sexta-feira, 1 de agosto de 2014

By Your Side: Capitulo 32 - Present


15 de Abril de 2012, 09h47 a.m - Condomínio The Lexury, Quarto - Justin Bieber.
Domingo.
Parecia que o meu sono havia me obedecido. Ontem à noite, planejava acordar cedo, mas sem despertador, para não acordar Candy. Para ir em uma loja que vendia instrumentos, sim, eu iria comprar um violão pra Candy e ensiná-la a tocar.
Levantei devagar para não acordar Candice, a olhei um pouco e fui para o banheiro de seu quarto.
Tirei a única peça de roupa que estava em meu corpo, a cueca. Joguei no cesto de roupas sujas que tinha debaixo da enorme pia de mármore, e fui para o box. Liguei o registro, fui para baixo do chuveiro. As gotículas de água descia em abundância na base das minhas costas, molhando meu rosto, corpo que ainda tinha os registros do sexo de ontem. Peguei o sabonete, o passei pela minha mão grande deixando criar espuma e passar por todo o meu corpo, e lavando o meu pênis. Tirei a espuma do sabonete do meu corpo com a água que descia do chuveiro. Pus um pouco de xampu em minha mão, esfregando uma à outra e levando ao meu cabelo. O lavei, tirei o xampu. Fiquei mais uns poucos minutos ali.
Depois da ducha, abri a porta do banheiro, com a toalha enrolada na cintura, e vi uma garota linda coçando os olhos sentada na cama, com os lençóis comprido seu corpo nu.
- Bom dia. - Eu digo indo em sua direção a selando.
- Bom dia. - Disse baixo. Ela ainda estava com muito sono.
- Volta a dormir. - Falei pegando uma cueca minha que estava em seu closet.
- Por quê? - Disse grogue.
- Por que você tá que nem uma morta. Ainda nem abriu os olhos.
- Abri sim. - Disse.
- Então abri. - Digo a olhando de braços cruzados.
- Não, dói e não quero abrir.
- Ainda não os abriu.
- Tá. Indo não os abri. As minhas pálpebras estão cansadas, amor.
- De quê, Candy? - Ri.
- De ficarem imprensadas que nem uma sardinha naquelas latas. - Disse se deitando.
- Dorme, amor. - Digo sentando na beira da cama pondo o meu vans preto.
- Ah não sei. - Disse virando-se.
- Dorme, por que de noite nós vamos nos divertir.
- Onde?
Eu estava conversando com a minha namorada com ela de olhos fechados.
- Balada com a galera.
- Ah! Então eu vou dormir. E, onde você vai?
- Pra casa. - Menti em partes, até por que eu vou pegar o dinheiro em casa pra comprar o seu violão.
- Por quê?
- Por que a minha mãe da me chamando.
- Ah tá. - Disse se cobrindo até o pescoço.
- Até logo. Eu volto pra nós ficarmos um pouco juntos. - Fui para o lado da cama para onde ela estava virada e a selei. E ela mordeu o meu lábio inferior.
- Tchau. - A selei novamente. - Te amo.
- Eu também.
Peguei a mochila que tinha umas toalhinhas, garrafas, e meu uniforme que usava para ensaiar. E desci.
- Bom dia. - Digo vendo a família Smith e a dona Márjoree - avo de Candice - que estavam tomando café da manhã na sala de jantar. Juntei-me à eles.
- Bom dia, Justin. - Disse Jonas tomando suco.
- Cadê a Candice? - Perguntou sua mãe.
- Voltou a dormir, segundo ela suas pálpebras estão cansadas pôr estarem sempre impresadas. Então, ela está as esticando. - Digo pegando uma fatia de presunto peito de peru.
Dona Márjoree riu e disse:
- Essa minha neta.
Tomamos o café, fazendo perguntas aleatoriamente. Despedi-me deles e fui para casa.
Em menos de 10 minutos, eu já estava no condomínio em que eu morava.
Estacionei o carro, pegando a mochila. Liguei o alarme. E desci. Entrei em casa e constatei que a minha mãe não estava em casa.
Peguei meu celular que estava na mochila e liguei para ela:
- Mãe? Onde a senhora tá? - Falo eu perceber que ela atende o celular e subindo às escadas.
- Não dormiu em casa e nem me avisou, né garoto?
- Desculpa, eu esqueci.
- Dormiu na casa da Candy?
- Foi. Onde a senhora tá, hein?
- No supermercado.
- Vai demorar?
- Sim.
- Então tá, só liguei pra saber onde a senhora estava. - Digo pegando o dinheiro dentro da minha outra carteira.
- Tudo bem. Vai ficar em casa?
- Não, eu vou presentear a Candy com violão, então provavelmente, quando a senhora chegar, eu não vou estar mais.
- Tudo bem. Te amo.
- Te amo.
Desliguei, pus o um total de 300 dólares na minha carteira que anda comigo.
Lembrei que Chaz estava louco pra comprar um gaita. Então, decidi ligar pra ele:
- Mongozão?
- Tá bom Justin, virou Candice agora?
- Não, não. - Ri. - Ei cara, eu tô indo comprar um violão pra Candy, você não quer ir? Eu sei que você tá louco por uma gaita. - Digo descendo às escadas.
- Claro, Dude. Qual loja você vai?
- Vou naquela do shopping. Aquele shopping que nós fomos, quando a Candy ainda não estava morando aqui, estava só a passeio. Quando nós estávamos indo pra praça de alimentação, eu vi uma loja massa.
- Nos encontramos lá? - Disse.
- Tudo bem.
Desliguei a ligação.
Fui na cozinha, bebi um pouco de água. E saí de casa.
...
Encontrei com Chaz na loja onde falei. Eu estava procurando um violão perfeito e um violão que não seja para pessoas canhotas, claro. E Chaz estava escolhendo uma gaita.
- Precisa de ajuda? - Ouvi alguém falar ao meu lado, viro e vejo que era um vendedor, com tatuagens no braço e com brinco. Típico músico.
- Sim, será que aqui tem um violão preto com pequenos detalhes vermelhos? - Digo olhando pra ele e olhando para enorme vitrine que era cheia de violões.
- Deve ter, aqui temos algumas seções de violões com várias cores. Siga-me. - Disse e eu o segui.
A loja era enorme, via de tudo: violões, guitarras, baterias - eu amo baterias -, piano, flauta, caixas de som de shows, pratos de bateria, baixos, teclados, tudo conter tipo de instrumentos. Aquilo era uma paraíso para qualquer músico. Qualquer pessoa apaixonada pela música.
Enquanto andávamos em direção a seção onde o vendedor disse, podia ouvir músicas de fundo que eram tocadas apenas por instrumentos.
- Aqui. - Disse ele apontando. - Tem essas cores. Tem pra quem é canhoto e destro.
- Eu quero uma destra.
- É desse lado. - Disse apontando para o meu lado direito.
- Obrigado.
- De nada. - Sorriu e saiu.
Comecei a olhar cada violão do lado direito da seção.
Eu estava à procura de um que seria a cara de Candy. Como eu disse, eu queria um preto com detalhes vermelhos ou vice versa.
- E aí cara, achou? - Ouvi a voz de Chaz do meu lado.
- Não e você, ja achou?
- Já, olha. Disse ele pegando uma pequena caixa e balançando. - Qual cor que você quer o violão?
- A Candy gosta muito de vermelho. E vermelho com preto fica legal pra ela.
- Hum. Pra quê ela quer um violão?
- Bem, ela não quer. Ela queria aprender a tocar. Ela acha lindo quem sabe tocar violão, e não tinha ninguém que sabia tocar e para ensiná-la. Então, eu vou comprar um pra ela e vou ensinar como se toca.
- Boa. É por isso que a Brooke diz: "Por que você não é que nem o Justin?" E eu respondo:"Por que eu sou o Chaz, o mongozão da Candy" e ela me dar um tapa.
- E eu te dou outro. - Bati na cabeça dele. - Você tem que ser carinhoso com a sua garota, Chaz. Elas gostam de saber que são especiais e únicas nas nossas vidas.
- Você tá tão gay.
- Gay não, apaixonado.
- Gay. - Repetiu.
- Então você também é um gay. - Digo olhando pra vitrine.
- Não, sou não.
- Claro que é, todo apaixonado pela Brok.
- Cala a boca, Bieber.
- Faça que nem eu, a presentei-a, dar todo amor, a faça sentir única, que ela te faz a mesma coisa. Você não sabe o quanto é bom se sentir uma pessoa amada de sua amada.
- E como você faz com a Candy?
- Eu a trato bem, fico por perto pro que der e vier, a faço se sentir especial, todo momento que dar eu falo que eu a amo, por exemplo ontem eu compôs pra ela. Eu a fiz se sentir amada. Mas faça do seu jeito com a Brok. Ela te ama, cara.
- Eu sei, ela já falou muitas vezes. - Disse pensativo.
- E você? Quantas vezes já disse pra ela um "eu te amo"?
- Uma vez. - Disse baixo.
- Uma vez? Cara, se ela procurar outro não reclama.
- Ela não vai procurar outro.
- É o que vamos ver. - Disse e continuo olhando para a parte debaixo da vitrine.
- Aqui Justin. - Disse Chaz baixo e pensativo, apontando para a vitrine na parte de cima. - Acho que é uma dessa que você está procurando. - Ele ficou bem pensativo em relação a tudo que eu eu falei.
- É essa mesmo, cara. - Digo feliz.
Era um violão preto, nas inclinações do mesmo vermelhas, atrás todo vermelho.
Cara de Candy.
- Eu vou levar esse. - Digo feliz.
- Tudo bem. - Disse Chaz. - Ei cara. - Ele chamou alguém. - Ele vai levar esse. - Apontou.
- Ok. - Disse o vendedor que havia vindo falar comigo agora há pouco.
O homem tatuado, pegou uma escada média, abriu a vitrine antes de subir. Posicionou a escada onde estava o violão e subiu.
...
Peguei a mala em que estava o violão, do banco de trás do carro. Liguei o alarme e entrei na residência da família de minha namorada. Era, mais ou menos umas 12h24 da tarde. Tinha ninguém na sala, porém ouvi vozes vindas do escritório, e nenhuma delas era de Candy.
Subi para o seu quarto, entrei no mesmo e vi que o quarto ainda estava todo escuro, todavia, ouvi águas se colidindo com o chão. Candy estava banhando.
Deixei a mala do violão, na poltrona namoradeira. E fui em direção à porta de vidro da varanda. Afastei as duas partes da cortina blackout para cada lado, abri a porta deixando todo o evento que estava interrompido de entrar por causa da porta fechada.
Arrumei e cama e pus a maleta do violão em cima dela. Abri a maleta, deixando o violão à mostra.
15 de Abril de 2012, 12h26 p.m - Condomínio The Lexury, Quarto - Candice Smith.
Estranho.
Muito estranho.
Esquisito.
Eu sentia, estava vendo. Ou estava ficando louca. Mas a minha axila estava inchada.
Porém, não era de hoje àquilo. Ultimamente, eu venho sentido dores constante em minha axila e no meus seios.
Eu sinceramente, não sei o que estava acontecendo, mas até cogitei se o meus seios estavam crescendo, mas logo descartei pelo simples motivo de a) meus seios pararam de crescer há algum tempo, b) desde quando a axila dói quando os seios estão crescendo?
Parei de pensar nisso, e foquei na ducha que estava há 20 minutos tomando. Mas, eu estava com medo. Terminei meu banho, enxuguei-me. Passei alguns cremes em meu corpo. E saí apenas de roupão do banheiro.
Ao adentrar novamente em meu quarto, deparo-me com um violão, aliás, um lindo violão preto com detalhes vermelho. Aquele instrumento era lindo. Mas a pergunta é: O que aquele lindo violão estava fazendo ali? Na minha cama?
- Gostou? - Suavizou uma voz rouca atrás de mim.
- Sim, é lindo. - Dei um pequeno sorriso.
- Que bom que gostou, por que é seu. - Justin deu um selinho em meu pescoço.
Ah! Fala sério que eu havia acabado de ganhar um violão lindo, do meu lindo namorado.
- Mentira, cara. - Digo abrindo um grande sorriso e me virando para Justin.
- Sério, cara. - Disse imitando-me e sorrindo. - Você não disse que acha lindo quem sabe tocar violão, e que não tinha ninguém que te ensinasse? Então, eu comprei um violão pra você. Agora você tem um, e um lindo professor pra te ensinar. - Disse abraçando-me pela cintura.
- Um lindo professor? - Digo mordendo meu lábio inferior.
- Sim, um lindo professor. - Disse e me selou. Pôs as suas duas mãos que estavam em minha cintura, uma em cada lado na minha bochecha, aprofundando o beijo. Pus a minha língua em seus lábios e ele concedeu a passagem. Botei meus braços em seu pescoço, deixando o beijo me levar.
- Vem, eu quero aprender logo a tocar. - Digo interrompendo o beijo com selinhos,o puxando saindo correndo em direção à cama.
- Mas já?
- Sim sim.
- Tudo bem. Você tem que aprender o básico. - Ele disse, indo pegar o seu violão que estava do lado da cama. E eu peguei o meu violão que o meu namorado me deu. Nos sentamos no chão, onde havia um tapete peludo e botamos os nossos violões nos nossos colos, e ele começou: - Olha para a minha mão direita, mas faça isso com a sua esquerda, claro. - Disse. - Posiciona o teu dedo polegar no meio do braço do violão em forma de positivo. - Fez e eu fiz o mesmo. - Pressiona as pontas dos dedos nas cordas. - Disse e fiz. - Agora, com certeza você deve saber as cifras. Você sabe, né? - Disse fazendo careta.
- Claro que eu sei, loiro. - Digo rindo.
- Qual é?
- Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si.
- Exatamente. Pra cada uma dessas notas, damos um nome de uma letra, começando pela letra A, que corresponde à nota Lá, o B=Si; C=Dó; D=Ré; E=Mi; F=Fá e G=Sol. Ah! E o A sozinho, também corresponde como o acorde maior. Por exemplo: Am = Lá menor a letra A, e a letra M significa acorde menor. O A7 = Lá com sétima letra A, corresponde à nota Lá, e o número 7 que o acorde é sétimo. Entendeu?
- Mais ou menos, mas vai ser melhor na prática. - Digo dando um sorriso.
- Claro que sim. Com qual música você quer começar?
Coração na minha mão. - digo dando um riso de lado.
- Vamos lá. - Disse olhando em meus olhos. - Posiciona e pressiona a letra G na parte da música: bem ... - Ele foi me ensinando cada cifra de cada parte da nossa música.
...
- Ai meu Deus. Não acredito. Eu não acredito que eu consegui. Eu aprendi a tocar a nossa música, amor. Agora nós podemos tocar juntos sempre. - Digo indo pra cima do Justin.
- É nós podemos. - Disse rindo e beijando meus lábios.
- Estou tão feliz. - Abro um lindo sorriso. - Muito obrigada pelo violão, é lindo.
- De nada. Você merece.
- Ah! Deixa eu ver o que a Lissa achou da letra da música. - Digo. - E você tem que se desculpar com ela.
- Claro que não.
- Claro que sim. - Peguei meu celular e vi que tinha umas 10 mensagens de Lissa nowhatsapp.
As 10 mensagens eram:
"Até que fim"
"Por que demorou pra mandar, Vadia?"
"Tava transando, né?"
"PORRA. CARA, ALÉM DE GATO, ESSE HOMEM AINDA COMPÕE."
"EU QUERO UM NAMORADO DESSE, CANDICE."
"EU QUERO ESSE HOMEM"
"VOCÊ TÁ DE PARABÉNS, AMIGA."
"MANDE-ME UM VÍDEO DELE CANTANDO."
"Ah! Diz pra ele que eu tô puta."
"Gatão, mau educado."
"SAFADA. DEIXA AMIGA AQUI ESPERANDO ENQUANTO A VADIA TÁ TRANSANDO."
- Essa Lissa não presta. - Digo rindo.
- O que foi?
- Olha o que ela mandou. - Botei a tela do meu celular pra Justin olhar as mensagens que ela mandou.
- É, mas ela não tava mentindo.
- Calado. E se desculpe com ela.
- Não.
- Sim. Vai, já tô gravando o áudio. Fala.
- Não.
- Vamos Justin.
- Desculpa Lissa.
- Mas alto.
- DESCULPA ELIZABETH.
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