28 de Novembro de 2014, 10h53 a.m - Santa Isabel, Hospital - Candice Smith.
Passou-se um mês e alguns dias desde a minha cirurgia, dos seios. Tão quanto dolorosa e incapacitável. Todavia, aqui estou eu, novamente, na sala do mesmo cirurgião que me operou, para ele ver a situação atual de como ficou os seios após alguns dias da cirurgia.
- A mocinha se comportou? - Perguntou o médico.
- Claro que ...
- A pergunta foi pra mim, Justin. - Revirei os olhos.
- Chata. - Disse baixo.
- Você. - Ele arregalou os olhos. - E sim Doutor, eu me comportei. Também como não se comportar, com o tanto de gente no meu cangote?! - Olhei de rabo de olho pra Justin, que riu baixo.
- Okay, okay. - Riu. - Vamos tirar isso daqui. - Disse pegando um banco alto, sentando-se à frente da cama, na qual eu estava sentada.
- O sutiã e tudo que está protegendo os seios. - Disse o médico, pegando uma tesoura e cortando pela frente o sutiã, já caído em minhas coxas, sobrando apenas o monte de esparadrapos.
- Pera. - Fechou os olhos e continuou. - Você vai ver os seios da minha namorada? - Disse Justin.
- Oh, Babe. Ele foi o cirurgião. - Digo calmamente.
- Mas é só eu que posso ...
-Justin fica quieto. - O olhei.
- Okay. Tudo bem. - Mexeu a cabeça para os lados.
- Continua, Doutor.
- Tudo bem. Agora, segure as bases dos seus seios, pois agora eu irei cortar esses esparadrapos e gases. - Posicionou a tesoura.
- Okay. - Segurei as bases de meu seios, e bem no meio, o doutor cortou todas essas coisas que tinha, e disse:
- Agora solte bem devagar.
- Não vai doer? - Digo receosa.
- Não, confie em mim. - Disse me olhando.
- Tudo bem. - Digo e vou tirando minhas mãos aos poucos, sem olhar para os meus seios, apenas olhando para o cirurgião. - E aí? Como ficou?
- Natural. - Disse orgulhoso de seu trabalho.
- Lindos. - Disse Justin impressionado.
- Posso olhar? - Digo mordendo os lábios.
- Claro que pode. - Disse o cirurgião.
- Mas antes, - Engoli seco. - Justin está como antes? - O olhei mordendo os lábios.
- Tá. - Sorriu amigável. - Grandes como sempre. - Disse maldoso. Ri e olhei para meu busto.
Dois meses atrás, eu poderia olhar e não ver absolutamente nada. Apenas o mamilo, como se eu fosse ainda uma criança de, sei lá, 7 anos. Mas não, eu tenho 17 anos e estava totalmente sem volume em meu busto, que era algo que estava me encomodando bastante, até mês passado. Agora estou aqui, olhando para meus novos, porém estavam parecendo aqueles antigos seios, sabe? Natural? Como se eu não estivesse passado um dos momentos mais difíceis, como se eu nunca estivesse tido câncer de mama, - o que era ótimo - como se eu sempre fosse aquela boa e velha Candice Smith. Mas aquela Candice ainda com os cabelos á crescer, vulgo, cabelo de machinho, mas já estava grande, não muito. Eu estava indo em várias clínicas estéticas, médicas, procurando alguma coisa que fizesse quê meu cabelo crescesse mais rápido e que não me atingisse tanto, por conta das cirurgias, mas está dando certo.
- Eu posso tocar? - Olhei para o especialista.
- Pode, mas antes me deixe analisar. - Levantou-se. - Levante-se também. - Disse e assim fiz.
Levantei, e olhei para Justin sorrindo, que parecia estar indignado.
- Analisar? - Disse se controlando.
- É. - Disse o médico sem se importar. - Eu vou tocar seus seios, Candice. Se doer, você me diz, ou se sentir algo do tipo.
- Tocar? - Justin riu debochado. - Ai meu Deus. - Respirou fundo.
- Doutor, não ligue para ele.
- Não tem problema, Candice. Estou acostumado. - Riu.
- Acostumado levar umas porradas, isso sim. - Disse baixo Justin.
- JUSTIN BIEBER. - O repreendi, e o mesmo deu os ombros. Ah vagabundo. - Pode começar, Doutor,
- Aparentemente, por você ter se cuidado, você não tá tão inchada, aliás, não está inchada. - Olhou para a região do meu ombro. - Como posso ver, dá pra ver que já começou a cicatrização, o que é ótimo.
- É, hã, é que eu tô usando uma pomada que a minha médica recomendou. Pode?
- Pode sim. - Disse e tocou os meus seios. - Sente algo?
- Eu sinto. - Disse Justin irônico. - Minha mão coçando pra...
- Amor, faz um favor?
- Hum? - Resmungou.
- Saía da sala. A-GO-RA. - Digo calma.
- Com o maior prazer. - Disse emburrado e saiu da sala.
Respirei fundo e finalmente respondo.
- É, eu sinto umas dorzinhas sim, mas nada demais.
- Explique melhor essa "dorzinha". - Fez aspas, saindo de perto de mim e falou: - Se quiser ver como estão seu seios, bem aqui tem um enorme espelho. - Apontou.
- Okay. - Fui em direção ao espelho. - São dores iguais quando estamos na pré-adolescência e seus seios começam a crescer e nada pode triscar sabe? É uma dor suportável. - Digo me olhando para o espelho e tocando meus seios. É ótimo tocá-los novamente. - Não, você não sabe. Você é homem. - Ri e ele também.
- Mas eu estudei anos pra entender isso, Candice. - Disse. - Se é esse tipo de dor, fique tranquila, é normal.
- Maravilha, é eu já posso usar sutiãs normais?
- Pode sim. E também voltar a sua rotina normal, só tomando algumas precauções.
- Tudo bem. - Digo pegando minha bolsa, e pegando meu sutiã que eu havia trago dentro dela e vestindo-me, logo pondo minha blusa regata, que eu também trouxe. - Pronto. - Digo e me olho no espelho. - Bem melhor. - Meus seios estavam durinhos, avantajados e bonitos. - Uma bela garota de 17 anos. - Sorrio pra mim mesma. - Suspiro e olho pro doutor. - Muito obrigada, mesmo. Você me deu uma coisa que eu havia perdido por uma merda de uma doença. Eu me sinto bem melhor agora.
- Você não tem que agradecer nada. Esse é apenas meu trabalho. E você é a minha paciente mais lutadora, durona e forte. Eu tenho apenas que te parabenizar por se livrar do câncer, por lutar. Por que você é uma das poucas pessoas que eu conheço que não desistiu de si mesma, da sua vida.
- Obrigada, obrigada mesmo. - O olho e sorrio. Pego a minha bolsa e outra blusa enorme que eu fui vestida e guardei na minha bolsa, a fechei e pus nos ombro. Vou até à porta e falo: - Muito obrigada.
- Não há de quê. - E saio. Fecho a porta e respiro fundo feliz, olho para o lado e vejo Justin, com os braços cruzados, com uma perna apoiada na parede e com a cabeça baixa .
- Vamos, ciumentinho. - Digo e vou em sua direção, fico em sua frente, ponho meus braços ao redor de seu pescoço. Abaixo um pouco minha cabeça, e selo nossos lábios.
- Nada de ciumento. - Disse baixo, com nossos lábios juntos. Endireitou-se, abraçou-me pela cintura e me beijou.
Senti sua língua pedir passagem, e logo eu cedo. Sua língua explorava toda minha boca, como a minha fazia a mesma coisa com a sua. Isso era delicioso.
Chupei sua língua, e senti seu riso abafado, mas continuamos o beijo.
- Cof-Cof. - Ouvimos uma falsa tossida falsa e rápida passar detrás de mim, e paramos o beijo. Era apenas um enfermeiro passando ali, e de certa forma dando uma bronca na gente.
Justin riu e me abraçou forte. Fiz carinho em sua nuca, beijei seu pescoço e nos distanciamos. Mas, ele se distanciou lentamente, com a cabeça baixo, dando de cara com os meus seios.
- Lindos. - Disse baixo. - E apenas eu que posso tocá-los. - Mordeu os lábios e tirou suas mãos de minha cintura e apertou meus seios.
- Bieber. - Dei um tapa em sua mão. - Vamos. - Peguei sua mão, e saímos dali.
Fomos para o estacionamento do hospital, entramos no carro de Justin. E saímos do estacionamento.
- Como está se sentindo? - Perguntou Justin.
- Bem, bem melhor. - Sorri abertamente. - Parece que eu voltei a ser quem eu era sabe?
- Você ... - Foi interrompido pelo toque do meu celular. O peguei dentro da bolsa e vi quem estava me ligando.
- É a minha mãe. Ela tá louca pra ver o resultado. - Sorri e atendi.
Ligação ON:
- Oi, mãe.
- Olá, filha. - Disse animada. - E aí? Como foi?
- Ótimo. - Sorrio animada. - Seios novos e com aspecto natural, confere. - Suspendi minha mão.
- Ai, eu quero ver. - Sabia que sorrindo toda boba.
- Eu também. - Ouvi a voz no fundo de minha vó, Márjoree.
- Riu. - Vocês vão ver, em breve.
- Em breve? - Perguntou confusa.
- É. - Olhei para Justin. - Estou pensando em ir para a casa de Hinet agora. - Vi Justin sibilar"sério?" e eu apenas assenti e disse, também sibilando: "Vai pro supermercado, perto onde a minha avó morava." e ele apenas assentiu.
- Mas, Candy...
- Mas nada mãe. - Digo mandona.
- Okay. - A ouvi suspirar. - Candice?
- Oi, babe?
- Posso botar seu nome na lista das modelos que irá desfilar? - Disse com uma voz com saliência.
Apenas arregalei os olhos animada.
- Pode. Claro que pode. Aliás, DEVE. - Justin me olhou assustado, eu apenas sorri.
- Ah. Okay.
...
- Cadê o meu sobretudo verde musgo, Justin? - Estava procurando o meu sobretudo no carro de Justin.
Já estávamos em frente ao supermercado.
- Verde o quê? - Disse fazendo careta.
- Meu sobretudo, Justin. Cadê?
- Tá no porta-malas.
- Abre aí. - Saio do carro e vou para detrás do carro.
- Pra quê você vai usar isso? - Disse batendo a porta do carro e vindo em minha direção.
- Por que eu estou de short e regata. Vou usar pra não ficar tão vulgar.
- Pela amor de Deus, que esse sobretudo esteja aqui.
- Idiota. - Dei um tapa em sua cabeça.
- Toma. - Deu-me o sobretudo. Logo, o vesti.
- Você já ligou pra galera? - Disse pegando minha mão, entrelaçando com a sua. E entramos no supermercado.
- Não, vou ligar agora. - Digo pondo minha bolsa em minha frente e pegando meu celular. - Pega aí um carrinho. - Digo digitando o número de Hinet.
- Pegando...
Ligação ON:
- Hin?
- Oi, Candy.
- Você está em casa? - Pergunto seguindo Justin, que já estava empurrando o carrinho e indo pegar já algumas coisas.
- Sim, por quê?
- Seus pais estão em casa?
- Não, eles estão na empresa. Por quê?
- Liga pra galera. Mini Social hoje, na sua casa.
- Sério? - Disse animada.
- Sim, e eu já tô no supermercado com o Justin. - Digo pegando alguns biscoitos.
- Ótimo. Vou ligar para a galera.
- Okay. Até mais.
- Até mais, Vadia.
Ligação OFF
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Eu mudei o ano em que se passa a fic, agora é em 2014

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