11 de Abril de 2012, 05h41 p.m - National Institute Elite, Vestiário - Justin Bieber.
Corri em direção ao assediador, puxei pela gola da camisa do time de basquete, e o joguei no chão.
Comecei a socá-lo de todas as formas possíveis, o chutei: seu rosto, a área de seu estômago, seu peito, perna. O garoto gemia, agonizava, além de ter sangue em sua face.
Sentei em cima de Nicolau, que estava jogado no chão enfrente ao vestiário. Comecei a socá-lo com toda a força que eu tinha, estava ali extravasando toda a minha raiva que eu tinha de Nicolau no próprio.
Estava acontecendo tudo muito rápido, apenas via tudo de relance: Candy chorando; Hinet tentando a acalmar; Todas as pessoas que estavam no treino, no ginásio estavam ali, presenciando a briga; Ryan e Chris tentando me puxar.
- VAMOS, ME LARGA. EU VOU TE MATAR, SEU FILHO DA PUTA. - Disse enquanto Ryan e Chris me seguravam.
Nicolau riu.
Irônico da porra.
Sam e George o levantavam com dificuldade, e a desgraça ainda tinha a cara de pau de rir.
- Ai Bieber. - Debochou. - Você sempre esquentadinho. Sempre partindo pra pancadaria. - Riu, tentando limpar o sangue de seu super cílio.
- Você mereceu. Onde já se viu...
- Beijar a sua namorada? A pergunta é: Quem não quer beijar a menina mais gata da escola? Quem não quer beijar a namorada do Bieber.
- ESSE É O SEU PROBLEMA. - Comecei a gritar. - VOCÊ QUER TUDO O QUE É MEU. VOCÊ NÃO SE CONTENTA COM O QUE É SEU. ALIÁS, O QUE É SEU? NADA. ABSOLUTAMENTE NADA. VOCÊ NICOLAU, VOCÊ É UM VERME. UM PURO VERME. VOCÊ É INVEJOSO, EGOCÊNTRICO, ESCROTO, HIPÓCRITA.
"QUANDO VOCÊ VAI SE CONTENTAR QUE VOCÊ NÃO É EU. NUNCA VAI SER. VOCÊ PODE PEGAR KAMILLA, QUERER SER O CAPITÃO DO TIME, QUERER ATÉ MESMO OS MEUS AMIGOS, POIS ELES SE SÃO AMIGOS, ELES SÃO VERDADEIROS. NÃO ESSA COJA DE FALSOS QUE ANDA COM VOCÊ. NICOLAU, VOCÊ É RODEADO DE GENTE FALSA. AGORA, UMA COISA VOCÊ NUNCA VAI TER: A CANDICE. TUDO PODE ACONTECER ENTRE EU E ELA, TUDO, MAS EU NUNCA DEIXAREI VOCÊ SE APROXIMAR DELA. NUNCA."
"A SUA CONTA VAI CAIR, QUANDO VOCÊ PERCEBER QUE ISSO QUE VOCÊ FAZ, NÃO PASSA DE CRIANCICE, QUERER SER MELHOR DO QUE OS OUTROS. PURA INFANTILIDADE. VOCÊ É PODRE NICOLAU, PODRE." - Digo por fim e saio daquele recinto trazendo Candy comigo.
- Tá melhor? - Perguntou baixo.
- Sim. - Digo olhando pra ela, que logo olhou paara acima de meus olhos, e passou as mãos. Senti uma pequena dor.
- Cortou o seu super cílio. - Disse. - Vamos pra sua casa, eu cuido disso.
- Tudo bem. - Sorri.
Entramos no carro e partimos para o condômino onde eu morava.
- Será que o diretor ficou sabendo? - A ouvi perguntar.
- Não, não. O velho nem tá na escola. Foi para um congresso. - Falei.
- Ah bom. - Ela disse acariciando minha nuca. - Obrigada pelo que fez. - Falou baixo.
- Foi o meu dever. Ninguém beija a minha namorada e fica por isso mesmo. - Digo rindo. - Mas você tá bem? - Ah olhei de relance.
- Tô. - Deu um pequeno riso. - Quem foi o anjo da guarda que te falou que ele tava me beijando.
- A Holli. - Digo. - Acho que ela tava indo pro vestiário e viu.
- Você esculachou ele legal. - Disse rindo. - Você, literalmente é demais.
- É, eu sei. - Digo convencido e chegamos no condomínio em que morava.
Descemos do carro, e adentramos na casa.
- Sua mãe está em casa?
- Não, ele deve tá na empresa com o meu pai. - Respondo. - Vamos pro meu quarto.
- Lá tem maleta de primeiros socorros? - Pergunta.
- Não, tem no quarto da minha mãe. Vou pegar. - Digo a selando.
- Eu vou ligar pra minha mãe por enquanto. - Ela disse e eu assenti apenas.
Fui no quarto de Patrícia, especificamente, no banheiro. Peguei a maleta e voltei pra o meu quarto, Candy estava acabando de pôr o seu celular na cama.
- Vem, senta aqui. - Disse. Sentei-me na berada da cama, ela me deu um selinho e abriu a maleta. - Vou lavar as mãos, já volto. - Assenti. Ela foi e voltou rápido. Olhou para o corte e disse: - O sangue secou, formou aquela casquinha. - Disse e pegou uma gaze e embebedou na água oxigenada volume dez, e limpou o corte deixando-o limpo. Pegou um pouco de pomada em seu dedo e pois no corte que não era profundo e pôs o band-aid. - Prontinho. - Disse dando um riso.
- Você é uma ótima enfermeira. - Digo, a puxando, deixando-a sentada em meu colo.
- Eu sei. - Disse convencida. - Vamos banhar? Eu tô morrendo de calor. - Ela disse.
- Claro. - Digo, e com ela mesma sentada em meu colo, tiro a minha camisa do time, e tiro a dela que rir.
Beijo o seu pescoço, passando pela mandíbula, para o canto de sua boca, e finalmente, sua boca. A beijei com voracidade, chupando sua língua, ela a minha. Parei o beijo e a olhei.
- Te amo, morena. Eu espero, espero mesmo, que nós ficássemos até o fim de nossas vidas.
- O nosso amor vai ser infinito. Mas dizem, que que infinitos, não são realmente infinitos, não dura.
- Mas, o nosso infinito vai ser maior e mais forte que os outros. - Digo olhando em seus olhos, e a selei.
- Te amo, loiro.
Nos beijamos e fomos nos banhar.
O banho não demorou muito, logo saímos e fomos ao closet pegar uma roupa para nos vestir.
- Quer uma box? - Perguntei enquanto a olhava procurar uma camisa minha para vestir.
- Sim. - Disse e eu pego uma violenta e a entrego. E ela me dar a camisa que havia achado para mim segurar e vesti a box que lhe dei em mãos. Pegou a camisa que estava em minhas mãos e quando ia vestir e - ela estava sem o sutiã - a paro. - O que foi? - Perguntou confusa.
- O seu seio. - Digo olhando para o mesmo. - Ao redor do mamilo está vermelho. - Digo. E ela olhou.
- Isso é normal, Justin. Aparece e some. - Disse sem importância. - Deve ser alguma alergia, sei lá. - Disse e vestiu a camisa.
- Espero que seja. - Digo baixo e pensativo.
- Vamos jantar? - Pergunto.
- Sua mãe ja chegou? - Perguntou.
- Creio que não. - Digo olhando para o relógio em meu pulso. - Ela chega umas 07h30 p.m.
- Justin, são 07h14 p.m, não custa nada esperar. - Ela disse.
- Tudo bem. Vai dormir aqui? Diz que sim. - Fiz bico.
- Vou sim. - Riu e me beijou.
...
- Já? - Perguntou minha mãe.
- Sim, amanhã nós temos escola e tudo.
- Um saco, mãe.
- Meu Deus, Candice. Como você aguenta esse garoto. Ele é tão complicado. - Disse minha mãe.
- Claro que não sou. Não me queime para minha namorada, por favor Pattie. - Digo.
- Ela não está te queimando. Você é queimado. - Disse Candy.
Minha mãe riu e falou:
- Boa noite, então casal. - Disse e se levantou.
- Boa noite. - Disse eu e Candy para minha mãe.
...
- Tá, tá bom Justin agora deu. - Disse Candy parando com o beijo, tentando se deitar. - Já tá ficando tarde.
- Não, não, não, não, não. - Falo rápido. - Só mais alguns minutinhos. Vai. - Digo a sentando novamente ao meu lado na cama perto da cabeceira.
- Mas você ja teve tantos minutinhos. - Disse jogando sua cabeça para o lado.
- É, mais eu quero mais alguns. Quer dizer, muitos. - Digo.
- Você sempre tem, meu amor. - Disse e me selou. - Agora por favor, me deixa dormir. - Selou-me de novo.
- Não. - Balancei a cabeça negativamente. A beijei, ela pôs sua mão direita em minha nuca aprofundando o beijo.
- E agora? - Perguntou após o beijo.
- Hum ... Deixa eu pensar. - Digo massageando meu queixo. E ela fez uma carinha de sofrida e a escuto resmungar. - Não adianta fazer essa carinha, por que a minha resposta é não. - Sigo beijando sua mandíbula.noa beijamos novamente.
- Poxa, Justin. - Ela resmungou.
- Ah! É assim? Então vai. - Digo me afastando. - Pode ir lá.
- Lá aonde, Justin? - Perguntou confusa.
- Não interessa. - Digo zangado.
- Nossa. Será que você não pode entender pelo menos uma vez? - Perguntou.
- Nossa. Será que você não pode me beijar mais uma vez? - A imitei.
- Eu sempre te beijo, coisa birrenta. - Ela disse me selando.
- É mas, hoje eu quero mais. - Digo fazendo cara de cachorro que acabou de cair do carro de mudança.
- E eu quero dormir. - Diz olhando em meus olhos.
- Nossa. Tá querendo muito dormir.
- Claro.
- O que quê ir é que tem nessa cama? - Digo olhando para o colchão.
- Você? - Disse.
- Eu?
- Não, não verdade não.
- Não?
- É que tem um anão lindo e louco pra dormir de cochicha comigo. - Brincou.
Ri e disse:
- Engraçadinha. - Digo e recebo um selinho.
- Tô com sono, seu besta.
- Tá bom. Último beijo. - Rendo-me.
- Último beijo?
- Último beijo!
- Promete?
- Prometo. Palavra de ... Justin ... Bieber.
- Justin? O escoteiro? - Disse ela fazendo continência. Ri e disse:
- Vem ni mim, vem. - Disse e a chamei com o dedo e nos beijamos.
- Boa noite. Te amo. - Ela disse e me selou.
- Te amo.
...
- E adivinha? - Perguntou Chaz.
- O quê?
- A fofoca do dia: Justin e suas humilhações. - Disse Hin fazendo gesticulações com as mãos.
- Sério? Adoro. - Disse Candy.
- Sim, já viram como tá o rosto do Nicolau? - Perguntou Brooke.
- Já já verei. - Digo.
- Justin, ele sentou lá atrás, quase perto da gente. - Disse Chris.
- Sério? Eu não vi. - Digo.
- Quase ninguém viu. Ele chegou primeiro que todo mundo na sala, com o casaco de capuz e tudo. - Disse Cait.
- Então a coisa deve tá feia. - Digo rindo cínico.
- Está feia. - Disse Holli chegando perto de nós.
- Você viu? - Perguntou Candy.
- Sim, moramos no mesmo condomínio. Quando ele foi saindo de casa, sem o capuz, eu pude ver o estrago que o seu namorado fez. - Disse Holli um pouco envergonhada.
- Tô louca pra ver. - Disse Candy.
- Verá. - Falou Holli. - A Kamilla tá chamando todos da parte dos que vão participar do campeonato.
- Agora?
- Agora.
- Poxa. Eu queria comer. - Reclamou Hin. - To morrendo de fome, até por que estamos no intervalo.
- Mas é pra agora.
- O.k. Vamos lá. - Digo pegando a mão de Candy.
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