu vim fazer aqui? Tô cansado pra caralho. - Disse, sentando-me no sofá que ali existia

- Ok. Vem aqui, vou te mostrar a planta da fronteira e da rua. E o plano claro. Você saberia disso senão tivesse fissurado em trancafiar a filha da puta. - Ryan zombou

- Não a chama assim, Caralho. - Disse puto

- iiii. Isso tá estranho, Drew!

- Expliquem-me essa porra Caralho. - Há essa altura, já estava em pé perto à mesa de mármore.

- Calma, princeso. - Za se manifestou novamente.

- Não estressa, Porra.

- Ok! Ok! Prestem atenção aqui. - Logan alertou.

- É o seguinte: Vocês irão com aquelas Ferrari's e também vai haver um Van- Apontou onde os automóveis estavam -. Iremos tráfegar por essa rua, por que à esquerda, será onde irão fugir. Por que com certeza os Tiras irão ser avisados, ou seja, vocês terão que ir pela estrada da direita. Vocês irão pegar a carga e botarem uma parte da droga nos carros de vocês, e a outra na Van. E caírem fora. Ok?

- Mas porque uma parte nos carros e outra na Van? - Questionou Chris

- Por que se os Tiras pegarem a parte da droga que ficar na van, nós ainda ficaremos no lucro.

-Ah! Sim.

- Ok! Já puseram a escuta? - Perguntou Logan

- Sim. - Respondemos

- Tudo bem. Podem ir. Vou ficar monitorando vocês pelo GPS, e comunicar-me com vocês.

- Tudo bem. - Dissemos e saímos.



POV Mel Fronckowiak


- Mel?

- Pai? - Instantaneamente abri um sorriso de orelha a orelha, correndo até meu pai, o abraçando.

- Ai meu Deus. O que fizeram com você? Melzinha, eu te procurei tanto. Virei essa cidade de pernas pro ar. Ai meu Deus. - Disse rudo rapidamente,e segurando meu rosto para poder ver se tinha algo de errado.

- Pai, calma. Eu já estou aqui. Consegui fugir. - Tentei o acalmar

- Hã? Como assim? Você conseguiu fugir? Quem eram eles? Me fale por favor. - Pediu apreencivo, pegando minha mão que sentarmos.

Contei tudo: Como aconteceu; Como me levaram; Como me abordaram; Tudo que falaram. Mas óbvio que não contem sobre Justin ter tentando me estuprar.

Depois de contar tudo. Meu pai me paparicou, e claro, o que não podia faltar: não poder sair sem segurança.

Mas além de tudo isso, eu estava "morrendo" de saudades dele, da minha casa, do meu quarto, e principalmente: da minha cama. Ah! E não podia deixar de citar a minha melhor e única amiga. Louisa.

- Mel? Mel é você? Ai meu Deus. É você. FALA PORRA.- Disse desesperada, do outro lado da linha.

- Sou eu Branquela.

- Ai meu Deus. Fica aí. Não sai daí. Chego em dez minutos. - Desligou. Na minha cara.


Eu. Odeio. Que. Desliguem. Na. Minha. Cara. Odeio.

Em menos de dez minutos, Louisa chegou.

- Você vai me matar assim. - Disse, ao sentir ela me abraçar fortemente

- Você também? O que fizeram com você? Estava sentido-me sozinha? Você faz falta pimentinha, muita falta. - Falou atropelando as palavras.

- Calma, Caralho.

- Você fugiu? Foi solta?

- Fugi. Agora acalme-se, sente aqui. Vou te contar tudo. Ok?

- Tudo bem

Novamente contei toda a história, até mesmo do suposto quase estupro. Sim. Para ela eu contei. Não a escondo nada. Ao contar a moça pirou, mano. Total.

- Ok. Vamos mudar de assunto?! - Propus

- Não. Claro que não. - Descontou

- Sim. Claro que sim. E aí como tá a facu?

- Mas...

- ahn

- Ok. Melanie. Ok. Tá bem.

- Tem muita coisa pra eu ver? Escrever?

- Não. Os professores ficaram de greve e só voltaram há dois dias.

- De greve? Onde já se viu professor de faculdade ficar de greve?

- Pois é. Mas já voltaram. E só revisaram esses dois dias.

- Ah! Melhor ainda.

- Concordo. E aí ? Vamos fazer o que? Quero matar saudades da minha amiga. - Abraçou-me

- Ai! Não sei. Mas quero ficar aqui em casa, por incrível que pareça estou com saudades daqui - disse olhando ao meu redor - . Ah! Tem mais. Agora, depois disso tudo, os seguranças vão ficar na minha cola.

- Claro que vai, né?! Não quero ter que ficar sem a minha amiga por mais alguns dias.

- Tudo bem, Dramática.

- Dramática não. Realista.

- Ok realista. Vamos ficar aqui em casa. E nos entupir de porcarias.

- Só se for agora.

- Isso não foi uma pergunta. - Levantei-me

- Vai tomar no cu.


POV Justin Bieber


Já estávamos dividindo a droga. Botamos tudo que podemos em nossos carros e uma uma quantidade na Van.

A Van foi o primeiro veículo que estava ali a sair. Depois de alguns minutos, estávamos entrando nas Ferrari's e ouvimos sirenes. Com certeza era a polícia.

No mesmo instante ouvir Logan se pronunciar na escuta:

- Saem daí o mais rápido possível.

- Sim. Agora chegou a melhor parte da noite.

- Isso aí. - Gritaram os meninos.

Arrancamos com o carro dali.

A aventura começou.

(...)

- - Várias gargalhadas - Vocês viram? Mano, todos os carros dos tiras capotaram - Risos -

- A melhor parte foi, o que derrapou e caiu no penhasco. - Concordou Chaz com Chris. Rimos mais.

- Chega. Não aguento mais. Vamos fazer agora o que mesmo? - Disse tentando manter a calma, e recuperar a respiração.

- Deixa isso comigo. - Disse Lil

- Tudo bem. - Dissemos em uníssono

- Aiai! Agora só falta um bom e ótimo boquete. - Disse Logan

- Concordo com você, Nerd. - Disse Za

- Nerd, é o cu da tua mãe que eu como todo dia.

- Ui. Eu não deixava. - Ryan botou fogo na lenha

Os dois fingiram uma briga.

- Ok! Vamos parar com essa putaria. - Disse.

(...)

Estava em casa. Pensando nela. Porra, é o que eu venho mais a fazer. Mas porra eu não entendo. Eu nem tinha tanto contato com ela, não convivia com a mesma. Isso é impossível. Impossível.

Penúltima tragada. Última tragada. Essa porra é ótima. Sempre que cheirava a coca, eu tinha alucinações, pensava naquela filha da puta gostosa.


POV Mel Fronckowiak


Já estava com a barriga doendo de tanto comer. Olhei para a minha frente, deparando-me com a mesa toda suja cheia de potes, pacotes, todos vazios . Tinha: Ruffles, Doritos, Nutella, Marshmallow, Sorvete, Brigadeiro, Salgados.

Tudo de porcaria que vocês imaginarem.

(...)

Um mês se passou. Eu estava bem.

Indo pra faculdade, escutando minhas músicas preferidas. Parei no sinal e aproveitei, peguei meu rímel e passei em meu cílios. Terminei, e no mesmo instante o sinal abriu. Cheguei no local em que eu desejava. Desliguei o carro, retoquei o batom vermelho. Peguei minha bolsa, notebook, pastas e saí do carro.

Acionei o alarme. E fui em direção a entrada da facu. Até que me peguerem no braço, e me arrastaram para um canto onde não havia movimento.

- Estava sentindo falta do seu cheiro.


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