sábado, 23 de agosto de 2014

By Your Side: Capitulo 34 - Just For My Pleasure


23 de Abril de 2014, 10h23 p.m - Condomínio Puerto Rico, Casa de Hinet, sala - Candice Smith.
- Deixa eu falar com ele, Hinet. - Insisti desesperada.
- Não. Candice, você nem imagina como ele deve tá.
- Eu sei sim. Por isso que eu quero falar com ele. Por favor, Hin. - Levanto-me da cama.
Vi ela respirar fundo e bufar.
- Tudo bem. Ele tá lá no meu quarto. - A deixei terminar de falar e subi correndo as escadas em direção ao quarto de Hinet.
Passei por 2 quartos até chegar ao de Hin.
Parei em frente à porta, arrumei meu cabelo em um coque, passei minhas mãos em meu rosto e respirei. E abri a porta.
Ao adentrar no quarto, pude ver Justin sentado na beirada da cama da minha amiga. Com os cotovelos apoiados em seus joelhos e de cabeça baixa.
Ele estava chorando.
Merda.
Era difícil vê-lo chorando. Era e é horrível vê-lo chorar. E ainda mais quando a culpa é toda minha.
Andei devagar em sua direção, abaixei-me e fiz carinho em seus cabelos.
- Por favor, me perdoa. - Falei baixo chorando. - Eu não quis dizer aquelas bobagens. Eu estava de cabeça quente.
- Sai daqui. - Falou. - Vai embora. - Olhou-me. Seu rosto estava totalmente vermelho.
- Justin, por favor me desculpa. - Chorei.
- Por favor digo eu, Candice. Você me diz aquilo tudo e depois vem me pedir desculpas? Ah! Faça-me um favor. - Levantou e virou-se ficando de costas.
- Justin, eu não tô em um momento bom. Eu não sei o que tá acontecendo comigo e isso tá me deixando tensa, com medo.
- E vem descontar em cima de mim? - Disse frio. Espera um pouco, ele não se preocupou com o que eu disse? O Justin de ontem, de hoje cedo iria perguntar o que estava acontecendo comigo, mas não esse. Esse que eu acabei de descontar meus problemas ficou assim, digamos, frio.
Sim, eu estava disposta a contar o que vem me atordoando durante todo esse tempo.
- Mas vamos lá, o que estar acontecendo com você, Candice Smith? - Falou ainda de costas, mas pude sentir, pude ouvir sua voz de preocupação, mesmo com ele não querendo transparecer.
- Por favor, olha pra mim. - Funguei limpando meu rosto.
- Pode falar, eu estou ouvindo. - Disse baixo.
Respirei fundo.
Peguei na bainha na blusa que eu estava vestida e a levantei. Olhei para Justin que ainda estava de costas e tirei meu sutiã.
- Olha. - Falei baixo. - Olha isso. - Ele continuou intacto no lugar. - Olha.
O vi virar lentamente e olhar parar os meus seios que aparecia mais um de seus sintomas.
- O que houve com eles? - Disse pasmo chegando mais perto.
- Eu não sei, Justin. Mas eu tô com muito medo. - Comecei a chorar. - O pior que não é a primeira vez.
- Por que você não me disse nada? - Sentou-se ao meu lado na cama.
- Eu não queria de preocupar, amor. - Chorei mais.
- Fica de frente pra mim. - Falou.
Fiquei um pouco de lado, fazendo com que ele pudesse ver meu bruços todo.
- Eles estão com formatos diferentes. - Comentou, e ia tocar mais eu impedi.
- Não, não trisca dói.
- Muito?
- Muito. Às vezes a minha axila também dói. Ao redor do mamilo já ficou vermelha, já saiu algum líquido do mamilo. Eu tô com muito medo. - O abracei.
- Por que você não me falou isso antes, meu amor? - Segurou meu rosto.
- Eu não queria falar pra ninguém, por que eu pensava que aquilo podia desaparecer, mas quando desaparecia, aparecia outro sintoma.
- Você tinha que ter me contado.
- Fala, por favor, fala que me perdoa, isso tudo só ajudou eu falar àquelas todas mentiras pra você. Fala.
- Eu te perdôo. - Beijou-me.
Por alguns instantes ou minutos, eu pensei que nunca mais iria sentir sua boca na minha. Que nunca mais iria sentir seus braços em minha cintura. Podia ser uma fala ou até mesmo um pensamento exagerado, mas eu estava com saudade dos seus beijos.
- Você sabe o que pode tá acarretando isso?
- Sei lá, mas eu pensei que pode ser os remédios que eu tô tomando. O que você acha?
- Talvez, mas você tem se consultar para saber sobre isso. - Disse pegando o meu sutiã que estava perto de nossos pés no chão.
- Eu vou me consultar. - Disse pondo minhas mãos pra frente de meu corpo, deixando com que Justin botasse o sutiã até meus ombros.
- Faça isso o mais rápido possível. - Disse olhando pro lado.
- Olha pra mim. - Ele olhou. - Não fica assim comigo.
- Não dá. Ainda dói o que você disse mesmo tendo esclarecido o porquê, mas dói. Sempre há um fundo de verdade. Não é?
- Não, não é. Eu adoro quando você tá comigo; eu adoro quando você se preocupa comigo. Eu amo tudo isso. Eu amo os seus "mimimi". - Rimos. - Por amor de Deus, esquece o que eu disse. - Beijei seu pescoço.
- Eu vou tentar, tá? - Murmurou beijando também meu pescoço.
- Uhum. - Disse pegando na barra de sua bermuda, não deixando de beijar seu maravilhoso pescoço.
- Aqui? - Perguntou procurando o zíper do meu short largo. - Na cama da Hin? - Abaixou meu shorts.
- Ahã. - Digo pegando o que estava causando o volume em sua cueca e pondo pra fora.
Senti ele afastar a minha calcinha pro lado. Olhei para baixo, ainda segurando seu membro, e comecei a sentar no mesmo.
- Ai. - Gemi. E comecei a descer lentamente, até sentir seu pau totalmente dentro de mim.
Abracei Justin pelo pescoço e ele pela minha cintura, e comecei a cavalgar.
Aconcheguei-me mais em seu colo e cavalguei mais rápido.
Justin também ia manuseando as estocadas. Eu segurava em seus ombros pra dar mais impulsos aos pulos.
Meu namorado segurava com força minha cintura por conta das fortes estocadas que ele dava.
- Arr ... isso quica vai ... - Parei de cavalgar e comecei a rebolar. Sabia que aquilo o deixava louco. - Ahh caralho. - Segurou firme em minha cintura. Parei de rebolar, beijei sua boca e pressionei nossas íntimas contra a outra. - Orrrr. - Gemeu alto durante o beijo. - Faz de novo. - Pressionei minha buceta para o seu membro dentro de mim. - Gostosa. - Sussurrou e começou a estocar rapidamente.
Aquilo tava tão gostoso, cara.
Após uma briga, o sexo fica tão bom.
- Eu ... vou gozar. - Gemi. E tentei sair de cima de seu pau, mas foi em vão. Ele afirmou suas mãos em meu traseiro, impedindo que eu saísse. Apenas senti minhas pernas tremerem e sair a goza. - Arr.
Justin estocou mais algumas vezes e chegou ao seu limite liberando seu jato dentro de mim.
- A Hin vai nos matar. - Digo ainda sentada em cima dele.
- Vai nada. - Disse baixo, deitando seu tronco na cama e me levando junto.
- Te amo, amor. - Disse olhando-o.
- Te amo, por favor cara. Não faz mais isso. Você não sabe como eu me sentir. Foi horrível. É uma dor inexplicável. - Disse fazendo carinho em meus cabelos.
- Desculpa. - O beijei. - Eu tenho que ir pra casa. - O selei.
- Já? - E começou a se movimentar dentro de mim.
- Uhum.
- Aqui tá tão bom. - Continuou.
- Mas eu tenho que ir. - Sai devagar de cima dele. Enquanto ele olhava seu pau sair de dentro de mim.
- Isso é magnífico. - Disse alegre. - Enquanto você sobe, cada vez mais vai aparecendo as veias, e quando o meu pau sai completamente de sua buceta, ela fecha. É tão, lindo amor. - Disse olhando para a minha intimidade, depois pra sua e olha em meus olhos.
- Você é louco. - Digo apenas isso, e boto a minha calcinha no lugar. Recolho o meu short e visto.
- Nem um pouco. - Levantou-se e ergueu sua bermuda. - Na verdade, sim. Sou louco por amar você.
- Teu cu. - O olhei.
Fomos para o banheiro do quarto, lavamos nossos rostos e arrumamos nossos cabelos e saímos do quarto.
- E aí? Como estão? - Perguntou Hin ao nos ver.
- Bem. - Justin ergueu nossas mãos entrelaçadas.
- Ainda bem. - Suspirou. - Seria difícil olhar vocês separados. Não queria ver Candy chorar por ver Justin beijando outra. Não queria ver Justin sofrendo pelos cantos. Ai, eu não queria ver nada. - Disse tampando os olhos e rimos.
- Você não vai ver nada, Hinet. - Ri. - Agora, temos que ir. - Dou um abraço nela. - Obrigada por deixar falar com ele, mesmo se não deixasse eu ia falar de alguma forma. - Gargalhei.
- Valeu, Hin por ir buscar a água com açúcar. - Disse, e Hin assentiu entendendo o que ele quis dizer. Fomos até a enorme porta e o Justin disse: - Aliás, se eu fosse você, eu mudaria a colcha da sua cama. - Piscou.
- FILHOS DA PUTA. EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊS TRANSARAM NA MINHA CAMA. EU VOU MATAR VOCÊS. - Disse subindo às escadas correndo.
- Não disse? Ela vai matar a gente. - Digo. - Você tá de carro?
- Tô.
- Então tchau. - O selei. - Te amo. - Selei novamente.
- Te amo.
- Amanhã a gente se ver? - Perguntou.
- Sim. Eu tenho que te mostrar uma música que eu consegui compôr. - Digo alegre.
- Sério que você compôs? - Perguntou espantado.
- Sim, a minha primeira composição.  Deve não ter ficado muito boa, mas é o que temos pra hoje. - Rimos.
- Tudo bem. Até amanhã à tarde.
- Até. - Nos beijamos. E eu fui em direção ao carro que estava me esperando. - Podemos ir Igor.
...
Cheguei em casa, abri aquela enorme porta de madeira vernizada linda, tendo a vista da sala, com os meus pais conversando animadamente.
- Opa. O que aconteceu? - Sentei ao lado deles.
- Candice Smith, você não sabe o que a sua mãe acabou de ver. - Falou animadamente minha própria mãe. - Uma das melhores notícias da minha vida.
- Até porquê a melhor notícia que a senhora já teve foi a que estava grávida dessa linda pessoa aqui. - Ri.
- Menos, filha. - Disse meu pai rindo. - Mas enfim, a sua mãe conseguiu...
- EU CONSEGUI, FILHA. AI MEU DEUS. EU CONSEGUI.
- Conseguiu o que mulher? Respira, acalma e fala.
- Tudo bem. Deram a licença para mim abrir a loja de lingerie aqui.
- AAAAAAAAA. - Gritei.  - Ai caralho, mentira. Sério? Meu Deus eu não ter mais que comprar lingerie.
- Sem graça. - Disse minha mãe. 
- Claro que não. Mas e aí? Onde vai abrir a primeira franquia?
- No shopping.
- Ela até já alugou uma área lá no shopping.
- Sério? Nossa que rápida.
- Sempre, minha filha.
- Já decidiu o nome da loja?
- Claro que sim. Eu e o seu pai estávamos vendo, e que tal Luxury Secret?
- Bom, o nome pode pegar. Vai ser uma ótima marca.
- Já falamos com o nosso advogado e ele já começou a legalizar tudo. - Falou meu pai.
- Quando vai começar a decorá-la?
- Amanhã. Já falei com a empresa e tudo.
- Mas amanhã é sábado.
- Quanto o mais rápido melhor. Eu quero a minha loja.
- Tudo bem. - Beijei a testa de meus pais e disse: - vou dormir, tá tarde. Até amanhã.
- Boa noite, filha. - Falaram meus pais em uníssono.
Fui para o meu e quarto, banhei-me e deitei. Hoje foi um dia entanto. Com direito a briga de casal e tudo.
Peguei meu celular que estava em cima do livro que eu estava lendo, vendo que havia uma chegando uma mensagem de Justin há 7 minutos.
"Boa noite, meu amor. Dorme com Deus, sonhe comigo. Vim te lembrar que eu te amo muito."
Sorri lendo a mensagem e mandei uma em resposta:
"Boa noite, loiro. Claro que vou sonhar com você, e eu também te amo muito. Ah! Traga o seu violão amanhã. E sonhe comigo. Dorme com Deus."
Li novamente a mensagem e mandei. Desliguei o celular, pus onde ele estava e fui dormir. Eu estava exausta.
...
Acordei era mais ou menos umas 10h17 a.m. almocei logo, sem a presença da minha mãe, apenas do meu pai. Púnhamos a conversa em dia, perguntou como estava eu e Justin, se eu estava tomando os remédios e afins.
Agora era exatamente 02h31 p.m estava arrumando as coisas para quando Justin chegasse, peguei a letra da música que eu iria mostrar à ele.
- Cheguei. - Ouvi sua voz.
- Até que fim, meu querido.
- Acordei tarde. É sábado, tenho que aproveitar.
- Você sempre acordar tarde, Justin.
- Mas tem suas exceções.
- Algumas.
- Tá. Agora da pra mim mostrar a letra da música que você compôs?
- Sim dá, sua delicadeza em pessoa.
- O.k. Mostre-me.
Peguei a folha onde estava escrito a música e entreguei para Justin.
- Amor, ficou muito bom pra uma iniciante.
- Sério?
- Muito sério. Ficou ótimo.
- Já que é assim, eu estava pensando em cantar nós dois. O que acha?
- Ótimo.
- Eu até já dividi as partes de cada um.
- Que eficiente.
- Claro, mas deixa eu te mostrar o ritmo. - Digo e pego o meu violão ao meu lado do sofá de onde estávamos - na sacada - e ele o dele.
Comecei a tocar os acordes que eu mesma havia criado para a música, mostrando-as para Justin.
- Ficou bom? Pegou?
- Ficou, mas podemos mudar um pouco na parte do "não vem agora" - Cantou.
- Tá, mas botar qual nota?
- Essa. - Tocou.
- Essa fica bem melhor mesmo.
- Então, já que eu já sei o ritmo da música, agora me mostra as minhas partes.
- Tudo bem.
Mostrei suas partes em que cantaria, as minhas. Pegamos nossos violões e começamos:
Candy: Não fala nada
Justin: Deixa tudo assim por mim
Candy: Eu não me importo
Se nós não somos bem assim
Justin: É tudo real as minhas mentiras
Candy: E assim não faz mal
Justin e Candy: E assim não me faz mal não
Justin e Candy: Noite e dia se completam
O nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino, eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser

Candy: Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor

Justin: Eu te recriei só pro meu prazer
Justin e Candy:Só pro meu prazer
Justin: Não vem agora com essas insinuações
Candy: Dos seus defeitos ou de algum medo normal
Será que você não é nada que eu penso

Justin:Também se não for
Não me faz mal

Candy: Não me faz mal não
Justin e Candy: Noite e dia se completam
O nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino, eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser

Candy: Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor

Justin: Eu te recriei só pro meu prazer
Justin e Candy: Noite e dia se completam
O nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino, eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser

Candy: Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor

Justin e Candy: Eu te recriei só pro meu prazer
Só pro meu prazer
- Caralho, ficou muito bom com as nossas vozes juntas. - Disse Justin.
- Ficou muito bom.
- Como é o nome da música?
- Só pro meu prazer. - Falo mordendo os lábios devagar.
4 de maio.
Sim, passou-se um mês, estávamos exato no dia em que seria o campeonato das animadores de torcida. E a nossa equipe da escola, Strong, estava totalmente preparada para a competição.
As últimas semanas, foram muito corrida, fazíamos, marcávamos datas para os ensaios para estarmos bem afiados no dia, e estávamos.
Kamilla podia ser tudo, - e era tudo - mas a vadia era uma boa Líder de Torcida, eu tinha que admitir.
Nossas roupas eram típicas de animadoras, tops e saias, - com short por debaixo, claro -  as peças eram bem customizadas, e bem feitas. Eram da cor do brasão da escola: vermelho e azul com alguns detalhes brancos. Os meninos com camisas e calças largas.
O campeonato era formado pelas melhores escolas. Todas querendo o belíssimo troféu.
O National Institute Elite estava em peso naquele ginásio enorme que havia no centro de Atlanta. As arquibancadas estavam lotadas de pessoas e de estudantes. Os jurados à frente à mesa onde havia uma panelada sobre os nomes das equipes e onde teria que ter as notas onde eles dariam.
Já havia uma equipe se apresentando e porra, eles eram muito bons. 3 equipes tá haviam se apresentado, a nossa iria se a 5° equipe a entrar no ranking. Ao total são mais de 10 escolas que iriam se apresentar.
Meus pais acabaram de ligar, avisando que tinham acabado de chegar no ginásio e que aquela espécie de galpão estava lotada de seres que respiram.
...
- E com vocês, os animadores de torcida do colégio National Institute Elite, STRONG.
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