12 de março de 2012, 09h37 a.m - National Institute Elite. - Justin Bieber.
- Fala, Bitch. - A ouvi rir. - Tô na escola e você? - Pausa. - A tá. - Pausa. - Não quero. - Disse risonha. - Eu não vou sentar. Se você quiser me conta. - Disse com desdém. - Conte-me. - Ela queria saber de qualquer jeito. - O.k. Vou me sentar. - Sentou. - Sentei. Agora desembucha. - Parece que Candice contou a novidade, pois Hinet ficou estática, quieta, surpresa. - MENTIRA? - Levantou-se. - CARA EU NÃO TÔ ACREDITANDO. - Disse andando para um lado e para o outros com um sorriso no rosto. - O.k. Pararei. - Disse rindo. - Cara, você não tem noção como eu tô amando os seus pais. Eles são uns bons profissionais. - Pausa. - O.k. Depois nós nos falamos. - Pausa. - Beijos, vadia. - Desligou. E olhou para nós com os olhos brilhando. - Vocês não têm ideia da notícia que a Candy me contou. - Disse com um sorriso do rosto, guardando seu celular no bolso de trás de sua calça.
- Ela tá namorando? - Disse feliz Brooke. Ao perguntar essa questão, logo olhei, urgentemente, para Hinet, esperando sua resposta.
- Não. Claro que não. - Ela respondeu, lançando um olhar de reprovação para Brooke, por causa de sua pergunta. E olhou pra mim.
- O que é então? - Perguntou ansiosa pela resposta, Cait.
- Adivinhem... - Disse sorridente.
- Só para constar: eu não sou adivinha. Além disso, os adivinhos, feiticeiros, mágicos, não entrarão no reino dos céus. - Disse Ryan. Uhoul. Ele ler a Bíblia.
- Você tá lendo a Bíblia, Ryan? - Perguntou surpreso Chris.
- Estou. E daí? Acho bom você fazer o mesmo. - Disse. - Agora diga a grande novidade. - Disse zombadeiro.
- A Candy vem morar aqui, em Atlanta. - Disse animada, batendo suas mãos nas outras, batendo palmas.
Eu não estava acreditando no que Hin tinha acabo de dizer.
Cara, vocês tem noção como eu estou neste exato momento? Não? Eu informarei à vocês.
Estou ansioso, nervoso, surpreso. Tudo o que vocês possam imaginar.
Ela iria morar perto de mim agora. Eu poderia ir lhe visitar.
Essa foi a melhor notícia que eu recebi desde que ela foi embora, pois, lembram da desculpa que ela arranjou? Que por conta de nós morarmos em países diferentes, não podíamos nos envolver. Que nem um relacionamento se sustentava através de internet. Mas uma coisa agora eu sei, não há mais nenhuma desculpa, que ela possa arranjar para ficar me rejeitando.
Rejeitar o que eu sinto.
Ela tem que parar de rejeitar o meu sentir.
- Ela vêm quando? - Perguntei, e Hinet virou-se em minha direção com um sorriso noa lábios e respondeu:
- Amanhã. Ela vêm amanhã. - Disse.
Amanhã.
Eu vou ver a minha garota amanhã.
Sorri com a minha ideia boba.
- E aí, moça? Eu fraturei alguma coisa? - Perguntei.
- Não, mas foi por pouco. Vai ficar uns hematomas roxos. Evite triscarem nessa parte de seu corpo, assim sarará mais rápido. Tudo bem?
- Tá bom. Agora eu já posso ir?
- Pode sim. Mas antes, anote sua rubrica aqui. - Rubrica? Não era mais fácil ela falar para eu assinar? Mas tudo bem. Ela indicou onde era para eu assinar.
Assinei.
- Pronto.
- Já pode ir.
Apenas dei um pequeno sorriso. E saí daquele local, seguido pelos meus amigos.
- Você sabe onde ela vai morar? - Perguntou Chaz voltando ao assunto.
- Eu tenho certeza que irá ser em um condomínio. O melhor condomínio de Atlanta.
- Ah bom. Os pais dela fazem o que? - Voltou a perguntar.
- Os dois são donos de uma empresa de carros luxuosos. E a mãe dela é louca pra abrir uma franquia de lingerie. E com certeza ela vai tentar abrir aqui, a sua primeira companhia.
- Eles são milionários? - Perguntou Ryan.
- Sim, mais do que a gente. - Hin respondeu.
- Isso quer dizer que eles não vão ficar no mesmo condomínio da gente. - Disse Cait.
- Sim. - Respondeu Hin.
- Isso não foi uma pergunta, Hinet. Eu estava afirmando, pensando alto. - Colocou-se Cait.
- Uhoul. Tudo bem. - Disse Hin um pouco surpresa. - Que tal nós fossemos buscá-la no aeroporto, amanhã? - Propôs.
- Tudo bem. - Me pronuncio.
12 de março de 2012, 10h12 p.m - Quarto - Candice Smith.
Estava terminando de arrumar minhas malas - várias malas, no caso - . Minha mãe havia me dito que era bobagem eu levar todas as minhas roupas, pois era só eu comprar outras lá, em Atlanta. Então resolvi ouvi-lá, mas mesmo assim levava bastante roupa, mas também deixando algumas aqui.
Meus objetos, tanto eletrônicos, quanto meus móveis. Não iria levar todos, pelo menos, não levaria os móveis. Apenas alguns objetos.
Estou levando todas as minhas roupas preferidas, meus sapatos preferidos. Tudo o que você imaginar.
- Candy, tem visita pra você. - Disse Rita - Nossa empregada doméstica, ela não iria conosco, pois não queria deixar sua família aqui. - do outro lado da porta.
- O.k. Já estou indo, Rita.
- Tudo bem, senhorita. - A ouvi sair.
Calcei meus tradicionais chinelos brancos, e saí do meu quarto, querendo saber quem era a visita.
- O que você faz aqui há essa hora? - Perguntei ao ver quem era.
- Eu vim me despedir de você, já que você não iria se despedir de mim. - Respondeu Lissa, com a cara de poucos amigos.
- Mas eu me despedi de você ontem, por eu hoje estar muito ocupada com a mudança.
- Tô nem aí. Mas eu quis vim, já que a partir de amanhã eu não vou ver mais minha amiga tão cedo. - Fez drama.
- Sem drama, por favor. - Digo me sentando no sofá.
- Você tá muito incessível. - Sentou-se do meu lado. - Espero que Justin, te mude. - Brincou.
- Eu nunca mudarei por uma homem. Você sabe muito bem disso.
- É, eu sei.
- Você não acha que está muito tarde?
- Acho, mas eu vim. O motorista do meu pai veio me deixar. Fica tranquila.
- Ah! O.K.
- Já arrumou tudo?
- Já. Está tudo pronto. - Sorri de lado para ela.
- Eu vou senti a sua falta. - Ela disse baixo.
- Eu também. Eu passei a minha infância toda aqui, e ao seu lado. Eu cresci com você.
- Você vai se adaptar rápido lá. Você tem aquela sua amiga lá, a Hinet. - Fez cara de nojo. Rir. - Tem o Bieber, que é um pedaço de mal caminho. - Disse sorrindo safada.
- Cala a boca, Elizabeth.
- Você sabe como eu odeio quando me chamam assim. É Lissa, Caralho. - Disse brava.
- Poupe-me Elizabeth. - Zombei.
- Vai te foder, Candice.
- É Candy, Caralho. - Imitei-a brincando.
- Na boa? Eu vou embora. Boa viagem. - Levantou-se zangada.
- Hey. Calma Libélula. - segurei seu braço rindo.
- Não, você fica é zombando da minha cara. - Continuou em pé.
- Tudo bem. Tchau. - Fingi fazer pouco caso.
Ficamos alguns minutos em silêncio. Até que ela não conseguiu e riu.
- Para de graça, Vaca. - Disse abraçando-me.
- Muuuuuu... - Digo tentando fazer o som de uma vaca.
- Eu te amo, Candy.
- Eu também, Lissa.
Ficamos abraçadas.
- Eu tenho que ir. Espero que você tenha uma boa viagem. Vê se me liga. - Disse desfazendo o abraço.
- Ligo sim. - Levantei-me, indo deixá-la até à porta.
- Quando começar a namorar com o famoso Justin, informe-me. - Disse sorridente.
- Pode deixar. - Rir.
- Tchau. - Falamos juntas. E sorrimos uma pra outra.
Vou sentir saudades de Lissa.
Ao fechar a porta, fui para o cômoda da casa, a cozinha. A procura de algo que matasse a minha fome.
Fiz uns ovos fritos com bacon, e tomei com um belo e maravilhoso suco de maracujá.
Logo, que terminei de comer o meu lanchinho da noite. Fui para o meu quarto, assistir um pouco na tevê.
Estava assistindo um seriado, que no momento ainda na sabia o seu nome. Até que ouço meu celular tocar.
Pego meu celular. Ao ver quem era que me ligava, fico surpresa. Era Justin. Ele não me ligava.
Meu coração começou a disparar. Estranho, né?! Mas estava.
Eu comecei a tremer, de nervosismo.
Comecei a sorrir que nem boba. Uma boba idiota.
Estava tentando me recompor, para atender a ligação. Eu respirava fundo, mas parece que não fazia efeito algum.
Respirei mais uma vez, fechei meus olhos. Aqueci um pouco minha voz, para não aparecer trêmula. E atendi:
- Alô?
- Candy? Sou eu Justin. - Disse um pouco receoso, nervoso.
- Eu sei quem é. - Rimos.
- Então, desculpa a hora por eu tá te ligando.
- Não, sem problema. - Disse.
- É. É... - Ele não conseguia completar a sua frase. A frase que eu tenho certeza que era, é o motivo da ligação.
- É o que? - Incentivei.
- É que a Hinet, falou que você vem morar aqui, em Atlanta. É verdade? - Percebi em sua voz, um tom de esperança. Resolvi brincar um pouco.
- Não. - Rir - A Hinet é lerda, mesmo. Eu tava brincando com ela. - Esforcei-me. Ouvi o tom de sua voz mudar.
- Você estava apenas brincando... hum tá. - Disse decepcionado.
- Pois é. - Levei a diante a brincadeira. Gostava de ouvir sua voz, outra vez. Sua voz rouca.
Depois de um tempo de nenhum de nós dois se pronunciar ele continua a conversa:
- Como você tá?
- Estou bem e você?
- Estou indo.
O silêncio instalou-se novamente naquela conversa.
- Hum... Então tchau. - Disse Justin triste.
- Tchau.
- Tchau. - Disse novamente.
- Justin?
- Oi?
- Eu tava brincando. A Hinet falou a verdade. Eu vou morar aí. Perto de você.
- Para de brincadeira, Candy. Eu já entendi. - Disse.
- Eu não estou brincando. Acredite em mim.
- Você tá falando a verdade?
- Estou sim. Amanhã estou aí em Atlanta.
- Sério? - Mesmo sem o ver, percebi pela sua voz que estava sorrindo.
- Seríssimo.
- Eu tô louco pra ti ver.
- Eu também. - Digo baixo.
- Então, até amanhã?
- Até amanhã! - Afirmei.
- Beijos. E até logo.
- Beijos. - Desliguei.
- Candy? Sou eu Justin. - Disse um pouco receoso, nervoso.
- Eu sei quem é. - Rimos.
- Então, desculpa a hora por eu tá te ligando.
- Não, sem problema. - Disse.
- É. É... - Ele não conseguia completar a sua frase. A frase que eu tenho certeza que era, é o motivo da ligação.
- É o que? - Incentivei.
- É que a Hinet, falou que você vem morar aqui, em Atlanta. É verdade? - Percebi em sua voz, um tom de esperança. Resolvi brincar um pouco.
- Não. - Rir - A Hinet é lerda, mesmo. Eu tava brincando com ela. - Esforcei-me. Ouvi o tom de sua voz mudar.
- Você estava apenas brincando... hum tá. - Disse decepcionado.
- Pois é. - Levei a diante a brincadeira. Gostava de ouvir sua voz, outra vez. Sua voz rouca.
Depois de um tempo de nenhum de nós dois se pronunciar ele continua a conversa:
- Como você tá?
- Estou bem e você?
- Estou indo.
O silêncio instalou-se novamente naquela conversa.
- Hum... Então tchau. - Disse Justin triste.
- Tchau.
- Tchau. - Disse novamente.
- Justin?
- Oi?
- Eu tava brincando. A Hinet falou a verdade. Eu vou morar aí. Perto de você.
- Para de brincadeira, Candy. Eu já entendi. - Disse.
- Eu não estou brincando. Acredite em mim.
- Você tá falando a verdade?
- Estou sim. Amanhã estou aí em Atlanta.
- Sério? - Mesmo sem o ver, percebi pela sua voz que estava sorrindo.
- Seríssimo.
- Eu tô louco pra ti ver.
- Eu também. - Digo baixo.
- Então, até amanhã?
- Até amanhã! - Afirmei.
- Beijos. E até logo.
- Beijos. - Desliguei.
Comecei a sorrir feito uma idiota.
- Ai aiii. - Suspirei.
- Por que o suspiro? - Perguntou minha mãe na porta.
- Que susto, Dona Morganna. Não sabe mais bater na porta não? - Digo me sentando na cama.
- Não. - Sentou-se ao meu lado. - Então, responda-me, o porquê do suspiro?
- Nada mãe.
- Eu não sou boba, senhorita Smith. - Disse minha mãe.
- Mas não foi nada, mãe.
- Tudo bem. - Graças a Deus. - Vou fingir que acredito. - Merda. - Eu acho bom você ir dormir. Está tarde, lembre-se: vamos sair daqui ainda de madrugada.
- Tudo bem. - Digo. - Vou banhar e já vou dormir.
- Tudo bem. Boa noite. - Levantou-se. - Dorme com Deus. - Beijou minha testa.
- A senhora também.
Saiu e eu fui me banhar.
...
Merda. Despertador desgraçado.
Botei meu despertador para despertar - claro - 02h45 a.m. E cá estou eu, acordada para ir viajar.
Levanto-me com a menor coragem para ir banhar, mas vou.
Terminei meu banho, ponho um calça jeans, uma blusa comprida de frio e um salto, não muito alto. Fiz apenas um coque no meu cabelo, logo estava pronta.
Como as minhas malas, e caixas estavam lá embaixo, apenas peguei a minha bolsa de ombro - que havia: celular, maquiagem, entre outras coisas - e desci. Dando uma última olhada no quarto. Eu vou sentir saudades do meu canto.
- Estou pronta. - Digo ao ver meus pais.
- Nós também. - Respondeu minha mãe pelo os dois.
- Vou me despedir da Rita.
- Tudo bem. Mas não demore. - Pediu meu pai.
Rita estava acordada, pois iria se despedir de nós, e ela era mesma que iri fazer a limpeza da casa em mês em mês.
- Ain Ritinha. Eu vou sentir tanta saudadea suas. - Digo lhe abraçando.
- Eu também minha querida, eu também.
- Vou sentir falta das suas comidas. - Rir, desfazendo o abraço.
- Riu - Ver se me liga, vem me visitar. - Disse.
- Venho sim. Agora eu tenho que ir. Beijos. Tchau. -A abracei novamente. E saí daquele recinto.
As nossas malas, caixas que haviam alguns objetos estavam tudo em um caminhão, que levarão para Atlanta.
Meu pai ia dirigindo o seu carro, com a minha no banco de passageiro e eu no banco de trás.
- Nós vamos em jatinho, ou em vôo comercial? - Pergunto.
- Avião comercial. Classe executiva. - Meu pai respondeu.
- A tá.
Estávamos indo em direção ao aeroporto internacional de Londres.
Estava indo embora da onde eu havia nascido.
A partir de hoje, a minha vida irá mudar. Em todos os aspectos.
Minha vida vai começar ou recomeçar em Atlanta.
Atlanta me espera.
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