09 de março de 2012, 02h26 p.m - Londres, Reino Unido. Quarto - Candice Smith.
Acabo de acordar, depois de uma longa viagem, até ao Reino Unido, especificamente, em Londres, minha cidade. Amo esse lugar.
Minha mãe tinha indo me buscar no aeroporto, fez-me uma ótima recepção com o meu pai.
Neste exato momento, estou me enxaguando, tirando a espuma do sabonete com água do chuveiro. Logo, terminei de banhar.
Pus uma saia amarela, e uma camiseta branca, e pra completar pus os meus tradicionais chinelos.
- Mãe? - Perguntei já na sala.
- Estou aqui no escritório. - Disse, mas não muito, mas sim suficiente audível.
- Oi. - Digo ao entrar no cômodo. - O que a senhora está fazendo? - Perguntei curiosa, sentando-me à cadeira à frente à mesa.
- Estou resolvendo uns assuntos da empresa. - Disse olhando para o computador que havia ali encima da mesa de mármore.
- E cadê o papai para li ajudar?
- Também está resolvendo assuntos da empresa
- O que está acontecendo?
- Estamos querendo abrir uma empresa em Atlanta. - Disse olhando para o monitor e escrevendo algo em um papel.
- Atlanta? - Perguntei Surpresa. - Por que logo Atlanta?
- Por que? - Riu. - Amor, eu vou te explicar: - Disse tirando o óculos de grau que usava, deixando-o ao lado de sua caneta que estava usando. - a) Pois Atlanta se localizar nos Estados Unidos, que é a maior fonte de riqueza do mundo, onde "gera o mundo", Estados Unidos não é apenas um país, é O País, b) Geórgia, que você deve saber com certeza, que é o estado de Atlanta. - Disse e eu assenti. - c) Atlanta, é a cidade mais populosa, além de ser o principal centro cultural, econômico e político norte-americano da Geórgia, ou seja, d) Atlanta é uma das oito cidades dos Estados Unidos classificada como uma "cidade global beta". Várias grandes empresas nacionais e internacionais estão com sede em Atlanta ou em seus subúrbios, incluindo três empresas Fortune 100: A Coca-Cola Company, Home Depot e United Parcel Service. Isso quer dizer que: Atlanta é um ótimo investimento.
- Ah! Bom. E se tudo der certo?
- Se tudo der certo, e eu espero que dê. Nós vamos nos mudar para Atlanta. Vamos morar em Atlanta. - Respondeu sorridente.
- Mo-morar em Atlanta?
- Sim. Não gostou? Você pode ficar perto da sua avó. Ela pode ir morar até com a gente.
- Sério? - Perguntei ansiosa. - Eu vou amar viver, morar com a vovó de novo. - Digo como criança.
- Sim. - Riu. - Você pode trazer um pouco de café preto pra mim? - Pediu.
- Posso sim. - Levantei-me da cadeira. - Já volto. - Saí do escritório.
Eu, simplesmente, não estou acreditando no que vai acontecer.
Eu tenho certeza que esse contrato com os Estados Unidos, com Atlanta vai da certo. Eles vão aceitar a empresa do meu pai e da minha mãe em seu país. Os Estados Unidos são obcecados por dinheiro.
Mas em meio em tudo isso, eu pensava em apenas uma coisa: em Justin.
Eu pensava que, não o veria tão cedo. Até porque moramos em países diferentes.
Eu estava feliz. Assutada, mas feliz.
Eu estava sendo sincera.
Estou ansiosa. Mesmo que o contrato não seja aceito. Mas eu tenho certeza vai.
Mas, logo veio uma coisa em mente: ele já deve tá com outra pessoa. Aquilo tudo que ele fez, não deve ter passado apenas de um teatro seu.
Fala sério, cara. Ele é o Justin Bieber, o menino mais cobiçado de sua escola. Ele pega quem ele quiser. Na hora que ele quiser. Ele não vai se prender com um pessoa só. E logo comigo, que não tenho nada de interessante.
Acho que, ele fez aquilo tudo, apenas para ficar comigo. Eu seria apenas uma de sua grande, extensa lista.
Mas de acordo com as meninas: " O Justin não mentiria pra si mesmo." " O Justin nunca se apaixonou" e ele iria se apaixonar logo por mim, "O Justin sabe distingui um coisa da outra"
- Aqui mãe. - Digo já dentro do escritório, e pondo a xícara com café até a metade da xícara, na mesa.
- Obrigada, minha filha. - Disse tomando um gole.
- Mãe eu posso ir na casa da Lissa? Eu quero ir ver ela, estou com saudades dela. - Perguntei. Eu queria desabafar com alguém. E ela seria a melhor pessoa nesse momento.
- Claro que pode, meu amor. Mas não volta muito tarde. O.k?
- O.k. Dona Morganna. - Digo sorridente, saindo do escritório.
Como a casa de Lissa era perto, eu não precisaria chamar um táxi ou o motorista da minha casa para ir mim deixar.
A casa dela era apenas dois quarteirões da minha. Sendo assim, eu já estava enfrente à sua casa.
Toquei a campainha duas vezes, e logo alguém veio atender.
- Oi, Candy. Quanto tempo. - Disse a mãe de Lissa, comprimentando-me.
- Oi Senhora Wrist, como vai? - Digo abraçando-a.
- Vou ótima. E você? - Disse dando espaço para mim passar.
- Estou bem também. - Dei um sorriso.
- Como foi lá em Atlanta? E como está a saúde da sua avó? A Lissa me falou. - Riu.
- Foi ótimo. Ela tá ótima. Não deu nada demais nos exames. Graças a Deus.
- Graças à ele mesmo. Você quer falar com a Lissa? - Perguntou.
- Sim.
- Ela tava no banho, mas acho que já saiu. Pode subir.
- O.k. Obrigada.
Terminei de subir as escadas, logo estava no corredor intermediário do segundo andar, da casa de Lissa.
Não bati na porta, nem nada. Apenas entrei em seu quarto.
Olhei para todos os lados de seu quarto, só depois notando o som de água dando contato com o chão.
Lissa ainda estava banhando.
Sentei-me da berada de sua cama. Decidi a esperar.
Ouvi Lissa, fechar a registradora do chuveiro, fazendo-o parar de cair água - lógico. Ele demorou um pouco ainda no banheiro, acho que ela estava se enxugando. Ouvi a tranca da porta ser destrancada.
- AAAAAAAAAAAA - Ela gritou ao me ver, deixando a toalha que usava cair. Deixando-a nua.
- Ai. Tá gostosa, cadela. - Digo rindo e levantando.
- AI CANDY. VOCÊ VOLTOU. - Não ligou por estar nua, e logo veio me abraçando.
- Para Lissa. Você ta nua. - Digo tentando desfazer o abraço.
- Nossa. Você nunca me viu assim, né?!
- Infelizmente já.
- Infelizmente já. - Imitou-me. - Vou me vesti. Já volto.
- O.k.
Em menos de cinco minutos, Lissa já estava pronta.
- Quando você chegou? - Perguntou, pegando minha mão e levando-me em direção à sua cama. Sentamos.
- Hoje de manhã para tarde.
- Conte-me tudo: como foi? Onde foi? Conheceu muita gente? Ficou com algum gatinho?
- Calma, minha filha. Vou contar-te tudo.
- O.k. Comece agora.
- Então... - Comecei a contar tudo. De acordo com às suas perguntas.
- E você acha que esse Justin esteja mentindo? - Perguntou Lissa.
- Sim.
- Mas você não pode tirar essas conclusões. Eu acho que você deve acreditar em seus amigos. Nos amigos deles. Ele os conheci há muito tempo. Eles sabem as manias dele, os defeitos dele, tudo. Eu concordo com eles. Acho que esse Justin está sendo sincero com você.
- O.k. Tudo bem.
- Você tem foto dele aí? - Perguntou sorridente.
- De ter, eu até tenho, mas está no meu celular, e eu deixei em casa.
- Continua a mesma idiota e lerda de sempre. Sinceramente. - Disse brincalhona.
- Hey. Bô parar. - Rir.
- O.k. - Riu também.
- Cadê o seu notebook? - Tive uma ideia.
- Está ali. - Apontou para uma mesinha que havia ali.
Fui até à mesinha, peguei o seu notebook. E fui novamente para cama. Sentei-me na mesma, e o liguei-o.
- Você vai fazer o que? - Perguntou Lissa curiosa.
- Você não quer ver a foto dele? - Perguntei digitando.
- Ah! Quero sim. Você vai procurar aonde?
- No Instagram dele horas.
- Lerda. Era só você pedir o meu celular. - Disse com tédio.
- Oh lerda, pelo computador é mais rápido. - Digitei o seu user. E logo carregou. - Aqui, Lissa. É ele.
- Ai. Meu. Deus. Ele é lindo, Candy.
- É eu sei. - Digo olhando para a sua foto recém-postada. Com a seguinte legenda:
justinbieber:"Was so little time, but you were everything to me."
- Você tá bem, hein? Você deveria ter pegado.
- Cala a boca, Lissa. - Digo ainda olhando, lendo a legenda.
- Lerda, essa legenda é pra você. - Disse tediosa.
- Cala boca, porra. - Digo fechando o notebook.
- Nossa. Que agressiva. - Zombou.
- Vai da o cu.
- Se fosse para esse gato loiro aí de Atlanta, eu dava na mesma hora. - Fez cara de safada?
- Hey. Respeito.
- Ah! Meus pais estão tentando abrir outra empresa em Atlanta. Estão esperando eles, o país e o estado, aceitar o contrato.
- Ah! Espero que aceitem.
- Se aceitarem nós vamos ter que ir morar lá.
- Espero que não aceitem.
- Eu não sei.
- Você vai me deixar. - Disse chorosa.
- Para de drama, Elizabeth. Eu vou ficar te ligando.
- Claro que não vai. Esse tempinho que você ficou em Atlanta, se você me ligou uma vez foi muito. Imagine agora que você tá indo morar lá.
- Eu vou te ligar. Eu juro.
- Tudo bem. Não me esqueça.
- Cara, estamos falando como se o contrato tivesse sido aceito.
- Mas vai ser aceito. Seus pais são muito bons.
- Tudo bem.
- Pelo menos você vai ficar com o bonitão do Justin.
- Ah! Cala boca, Lissa. - Digo me levantando.
- Já vai?
- Já. Já está de noite. É melhor eu ir.
- Tudo bem.
Elizabeth foi me deixar até a porta. Despedi-me de seus pais. Logo fui em direção à minha casa.
Abri a porta. E meus pais estavam se abraçando.
- Boa noite. - Digo rindo.
- Boa noite, minha linda. - Veio meu pai todo alegre em minha direção, e abraçou-me.
- Que toda felicidade é essa? - Perguntei.
- Temos uma ótima notícia. - Disse sorridente minha mãe.
- Diga. - Incentivei.
- A empresa foi aceita na Geórgia. Isso quer dizer que...
- Nós vamos morar em Atlanta. - Minha mãe interrompeu meu pai.
- Sério? - Digo alegre.
- Sim. - Respondeu meu pai.
__________________________________________________________
Site OFICIAL em que eu posto: http://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-by-your-side-1738306
Site OFICIAL em que eu posto: http://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-by-your-side-1738306
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário