sábado, 17 de maio de 2014

By Your Side: Capitulo 12 - Advice and Dating


13 de março de 2012, 07h23 p.m - Condomínio The Luxury, Quarto - Candice Smith.
- Candy? Filha, acorda. 
Apenas resmungo. 
- Vamos Candy, você tem que jantar. - Disse minha mãe. 
- Eu estou com sono mãe. - Digo ficando de bruços.
- Mas você já dormiu. 
- Mas não adiantou nada. - Respondo baixo.
- Claro que deve ter adiantado. - Disse tirando o edredom que me cobria.
- Ah mãe. Para vai. - Digo tentando pegar a coberta.
- Não paro. 
- Tudo bem. Que horas são? - Perguntei me espreguiçando, ainda deitada.
- São 07h30 p.m. - Disse sentando-se ao meu lado, olhando para o seu pulso onde estava o seu relógio. .
- Ah! Eu não vou jantar aqui. - Digo ao me lembrar do meu compromisso com Justin. 
- Por quê? - Olhou-me.
- Vou jantar com um amigo. - Digo me levantando. 
- Que amigo?
- Aquele lá do aeroporto. - Fiz pouco caso.
- Que você foi correndo abraçar? - Disse feliz.
- Sim, esse mesmo.
- Vocês vão sair, jantar?
- Sim.
- Isso é um encontro?! - Disse sorrindo.
Eu apenas parei de fazer o que eu estava fazendo - que era indo em direção aocloset - e a olhei. Eu ainda não tinha pensado nisso.
Era claro que aquilo era um encontro. Óbvio. 
- É? -Perguntei para ter certeza.
- Claro que é, meu amor. - Levantou-se vindo em minha direção, com um sorriso de orelha em orelha. - Ele gosta de você? - Perguntou já na minha frente. 
- Não, claro que não. - Respondo rápido. 
- Não minta pra si mesma, Candy. Isso é a pior coisa que pode-se acontecer quandovocê dever estar gostando de uma pessoa.
- Mas eu não estou mentindo. 
- Está sim. Candice, até um idiota percebe que ele gosta de você. Percebi o jeito bobo que ele te olhava. - Disse pondo uma mecha de cabelo de trás da minha orelha.
- E como ele me olhava? - Perguntei com um sorriso bobo.
- Você sente o mesmo por ele. Você gosta dele. - Disse do nada.
- O que?
- Isso mesmo. Você gosta dele.
- Não viaja mãe. - Digo e vou para o closet.
- Já viajamos. - Disse vindo atrás de mim.
- Nossa como a senhora é engraçada. 
- Eu me esforço, querida. - Encostou-se na porta.
- Então se esforce mais. - Digo procurando uma roupa.
- Por que você não assume?
- Assume o que, minha filha? - Fiz-me de desentendida.
- Que você gosta dele.
- Mas eu não gosto dele.
- Você gosta sim. Você tem medo de se apegar?
- Tenho. - Digo parando de procurar uma roupa e a olhando. - Eu tenho medo de me iludir, de mim machucar. De sofrer.
- Você não vai sofrer, meu amor.
- Eu vou mãe. Todo relacionamento acaba, ainda mais de adolescente. E quem sai sofrendo é apenas a mulher. 
- E ele te faria sofrer?
- Eu não sei.
- Ele te falou que gosta de você? - Consenti apenas. - E você? O que falou?
- Que nós não iríamos dar certo, por conta que eu iria ir embora, que eu não queria o iludir sabendo que eu não sentia o mesmo por ele. - Resumi.
- E agora? Você tá morando aqui.
- Agora eu não sei.
- Os amigos de vocês dois acham o que disso?
- As meninas dizem que ele gosta sim de mim, ele não mentiria pra sim mesmo. Já os meninos eu não sei o que acham.
- Hum. Vocês se conheceram quando você veio cuidar da sua avó aqui? 
- Sim. A vovó já sabe que nós já chegamos aqui?
- Candy, e sua mania de mudar de assunto. - Riu. - Sim, ela sabe. E eu falei pra mamãe se ela quer vim morar aqui, mas ela disse que é melhor não. - Entortou os lábios decepcionada. 
- Hum. Eu vou convencer ela. Você vai ver. - Digo voltando a fazer o que eu estava fazendo.
- Você convence quem você quiser.
- Verdade. 
- Quer ajuda?
- Sim. Muita. Eu quero uma roupa simples e bonita.
- Tudo bem. Vamos ver aqui. - Veio para o mesmo local em que eu.
- Espera. Quem arrumou isso aqui mesmo? -Perguntei ao me dar conta que as minhas roupas estavam no closet.
- Eu mesma. Enquanto você estava dormindo.
- Ah! Obrigada mamãe.
- Que tal essa blusa...e esse short? - Virou-se pra mim com as duas peças de roupa. 
Era uma blusa branca, um pouco transparente, na parte da gola um pouco rendada, e com uma lista preta no meio. Já o short, ele era simples, era preto com alguns spikes nas laterais e perto da cocha.
- Perfeito, mãe. 
- Vai ficar lindo em você. Justin vai babar. 
- Oi? Como você sabe o nome dele? - Perguntei confusa.
- Eu ouvi você chamando-o no aeroporto. 
- A tá. 
- Ele vem aqui te buscar, né?!
- Vem sim. - Respondo procurando um salto.
- Que horas? - Perguntou curiosa.
- 09h30 p.m. - Digo despreocupada. 
- É, Candice. Já são 08h00 p.m.
- Ai meu Deus. Eu vou me atrasar. 
- Vai se banhar, que eu procuro um salto adequado pra você. - Disse indo para parte dos saltos no closet. 
- Tudo bem.
Fui direto para o banheiro, despi-me. E fui para o box. Molhei-me um pouco, depois pus um pouco de shampoo em minhas mãos, esfreguei-as e botei em meus cabelos. Depois de um pequeno tempo, já havia espuma o suficiente para tirá-la. Banhei com tudo que eu havia direito. 
Enxuguei-me com uma toalha, com a mesma toalha a enrolei no cabelo - para secá-lo - e peguei um roupão. 
Entrei em meu quarto novamente. E minha mãe já não estava nele. Presumi. 
Na minha cama, estava a roupa que eu iria, e o salto que estava no chão. 
Vesti uma lingerie preta. Depois vesti o short, ficando apenas com ele e o sutiã. 
Tirei a toalha que estava em meu cabelo, e fui em direção à penteadeira. Sentei-me na cadeira que tinha ali, ficando de frente para o grande espelho. Liguei o secador, e comecei a secar o cabelo, mexendo no mesmo. Não precisei passar a chapinha por conta dele ser liso natural.
Aproveitei que estava ali, sentada. E fiz a minha maquiagem, a fiz básica. Nada exagerado. E pus um brinco.
Fui em direção a minha cama. Peguei a blusa, e a vesti. Sentei na cama, e calcei meus saltos.
Fui à penteadeira novamente. E passei um pouco - muito - perfume. 
Peguei uma bolsa, e pus nela minha carteira onde havia documento. Antes guardar o meu celular, vi às horas. Era 09h44 p.m.
Estava atrasada. 
Guardei meu celular na bolsa, e desci às escadas.
Terminando de descer às escada, ouço vozes conversando. As três eu conhecia, uma era da minha mãe, outra era do meu pai. E a outra era de Justin. Sim, Justin.
Ele estava na sala de estar, conversando com os meus pais.
Com os meus pais. 
Terminei de descer à escada. E sentir os olhos das três pessoas que estavam ali, em mim.
- E aí? Como estou? - Perguntei dando uma voltinha, olhando para cada um, parando em Justin que estava lindo. Justin, estava com uma calça de couro preta, e uma camisa de manga grande, branca. As mangas estavam dobradas até os cotovelos. Ele estava lindo.
- Você está linda. - O ouvi dizer.
- Está muito linda mesmo, filha. - Ouvi meu pai dizer.
- Eu disse que ele ia babar. - Disse minha mãe olhando de relance para Justin. O olhei, e ele estava me olhando de cima para baixo. 
- Vamos? - Falei, chamando sua atenção. 
- Vamos. 
- Filha? - Chamou-me minha mãe. 
- Oi? - A olhei. Eu estava perto de Justin. 
- Pense no que eu te falei lá no quarto. Dê uma chance pra você e pra ele. - Disse. E eu ri pelo nariz, por vergonha, e por um modo de a responder. 
- Cuide dela, rapaz. - Disse meu pai perto de nós. 
- Pai, isso não é um pedido de namoro. - Digo.
- Mas quando for, já está dado o recado.
- Está sim. - Respondeu Justin sorrindo. Meu Deus, que vergonha. - E eu já vou ter conhecidos os meus futuros sogros. - Disse olhando pra mim sorrindo.
- Ai meu Deus. - Digo envergonhada. - Vamos, cara. - Disse o puxando para fora de casa.
- Bom jantar. - Ouvi a minha mãe dizer.
- OBRIGADO. - Respondeu gritando Justin.
- Eles não falaram muita besteira pra você, né?! - Digo já sentada no banco do passageiro de seu carro. 
- Não. Seus pais são bem legais. Eles gostaram de mim, isso é um bom começo. - Disse ligando o seu carro.
- Bom começo pra quer?
- Pra ti namorar. - Disse me olhando. - Eu acho que eles gostaram de mim. 
- É. Eles gostaram. 
- Menos um esforço. Não irei que ter que fazer seus pais gostarem de mim. Agora tenho que fazer uma pessoa gostar de mim.
- Quem? - Fiz-me de desentendida. 
Você. 
- Hum. - Foi apenas o que eu disse, pois eu estava o suficiente com as minha maçãs do rosto coradas.
- Ficou com vergonha? - Disse dando um sorriso de lado, saindo do condomínio. 
- Claro. Não é todo dia que ouvimos uma pessoa que quer que você goste dela.
- Viu? Por isso você não pode me deixar passar. Isso é uma coisa rara.
- É, eu sei. 
- A sua mãe falou aquilo, relacionado à mim?
- Aquilo o que?
- Aquilo, de "dê uma chance pra você mesma e pra ele"?
- É, foi sim. - Respondo baixo.
- Ela sabe de nós? - Disse um pouco com medo a sua última palavra.
- Sabe sim.
- Você contou?
- Mais ou menos. 
- Por que mais ou menos? - Olhou-me por um pequeno tempo.
- Por que ela meio que me forçou a contar. - Rir, e ele também. 
- A tá. 
- Pra onde vamos?
- Jantar, oras. - Disse como se fosse óbvio. 
- Isso eu sei, né?! Mas, eu qual restaurante?
- No meu preferido daqui de Atlanta. Eu espero que você goste.
- Eu também. Por que eu estou com fome, meu querido.
- E se não estiver ao seu pés, madame?
- Acaba todas as suas chances que você tem comigo, bebê. Até por que, você tem que me conquistar pelo estômago. - Brinquei. - Aliás, você não. O restaurante. 
- Nossa. Como você está engraçadinha.
- Sempre, Justin. 
- Chegamos. - Disse parando o carro em frente à um restaurante chamado Paris.
A comida aqui é francesa? - Perguntei saindo do carro.
- Também. - Disse entregando a chaves de seu carro para o manobrista.
Ele pegou minha mão, e a entrelaçou com a sua. Estávamos parecidos com um verdadeiro casal.
- Boa noite. Bem vindos ao restaurante Paris. Obrigada pela preferência do casal. - Justin apenas sorriu satisfeito em ouvir aquilo. Sendo assim, eu não iria corrigir a moça que estava nos atendendo.
- Eu fiz uma reserva, pra dois. - Disse Justin.
- Seu nome, por favor. - Pediu.
- Justin Bieber.
- Sigam-me. - Disse e fomos a seguindo até a mesa que Justin havia pedido para reservá-la.
- O garçom logo virá aqui, para pedir seus pedido. Licença. - Disse e saiu.
- E aí? Gostou?
- Sim. Espero que a comida seja boa, estou morrendo de fome. - Avisei.
- É boa. Você vai ver.
- Com licença. - Disse chegando uma garçonete. -  Já escolheram os pedidos?
- Não, ainda não. - Respondeu Justin pegando o cardápio, e eu fiz o mesmo.
- Eu, vou querer esse Strogonoff  de Poulet. - Pedi depois de um tempo.
- E eu vou querer esse Espaguete à Bolonhesa. - Pediu Justin.
- Vão querer bebidas? - Perguntou.
- Vinho, por favor. - Disse Justin.
- Os pedidos de vocês já vão chegar. Com licença. - Disse e se retirou. 
- E aí? Tá gostando de Atlanta? - Disse Justin.
- Acho que você se esqueceu que eu já vim pra Atlanta.
- Verdade. -  Entortou a boca. - É que eu estou sem assunto.
- É. Eu também estou.
- Você vai estudar no National Institute Elite, né?!
- Sim, você sabe onde é?
- Sei. Bom, que é nós vamos nos ver todos os dias.
- Não entendi.
- Lerda. Eu, e o pessoal estudamos lá.
- Sério? - Perguntei surpresa.
- Sim.
- Pensei que iria ter que lidar com desconhecidos. - Digo.
- Mas você vai ter que lidar. Você só conhece nós lá.
- Verdade. - Respondo pensativa.
No mesmo instante, a garçonete que veio anotar os pedidos, chegou com as nossas comidas.
Paramos um pouco de conversar e começamos a comer.
...
- Gostou da comida? - Perguntou Justin. Estávamos, enfrente à minha casa. Em pé do lado de fora do carro. Nós dois.
- Gostei. Muito boa.
- Eu sei. Por isso, aquele é o meu restaurante favorito.
- Percebe-se.
Ele ficou me olhando por um tempo, e começou a chegar perto. Se aproximou, mais e mais. Ele, ora olhava para os meus olhos, ora olhava para os meus lábios. 
- Eu tenho que entrar. Está tarde. - Dei dois passos para trás.
Justin, apenas riu e suspirou envergonhado. E disse:
- Tudo bem. Você vai amanhã pra escola?
- Vou sim.
- Eu posso passar aqui pra nós irmos juntos?
- Não seria muito incômodo?
- Claro que não, morena.
- Tudo bem então.
- Então, tchau. Boa noite. Até amanhã. - Digo chegando perto dele, querendo dar um beijo em sua bochecha, mas ele vira. Um beijo que era pra ser na bochecha, se transforma em um selinho.
 O selinho foi demorado. 
- Ate amanhã, coisa linda. - Puxou meu queixo, dando mais um selinho em minha boca.
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Roupa da Candy: https://scontent-a-gru.xx.fbcdn.net/hphotos-prn1/t1.0-9/10312417_544408862338663_998422503264172904_n.jpg

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